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Política Nacional

Aliança pelo Brasil defende porte de armas e repudia comunismo; leia princípios

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Reprodução/Twitter

Peça foi feita por Rodrigo Camacho

Os quatro princípios da Aliança pelo Brasil foram apresentados nesta quinta-feira (21) pela advogada do presidente Jair Bolsonaro durante o evento de lançamento da legenda no hotel Royal Tulip, localizado em Brasília. Apesar das incertezas sobre a viabilidade, a sigla possui fundamentos baseados na defesa ao porte de armas , ao repúdio do socialismo e ao comunismo, além de cunho religioso cristão

As bases da Aliança incluem 1) Respeito a Deus e à religião; 2) Respeito à memória, à identidade e à cultura do povo brasileiro; 3) Defesa da vida, da legítima defesa, da família e da infância; 3) Garantia da ordem, da representação política e da segurança. 

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“A Aliança pelo Brasil está convicta de que, com base nesses princípios, conseguirá capitanear um projeto de restauração nacional, que elevará o Brasil no contexto das nações e recuperará o orgulho do povo brasileiro pelo seu país, devolvendo-lhe o poder sobre os seus representantes e gerando uma nação próspera, consciente de si mesma, resolvida com sua identidade, atenta à sua herança, à sua memória e aos seus valores fundamentais, pronta para enfrentar o futuro grandioso para o qual foi chamada”, diz o programa da Aliança. 

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A Aliança foi apresentada como um partido conservador e soberanista que pretende combater “falsas promessas do globalismo”, comprometido com as “tradições históricas, morais e culturais” da nação brasileira. Os valores fundantes do Evangelho e da Civilização Ocidental e a “relação inseparável da Nação e Cristo”, também pautam a nova sigla. 

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“O lugar de Deus na vida” é um dos pontos reconhecidos pela advogada de Bolsonaro. “O povo é majoritariamente religioso e não pratica a exclusão de Deus em suas vidas. Logo, não deve fazê-lo seus representantes”, afirmou ao Poder 360.

Em relação ao respeito à memória, a advogada de Bolsonaro conta que o partido vai se “esforçar para divulgar a verdade sobre os males e os crimes das mais variadas faces do movimento revolucionário, como o socialismo, o comunismo o nazifascismo e o globalismo”. 

A liberdade curricular e de ensino serão incentivados pela legenda, uma vez que a Aliança responsabiliza “métodos pedagógicos fracassados” pelo analfabetismo nacional, segundo Kufa. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

CCJ aprova datas comemorativas para etnias do Brasil

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O deputado Gilson Marques, relator do projeto, criticou o mérito da proposta

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 6369/05, que institui datas para celebrar três segmentos étnicos nacionais – indígenas, brancos e negros. O texto, apresentado pela ex-senadora Roseana Sarney, regulamenta o parágrafo segundo do artigo 215 da Constituição, onde se afirma que: “A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais”.

A proposta define 19 de abril (Dia do Índio) para celebrar os povos indígenas; 22 de abril (Descobrimento do Brasil) para lembrar a chegada oficial do branco europeu em território nacional; e 20 de novembro (Dia Nacional da Consciência Negra), em homenagem ao negro e em memória de Zumbi dos Palmares.

Crítica ao projeto Em relação à constitucionalidade da proposta, o relator, deputado Gilson Marques (Novo-SC), deu parecer favorável. No mérito, apesar de não competir à CCJ essa análise, ele criticou o texto. “Sou contra movimentar o aparato legislativo, que custa mais de R$ 10 bilhões por ano, para discutir projetos dessa natureza”, disse.

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“Entendo ser desnecessário gastar o dinheiro do pagador de impostos para dizer o que todos já sabem e comemoram”, continuou. “Apesar de expresso na Constituição, não é a lei que dá alta significação a uma data – e sim o povo”, afirmou.

Tramitação O projeto segue agora para análise do Plenário.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Política Nacional

CCJ inscreve o médium Chico Xavier como herói da Pátria

Publicado

Michel Jesus/ Câmara dos Deputados
Deputado Patrus Ananias, relator do projeto na CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei 8408/17, que inscreve no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria o nome do espiritualista Francisco de Paula Cândido Xavier, conhecido como Chico Xavier.

O autor, deputado Giovani Cherini (PL-RS), lembrou que em 1981 cerca de 10 milhões de brasileiros endossaram campanha para que o médium recebesse o Prêmio Nobel da Paz. “Chico Xavier sempre foi considerado um mensageiro do amor, um homem sereno e humilde que tocou o espírito de seus seguidores.”

O relator, deputado Patrus Ananias (PT-MG), recomendou a aprovação do texto. Como tramita em caráter conclusivo, está aprovado pela Câmara dos Deputados e deve seguir para o Senado, a menos que haja recurso para análise do Plenário.

Livro Segundo a Lei 11.597/07, “o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, destina-se ao registro perpétuo do nome dos brasileiros ou de grupos de brasileiros que tenham oferecido a vida à Pátria, para sua defesa e construção, com excepcional dedicação e heroísmo”.

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Reportagem – Ralph Machado
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Agência Câmara Notícias
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