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Política Nacional

Alianças do PT pedem à PGR investigação sobre petista assassinado

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Petista Marcelo Aloizio de Arruda, assassinado durante a sua festa de aniversário
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Petista Marcelo Aloizio de Arruda, assassinado durante a sua festa de aniversário

ex-presidente Lula reuniu nesta segunda-feira, em São Paulo, seu conselho de pré-campanha para tratar, entre outros temas, do assassinato do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR) Marcelo Arruda , cometido pelo bolsonarista Jorge Guaranho no último sábado.

A aliança de partidos que apoia Lula pedirá à Procuradoria-Geral da República (PGR) a federalização das investigações sobre o crime, segundo a colunista Bela Megale.

A reunião começou com um pedido de um minuto de silêncio em homenagem a Arruda, feito pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que esteve no velório do petista assassinado no último sábado.

A sigla vê no crime o resultado de uma “guerra suja” do bolsonarismo contra a pré-campanha de Lula, que, na visão de lideranças do partido, tem sido amplificada por declarações do presidente Jair Bolsonaro de incitação ao ódio contra seus adversários.

Em sua fala durante o evento, Gleisi deixou claro que entende haver uma escalada da violência política promovida por Bolsonaro em seus discursos em meio a uma consolidação da liderança de Lula nas pesquisas.

O PT pretende cobrar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma campanha mais efetiva contra violência política.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que também está no evento, já disse que vai propor ao TSE uma representação para responsabilizar Bolsonaro por incitação à violência.

O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou que uma das ideias seria instituir uma multa, no âmbito da Justiça Eleitoral, a candidatos que incitem o ódio.

“O ideal seria que a gente trabalhasse para que o outro lado (a pré-candidatura de Bolsonaro) também falasse em campanha pacífica, mas acho difícil. Ouvi de uma pessoa próxima a ele hoje que não dá para imaginar de um dia para o outro um Bolsonaro paz e amor”, disse Paulinho.

Sobre o pedido de federalização das investigações sobre o assassinato de Arruda, a avaliação de advogados à cúpula do PT nesta manhã é que, como a suspeita principal é de que o crime teve motivação política, a investigação pode ser conduzida pela Polícia Federal, conforme publicou a colunista Bela Megale.

Hoje, o caso é conduzido pela Polícia Civil do Paraná, que nesta segunda-feira trocou a delegada responsável pelo caso, Iane Cardoso, em meio à divulgação de que ela fez diversas postagens anti-PT em suas redes sociais.

Agora, o caso passou para a delegada Camila Cecconello, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP).

Em nota distribuída no último domingo, o PT já havia afirmado que vê o assassinato como “o mais recente episódio da escalada de violência política que Bolsonaro sempre incentivou em sua carreira pública”.

“A extrema-direita vem semeando o ódio e cometendo sucessivamente ameaças, agressões, assassinatos e atentados contra a oposição”, diz o documento, que cita episódios como a execução da então vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e o assassinato do capoeirista Mestre Moa do Katendê por um apoiador de Bolsonaro, em Salvador, em 2018.

O documento cita ainda a ocorrência de tiros contra uma caravana de apoio a Lula quando o ex-presidente estava preso em Curitiba, em 2018. Até hoje, as investigações sobre o fato, conduzidas pela Polícia Civil do Paraná, não encontraram os responsáveis pelo suposto atentado.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Ciro diz que polarização pode criar um ‘estelionato eleitoral’ no país

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Ciro Gomes no Roda Viva
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Ciro Gomes no Roda Viva

Ciro Gomes , candidato do PDT nas eleições presidenciais, criticou a polarização política entre esquerda e direita observada atualmente no Brasil. De acordo com o pedetista, o país corre o risco de produzir um “estelionato eleitoral”.

“Se eu não conseguir salvar o Brasil desta absurda e despolitizada polarização, o aprofundamento dos ódios estará produzindo o maior estelionato eleitoral da história do Brasil”, afirmou. 

“Você vai ver o desastre se eu não conseguir salvar o Brasil”, completou o ex-governador do Ceará durante o programa Roda Viva, exibido na TV Cultura. 

Corrupção

Durante o programa, Ciro foi questionado sobre o fato de, mesmo tendo como um dos principais focos da sua campanha a luta anticorrupção com a intenção de atingir tanto Lula e Bolsonaro, os seus números nas pesquisas ainda estarem muito abaixo dos seus adversários nas eleições. 

Em resposta, ele lamentou o fato de alguns grupos estarem “relativizando” a corrupção no país com o intuito de continuarem apoiando tanto o candidto do PT, como o atual chefe executivo do país.

“Se você tem uma elite, intelectuais, cientistas, artistas, juventude, relativizando valores, essa sociedade está doente”, disse Ciro.

“Isso destrói uma nação. Bolsonaro e Lula são dois corruptos, dois corruptores, e nós estamos fazendo de conta que não estamos vendo isso”, completou o ex-governador. 

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Política Nacional

Ciro Gomes afirma que Bolsonaro tem um ‘delírio golpista’ na cabeça

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Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva
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Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva

O pedetista  Ciro Gomes afirmou, nesta segunda-feira (15), que o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) tem um “delírio golpista” na cabeça, e que a democracia no país é uma “abstração marciana”.

A resposta foi dada durante o Roda Viva após o ex-governador do Ceará ser questionado se vê, hoje, que a democracia no Brasil está em risco por conta do atual cenário político. 

“Eu vejo, mas é muito menos pelo Bolsonaro, que tem um delírio golpista na cabeça dele, mas mais pelo fracasso da democracia pra vida do povo, isso que eu quero ponderar às pessoas”, afirmou Ciro Gomes.

“A democracia brasileira, hoje, é uma abstração absolutamente marciana para a esmagadora maioria do povo brasileiro que está vivendo o pão que o diabo amassou”, completou o candidato do PDT nas eleições presidenciais. 

Em seguida, Ciro chamou Lula de “corrupto, demagogo e populista”, mas afirmou que o ex-presidente da República é “do campo da democracia”.

Relação com militares

A pauta da relação com os militares em caso de eleição também foi levantada para Ciro. De acordo com o ex-govrenador, ele vai promover mudanças nas Forças Armadas, principalmente no que diz respeito aos militares que ainda estão ativos.

“O nome disso é hierarquia e disciplina, eu assumirei o comando em chefe das forças armadas, e começo com questões normativas e algumas de maior profundidade. Normativa: militar da ativa não participará mais de cargo comissionado político. Todos estarão proibidos porque haverá uma norma nos primeiros dias do meu governo”, afirmou.

“Eu vou fazer um esforço imenso de restaurar os critérios de promoção. Quando eu vejo um general como o Passuello chegar ao generalato, alguma coisa profundamente está errada, e quem promoveu foi o PT”, completou o pedetista.


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Fonte: IG Política

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