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Política Nacional

Alcolumbre diz que Bolsonaro acelera em direção a muro e não freia

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Jair Bolsonaro e Davi Alcolumbre arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro e Davi Alcolumbre

O presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou, nesta segunda-feira (6) em conversa reservada com aliados, que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) age como se fosse um motorista de caminhão em alta velocidade na direção de um muro que, mesmo alertado de que bateria, não freia .

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

A fala de Alcolumbre se refere aos conflitos de Bolsonaro com o ministro da Saúde , Luiz Henrique Mandetta (DEM) e foi divulgada nesta terça (7) pela coluna Painel, da Folha de S. Paulo .

Na tarde desta segunda (6), diversos jornais divulgaram que o presidente estava analisando demitir o ministro na própria segunda. Bolsonaro chegou a conversar com possíveis opções para substituir Mandetta. Mas devido à reação da população e de políticos contra a saída do ministro, Bolsonaro voltou atrás e manteve o democrata em seu cargo.

Leia também: De gripezinha a “não é tudo isso”: vezes em que Bolsonaro minimizou coronavírus

A ação de Bolsonaro, de ameaçar demitir ministros e depois desistir, no entanto, foi encarada por atores políticos, como Alcolumbre , como desgastante e passou a imagem de fraqueza do presidente, segundo a coluna.

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Política Nacional

Carla Zambelli justifica ausência em ato pró-Bolsonaro com laudo médico

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Zambelli
Divulgação/PSL na Câmara

Zambelli afirmou que pensa em desistir da política neste domingo (31)

Na manhã deste domingo (31), a equipe da deputada federal Carla Zambelli (PSL) foi ao Twitter justificar sua ausência nos atos pró-Bolsonaro. 

“A Deputada @CarlaZambelli38 passou mal às 5h40 e não estará presente no ato pró Bolsonaro deste domingo. Já foi medicada, mas recomendam que ela fique em repouso. Desejamos sorte e luz para quem for”, diz o post.

Veja:  Quem é Carla Zambelli? As polêmicas da deputada ex-fã de Moro

Em seguida, Zambelli respondeu ao próprio tuíte dizendo que houve pessoas que duvidaram do problema de saúde. A deputada postou a imagem um laudo médico como comprovação, mostrando diagnóstico de fibromialgia.


Em seguida, um internauta escreveu que ela “deveria desistir da carreira de política”. Zambelli respondeu: “É uma possibilidade que está sendo estudada”.

As  manifestações acontecem neste domingo em Brasília contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e em apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

Leia:  Bolsonaro critica notícias: ‘Tudo aponta para uma crise’

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Política Nacional

Datafolha: 72% discordam da frase de Bolsonaro sobre armar população

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Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Segundo levantamento, população discorda de posicionamento do presidente sobre armas

Na noite deste sábado (30), uma nova  pesquisa do Datafolha mostrou que mais de 70% da população discorda da ideia do presidente de dar armas para a população, frase proferida por ele durante a reunião ministerial que se tornou pública após autorização do ministro Celso de Mello.

Leia também: Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

Segundo o levantamento, que ouviu, por telefone, 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais, 72% discordam da frase de que “povo armado não é escravizado”, enquanto outros 24% concordam, 2% não concordam e nem discordam e 2% não souberam responder.

Entre os grupos ouvidos, as maiores desaproações são de pessoas que consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo (92%), quem votou em Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018 (91%), mulheres (80%, contra 62% dos homens) e de quem recebe até um salário mínimo (77%).

Por outro lado, o único grupo que registra aprovação maior do que desaprovação ao discurso armamentista do presidente é o de apoiadores do governo que avaliam a gestão como ótima ou boa (54% aprovam, contra 40%).

Leia também: Com máscaras e tochas, grupo “300 do Brasil” protesta em frente ao STF; assista

A pesquisa Datafolha mostra que, mesmo em grupos que estão sintonizados com Bolsonaro – como empresários, a faixa da população que recebe mais de dez salários mínimos e até mesmo os eleitores do presidente no segundo turno na última eleição -, a aceitação não é das maiores: 50% dos empresários discordam, 60% de quem tem maior renda e 52% dos eleitores de 2018.

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