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Alexandre de Moraes revoga autorização que senador preso passe férias no Caribe

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Ministro Alexandre de Moraes
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministro pediu que CNJ analise conduta do procurador e do juiz que atuaram no caso

O Supremo Tribunal Federal ( STF ) revogou a autorização para que o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que cumpre pena em regime aberto,  viajasse de férias para o Caribe em julho. A decisão é do ministroAlexandre de Moraes. Ele determinou ainda que ele entregue o passaporte em 24 horas. O ministro também pediu que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Conselho Nacional de Justiça ( CNJ ), respectivamente, analisem a conduta do procurador e do juiz que atuaram no caso.

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A Justiça do Distrito Federal havia autorizado que o senador , que responde por crimes contra o sistema financeiro, passasse as férias em um resort em Aruba. A viagem estava prevista para 17 de julho, com previsão de retorno em 3 de agosto. A diária do resort custa, em média, R$ 4 mil.

A decisão da Justiça , que recebeu parecer favorável do Ministério Público , suspendia temporariamente a execução da pena aplicada enquanto Gurgacz estiver na viagem fora do país. O senador foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão. Ele teria obtido, mediante fraude, um financiamento no Banco da Amazônia e se apropriado de R$ 525 mil.

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Gurgacz passou a cumprir pena em regime aberto no mês passado. Enquanto esteve preso no Complexo Penitenciário da Papuda, ele tinha autorização para dar expediente no Senado durante o dia e retornar à prisão à noite.

O senador afirmou que iria tirar férias com a família, “como de costume, dentro da lei”. Ele explicou que o período não seria “descontado” da pena que ele precisa cumprir. Disse ainda que a viagem aconteceria no recesso parlamentar e que seria paga com recursos próprios.

A medida não detalha quais regras deverão ser cumpridas pelo senador enquanto estiver fora do país. Gurgacz não pode, no Brasil , consumir bebidas alcoólicas e frequentar “locais de prostituição, jogos, bares e similares”.

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Fonte: IG Nacional
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Cientista brasileiro lança 100 “minicérebros” ao espaço

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Planeta

Alysson Muotri Minicérebros arrow-options
Reprodução/Twitter

O cientista brasileiro Alysson Muotri enviou 100 minicérebros ao espaço para ver como os órgãos se desenvolvem fora da Terra.

Uma equipe de cientistas da Universidade da Califórnia (UC), nos Estados Unidos, liderada pelo cientista brasileiro Alysson Muotr i, lançou uma caixa com “minicérebros” humanos para a a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) neste domingo (21).

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O objetivo da pesquisa é estudar o cérebro humano em ambiente com pouca ou nenhuma gravidade, e tentar responder a algumas questões fundamentais da biologia: um embrião humano pode crescer naturalmente fora da Terra? O cérebro se formou normalmente? Como a falta de peso altera as regras básicas, definidas pela gravidade, do desenvolvimento humano?

Os “ minicérebros ”, também chamados de organoides, são versões reduzidas do órgão mais complexo do nosso organismo.

Esses minicérebros serão estudados na ISS, a 400 km de distância da Terra , onde pesquisadores vão documentar como essas massas de células se organizam para formar os primórdios de um cérebro funcional.[

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“Nós seremos capazes de observar continuamente a formação do tubo neural, incluindo migração celular, interação entre células, divisão celular e morte celular. Essa será a primeira de uma série de viagens espaciais para nos ajudar a entender os meandros do desenvolvimento celular, tanto em um ambiente sem gravidade quanto na Terra”, diz Muotri.

O cientista brasileiro ainda destaca que esse tipo de experimento nunca foi feito para nenhum tipo de organóides derivado de células-tronco, e que a engenharia de manter essas estruturas em 3D vivas, em um ambiente de microgravidade, é um grande desafio.

Segundo Erik Viirre, professor de neurociências e diretor do Centro para a Imaginação Humana Arthur C. Clarke, da UC, os resultados deste estudo terão enormes implicações para a colonização espacial e a saúde humana.

Estação Espacial Internacional arrow-options
Nasa

Os minicérebros serão enviados ao espaço e ficarão na Estação Espacial Internacional.

Os minicérebros permanecerão por quatro semanas na ISS, e então serão enviados de volta à Terra para análise e comparações com estruturas semelhantes que ficaram na Terra, que são o grupo controle. Serão avaliadas a epigenética, expressão genética e morfologia dos organoides.

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Em viagens futuras, os pesquisadores pretendem incorporar análises mais sofisticadas, como gravações eletrofisiológicas, que medem atividade elétrica e sinais entre as células.

Além de avaliar os efeitos da microgravidade no desenvolvimento cerebral, esse tipo de pesquisa pode ter implicações para a saúde humana aqui na Terra. “Essa e outras viagens nos ajudaram a criar modelos organoides que acelerem o entendimento de uma gama de doenças neurológicas”, diz Muotri. “Em última instância, nossas descobertas podem ajudar a moldar tecnologias futuras e modelos cerebrais para ajudar cientistas e médicos a criar cérebros mais resilientes”, completa o cientista.

Fonte: IG Nacional
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Polícia canadense faz transmissão ao vivo e esquece filtro de gatinho ligado

Publicado

IstoÉ

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Reprodução/Twitter

Polícia canadense esqueceu filtro ligado durante transmissão ao vivo

Um descuido da Real Polícia Montada do Canadá durante uma entrevista coletiva para a imprensa acabou viralizando nas redes sociais. Durante a transmissão ao vivo no Facebook, policiais esqueceram acidentalmente o filtro de gato ligado enquanto informações de um homicídio eram passadas.

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A polícia canadense passava informações sobre o assassinato da americana Chynna Deese e do namorado australiano Lucas Fowler. Os dois foram mortos no estado da Columbia Britânica após levarem tiros perto de uma estrada no dia 15 de julho deste ano.

Janelle Shoihet, sargento que passava as informações sobre o crime, disse que o filtro de gato foi um problema e citou dificuldades técnicas na transmissão. A transmissão foi regravada, na sequência, sem o filtro de gato no rosto dela.

A polícia afirma que o filtro de gatinho, popular em algumas redes sociais, estava nas configurações automáticas e se desculpou pelo erro.

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Fonte: IG Nacional
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