conecte-se conosco


Política Nacional

Alexandre Garcia apaga e esconde vídeos negacionistas sobre vacina e Covid-19

Publicado


source
Jornalista e comentarista Alexandre Garcia
Divulgação

Jornalista e comentarista Alexandre Garcia

Até a última terça-feira, 04, o  jornalista e comentarista da CNN Brasil Alexandre Garcia apagou 66 vídeos e escondeu outros 429 em seu canal do YouTube.  Os conteúdos apresentavam uma visão negacionista sobre as vacinas da Covid-19 e também sobre a própria doença. Somente na última terça-feira, 04, 61 vídeos foram apagados do canal do comentarista. Os assuntos principais do conteúdo deletado eram críticas ao lockdown e ao Supremo Tribunal Federal (STF), além de elogios ao “tratamento imediato/precoce” e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações vêm sendo divulgadas nas redes sociais por Guilherme Felitti, fundador da Novelo Data, empresa de análise de dados com sede em São Paulo.

Na segunda-feira, 03, o comentarista teria apagado outros cinco vídeos, dos quais dois continham teorias conspiratórias sobre a efetividade das vacinas da Covid-19 e outros três defendiam o tratamento precoce, com cloroquina e ivermectina. Entre os vídeos estariam os títulos: “o marketing que naturalizou uma vacina” e “o cruel pedido para banir tratamento de Covid”. No sábado passado, 1º de maio, o jornalista já havia tornado privado outros 429 vídeos de seu canal. Segundo o perfil, os vídeos apagados e tornados privados já somam quase metade dos mais de 1.110 vídeos Garcia havia publicado no canal.

Desde o início da pandemia, Alexandre Garcia defende o tratamento precoce com a cloroquina, que já foi comprovado por pesquisadores que não não tem eficácia. Segundo a revista Forum, o comentarista chegou a minimizar a Covid-19: “mais da metade morriam de qualquer de maneira”. “Os americanos descobriram que só 6% dos mortos foram mortos exclusivamente pelo coronavírus. Os outros todos foram comorbidades, inclusive gente que já ia morrer. Essa é a realidade que a gente tem que considerar também. E fortalecer nossas defesas: vitamina D, zinco, eu me previno com a ivermectina, tem gente se prevenindo com a própria hidroxicloroquina. E a assim a gente vai tocando a vida. Viva a vida”, teria dito ele, de acordo com a revista. Nas redes sociais do jornalista, ainda é possível encontrar as divulgações que ele fez dos vídeos na época em que os publicou, mas nenhum dos links está mais disponível para visualização. Confira alguns deles:


Você viu?





publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política Nacional

Barroso argumenta que voto impresso “vai potencializar o discurso de fraude”

Publicado


source
Luís Roberto Barroso é ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Nelson Jr./SCO/STF

Luís Roberto Barroso é ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (21) que diante da aprovação da PEC do voto impresso pelo Congresso , a Corte adotará todas as medidas necessárias para a sua implementação ainda nas eleições de 2022. O ministro, contudo, voltou a afirmar que na sua avaliação a adoção do voto impresso representa o retorno das fraudes no processo eleitoral.

Leia também:  Bolsonaro terá que explicar declarações sobre fraudes a urnas ao TSE

“O voto impresso vai potencializar o discurso de fraude e vão pedir, como já se pediu aqui, a contagem pública de 150 milhões de votos, e contagem pública só pode ser manual. Portanto, nós vamos entrar no túnel do tempo, e voltar ao tempo das fraudes em que as pessoas comiam votos, urnas desapareciam, apareciam votos novos. Nós vamos produzir um resultado muito ruim, portanto vai ser um mal para a democracia brasileira”, disse.

A entrevista foi concedida após uma reunião da equipe técnica do TSE com 12 deputados que fazem parte da comissão especial que analisa a PEC 135/2019. Na abertura da reunião, o ministro afirmou que o objetivo do encontro era demonstrar aos integrantes da comissão o trabalho realizado pelo TSE para garantir eleições seguras, transparentes e totalmente auditáveis e responder aos questionamentos dos parlamentares sobre o funcionamento da urna.

“Essa sessão de trabalho procura demonstrar que as eleições brasileiras são seguras, transparentes e auditáveis e vamos percorrer cada item com questões técnicas. Não é para mudar a convicção e compromissos políticos de cada um, é para mostrar transparência e fiscalização”, afirmou.

Uma das participantes do encontro, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) — que é autora é da proposta que prevê a impressão do voto assim que ele for feito na urna eletrônica — defendeu a contagem pública dos votos e disse que a dúvida do eleitor não pode ser desprezada.

Você viu?

“O escrutínio tem que ser público, a contagem é um ato administrativo. o voto é secreto, mas a contagem tem que ser pública e tampouco pode ser feita em uma sala do TSE”, declarou.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que também estava na comitiva, reforçou o discurso de Kicis sobre contagem pública dos votos e disse que há entre os eleitores brasileiros um “sentimento de desconfiança” que não havia no passado.

Investigação da PF

Barroso afirmou ainda que toda iniciativa de investigação por parte da Polícia Federal para o levantamento de possíveis denúncias de fraude nas eleições anteriores será acolhida pelo TSE, conforme o protocolo normal adotado pelo Poder Judiciário para esses casos.

Nesta sexta-feira, a colunista Malu Gaspar mostrou que a direção da PF enviou às superintendências regionais uma ordem para que forneçam à Diretoria de Combate ao Crime Organizado (Dicor) todas as denúncias de fraudes na urna eletrônica recebidas pela corporação. A comunicação foi disparada duas horas depois de uma entrevista em que Barroso desafiou Bolsonaro a apresentar provas de fraudes no uso da urna eletrônica nas eleições de 2018.


“A única coisa que eu posso dizer é que qualquer cidadão, seja a Polícia Federal ou não, que tenha algum elemento relativo à ocorrência de fraude que seja relevante ao processo eleitoral, nós temos todo o interesse de receber. A verdade é que, desde 1996, quando começaram as urnas eletrônicas, até hoje, portanto, passados 25 anos, nunca chegou nada documentado de fraude”, disse.

Continue lendo

Política Nacional

Investir em segurança hídrica pode ser saída contra desigualdade, avalia ministro

Publicado


O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, defendeu nesta segunda-feira (21) o investimento em saneamento e segurança hídrica como solução para combater desigualdades no país. Marinho participou de debate da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo. O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade, apontou que, com a transposição do Rio São Francisco, já é possível apontar um deslocamento de fábricas para as Regiões Norte e Nordeste. Esse foi o primeiro encontro de um novo ciclo de debates da CDR, com foco nos desafios do desenvolvimento regional.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana