conecte-se conosco


Política MT

ALMT mantém reuniões e sessões remotas e funcionamento em horário especial

Publicado


Nova instrução segue orientação de equipes técnicas e de estudo da Comissão de Saúde

Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) prorrogou o horário especial e temporário de funcionamento em expediente ininterrupto das 7h às 13h, de 30 de novembro até 18 de dezembro. As reuniões e sessões plenárias serão realizadas de forma remota e serão transmitidas pela TV Assembleia e por meio de plataformas digitais. A nova Instrução Normativa 067/SPMD/MD/2020 segue orientação das equipes técnicas e de estudo apresentado pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social.

O atendimento presencial do público externo no Espaço Cidadania, no posto de atendimento do Procon, na Defensoria Pública e no Instituto Memória do Poder Legislativo continuam suspensos até o dia 18 de dezembro, assim como as atividades realizadas no Teatro Zulmira Canavarros, pela Assembleia Social, na Escola do Legislativo, bem como as visitas guiadas na Assembleia Legislativa.

Para evitar a propagação interna da Covid-19, serão intensificadas a limpeza e a desinfecção de superfícies nas dependências da ALMT, especialmente banheiros, elevadores, corrimãos e maçanetas. Também serão adotadas providências para promover a renovação da circulação de ar nas dependências da Casa, com a abertura periódica de janelas em locais com uso de ar condicionado.

Com relação aos servidores que precisam passar por perícia médica, a Supervisão de Qualidade de Vida dará continuidade aos atendimentos e à realização de teste em caso de suspeita de Covid-19.

Fonte: ALMT

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política MT

Presidente da Câmara diz que prefeito de VG já pensa na privatização do DAE: “Em 60 dias, teremos novidades”

Publicado

Defensor da privatização, Fábio Tardim diz que essa é a única maneira de solucionar o problema da falta de água em Várzea Grande

O presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Fábio Tardin (DEM), defendeu em entrevista ao portal O Documento nesta quarta-feira (27), durante visita à Assembleia Legislativa, a privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE), como forma de resolver o problema de abastecimento de água na cidade.

Conforme Tardin, “o problema da água só será resolvido como foi feito em Cuiabá, privatizando, aí sim, vai melhorar e conseguir atender a população. É realidade que o Departamento de Água e Esgoto, ele arrecada de R$ 3,7 milhões a R$ 4 milhões no máximo, o que não garante poder de investimento. Não tem poder de fazer esses investimentos e o povo de Várzea Grande não suporta mais viver sem água”, disse o parlamentar.

Segundo Tardin, “uma cidade que é cercada pelo rio, é inadmissível continuar isso aí. Eu tenho certeza que o prefeito Kalil está fazendo os estudos necessários para que possamos decidir se vamos continuar com o DAE, se a prefeitura vai alocar investimentos, ou se nós vamos mandar uma mensagem para o Legislativo para privatizar a água e o esgoto. Essa é a minha opinião, privatização-já”, conclamou.

Fábio Tardin entende que o problema do DAE não é má gestão. “Várzea Grande cresceu desordenadamente e o Departamento de Água e Esgoto não conseguiu suprir as demandas da água. Conseguimos captar água suficiente, porém, não conseguimos distribuir, a rede é muito antiga. Infelizmente temos que fazer um grande aporte financeiro para conseguir resolver o problema de uma vez por todas”.

O presidente da Câmara de Vereadores adiantou que o prefeito Kalil Baracat (MDB), já pensa em privatização. “O prefeito disse, anteriormente, que não tinha interesse, mas hoje já pensa diferente. Estamos aqui para dialogar. Vamos aguardar o estudo técnico que está sendo feito para definirmos. Acredito que em 60 dias, teremos novidades”, completou.

 

Continue lendo

Política MT

Derrubada de veto da RGA do Judiciário pela AL vai gerar perda de R$ 1,3 bilhão ao Estado, alerta governador

Publicado

Mauro Mendes lembra que Lei Federal impede qualquer beneficio salarial até o final deste ano [Foto –Mayke Toscano]

Questionado sobre a polêmica em torno do veto ao projeto do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), dos servidores públicos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes (DEM), garantiu em coletiva à imprensa, nesta terça-feira (26), que só o Executivo pode tratar desse tipo de matéria e que a garantia está em uma lei federal e no STF.

“Existe uma lei federal, lei 173, que aprovou o auxílio emergencial e lá tem uma regra clara, claríssima, que diz que nenhum aumento de pessoal pode ser dado até o final de 2021, sob pena de quem o fizer ter que devolver todo dinheiro que recebeu a título de auxílio emergencial”, destacou o governador.

Conforme Mauro Mendes, “se nós dermos aumento aqui, a título de qualquer poder, nós vamos ter que devolver, só o Estado, mais de R$ 1 bilhão e 300 milhões para o Governo Federal. Tem algum cabimento isso gente, tem alguma lógica, submeter ao Estado uma penalidade gigantesca dessa”, desabafou.

Segundo o governador democrata, “o Supremo Tribunal Federal já decidiu sobre essa matéria. Quem pode mandar matéria de aumento de reposição salarial para a Assembleia é o chefe do Executivo. O Supremo já decidiu esta matéria. Qualquer proposta de recuperação, de reposição inflacionária tem que partir do Executivo”, reforçou.

“Nós aqui, Assembleia, Judiciário, que é o executor do cumprimento das leis deste País, tem que cumprir a lei maior que é do Supremo Tribunal Federal. Se eles querem fazer diferente disso, eu lamento, seria uma grande perda de tempo e de energia, mas eu confio no bom senso, talvez eles não tivessem essa informação. Nas razões do nosso veto está dito isso e que não é possível, diante de algo tão óbvio, que eles vão fazer diferente”, adiantou.

Sobre o fato de a não reposição da RGA acarretar em movimentos grevistas, Mendes foi direto: “pode fazer greve, não tem problema, você quer que eu sujeite o Estado a ter que devolver R$ 1,3 bi. Acha que vai resolver fazer greve, vou dar aumento e pagar uma multa de R$ 1 bilhão e 300 milhões. Não vou sujeitar o Estado a isso. Vocês que pagam impostos, isso vai sair do bolso de vocês, do nosso bolso”, completou.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana