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Economia

Ainda é possível sacar FGTS extraordinário e PIS/Pasep 2019 e 2020

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Ainda é possível sacar FGTS extraordinário e PIS/Pasep 2019 e 2020
Felipe Moreno

Ainda é possível sacar FGTS extraordinário e PIS/Pasep 2019 e 2020

Ainda é possível sacar o dinheiro do PIS/Pasep ano-base 2019 ou 2020 e do FGTS extraordinário. No caso do FGTS, o prazo vai até o dia 15 de dezembro. Os valores foram depositados de forma automática na conta do trabalhador. Já o PIS/Pasep ano-base 2019 ou ano-base 2020 pode ser retirado até 29 de dezembro.

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PIS/Pasep

Têm direito ao abono salarial quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, recebeu em média até dois salários mínimos por mês com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias no ano-calendário.

O PIS é destinado aos trabalhadores da iniciativa privada e é pago pela Caixa Econômica Federal. Já o Pasep é pago a servidores públicos por meio do Banco do Brasil.

O prazo inicial para sacar o PIS/Pasep ano-base 2019 era de julho de 2019 a junho de 2020. Mas, desde o início do ano, os esquecidos receberam uma nova chance para resgatar o dinheiro.

Para isso, é necessário comparecer a uma das unidades regionais do Ministério da Economia, com um documento com foto em mãos, ou enviar um e-mail para  [email protected],  colocando no lugar de “uf” a sigla do estado em que reside.

O valor do abono salarial de 2019 ficou de R$ 92 a R$ 1.100, de acordo com a quantidade de meses trabalhados.

Já o PIS/Pasep ano-base 2020 foi liberado entre fevereiro e março deste ano, de acordo com o mês de nascimento do trabalhador.

Com o aumento do salário mínimo em 1º de janeiro, o valor do benefício ficou entre R$ 101 e R$ 1.212, também de acordo com a quantidade de meses trabalhados.

FGTS

Neste ano, o governo federal liberou o saque extraordinário de até R$ 1 mil do FGTS. Os valores foram depositados de acordo com a data de nascimento do trabalhador. O último lote saiu em junho, para os nascidos em dezembro.

Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS, ativa ou inativa, pode sacar o dinheiro até 15 de dezembro.

O depósito foi feito de forma automática pela Caixa. O trabalhador pode consultar se recebeu usando o aplicativo FGTS, disponível para aparelhos Android e iOS. Caso não tenha recebido, é possível solicitá-lo também pelo app. 

Já o saque-aniversário do FGTS está disponível para os trabalhadores nascidos em maio, junho e julho. Quem adere a essa modalidade consegue resgatar uma parcela do saldo das contas ativas e inativas anualmente, durante o mês do aniversário.

Os cidadãos podem solicitar o saque-aniversário do FGTS usando:

  • o site do FGTS;
  • o aplicativo do FGTS;
  • o Internet Banking CAIXA;
  • o app CAIXA Tem.

O prazo para optar por essa modalidade vai até o último dia do mês de nascimento do trabalhador. O dinheiro fica disponível para retirada por três meses.

Nesse caso, é possível sacar um percentual do saldo do FGTS, acrescido de uma parcela adicional, conforme tabela abaixo:

VALOR DO SALDO QUANTO PODE SER SACADO PARCELA ADICIONAL
Até R$ 500 50%
De R$ 500,01 até R$ 1.000,00 40% R$ 50,00
De R$ 1.000,01 até R$ 5.000,00 30% R$ 150,00
De R$ 5.000,01 até R$ 10.000,00 20% R$ 650,00
De R$ 10.000,01 até R$ 15.000,00 15% R$ 1.150,00
De R$ 15.000,01 até R$ 20.000,00 10% R$ 1.900,00
Acima de R$ 20.000,01 5% R$ 2.900,00

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes diz que governo ‘perdeu prazo’, mas defende reforma tributária

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Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo
Lorena Amaro

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, embora o governo tenha perdido o ‘prazo’, a reforma tributária ainda está em pauta do governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (18) em um evento promovido pelo BTG Pactual.

Em tom eleitoral, Guedes afirmou que a redução de tributos com o aumento na arrecadação é uma medida que contribui para a simplificação tributária. Para o ministro, a tramitação da reforma em tributos não pode perder a “janela de oportunidade”.

“Os passos não são retráteis, você não vai andar para trás”, afirmou.

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Guedes ainda voltou a defender a tributação de lucros e dividendos, medida que causou mal-estar com o mercado financeiro. Segundo do chefe da pasta econômica, a iniciativa é necessária para aumentar a margem de isenção do Imposto de Renda (IR).

Paulo Guedes aproveitou para defender o aumento da tributação para mais ricos. O ministro propôs a junção de políticas sociais, gestão de capital público e investimento privado para simplificar a impostos.

“A base de arrecadação aumenta e essa massa de arrecadação maior paga a transferência de renda”, declarou.


Fonte: IG ECONOMIA

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