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Aeronáutica exime GSI de culpa em caso de sargento preso com cocaína

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Militar foi preso saindo de um dos aviões da Aeronáutica


A Aeronáutica tirou qualquer culpa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no caso do sargento Manoel Santos Rodrigues, preso com 39 quilos em sua babagem durante a parada de aviões da Força Aérea Brasileira em Sevilha, na Espanha em uma escala do presdente Jair Bolsoanro para viagem ao Japão. Durante entrevista nesta quinta-feira (27), o porta-voz da instituição explicou que o criminoso não fazia parte da comitiva da presidência e que, portanto , não era de responsabilidade do GSI.

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“O sargento envolvido no caso estava em um vôo de translado em missão de apoio e não integraria a missão que acompanhava o presidente ao Japão. É de responsabilidade do GSI apenas a fiscalização dos que acompanham oficialmente a comitiva”, explicou o porta-voz da Aeronáutica , Major Daniel Oliveira.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva , disse que o caso do sargento é ‘inadimissível’. Ele afirmou que o governo irá agir com “total transparência”.

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 “Não vamos admitir criminosos entre nós. Neste caso, houve quebra de confiança. A confiança é propria da cultura militar . Esse caso é fato isolado”, afirmou.

Mais cedo, o  ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI),Augusto Heleno , afirmou  que “o governo não tem efetivos suficientes para controlar todo mundo nos aviões oficiais”. O ministro disse que a Força Aérea e a Aeronáutica vai aperfeiçoar seus controles.


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Óbitos em São Paulo pelo novo coronavírus triplicam em sete dias

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Agência Brasil

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Veja SP/ Divulgação

Quarentena continua valendo na capital paulista


Os óbitos relacionados ao novo coronavírus no estado de São Paulo triplicaram em apenas uma semana. Na última sexta-feira (27), o estado contabilizava 68 mortes. No domingo (29), já havia saltado para 98 óbitos. Hoje (3), no balanço mais recente divulgado pela secretaria, o estado identificou 219 pessoas que morreram por complicações relacionadas à covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Os casos confirmados também tiveram crescimento, quadruplicando: passaram de 1.223 na sexta-feira da semana passada para 4.048 uma semana depois.

Entre esse total de mortes registradas no estado, 24 se referem a pessoas que tinham mais de 90 anos de idade. Outras 57 pessoas que morreram estavam na faixa etária entre 80-89 anos; 66 na faixa entre 70 e 79 anos e 45 na faixa entre 60 e 69 anos de idade. As demais vítimas, disse a secretaria, tinham menos de 60 anos e tinham comorbidades.

Com isso, já são 25 os municípios do estado que apresentam pelo menos um óbito provocado por coronavírus: São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Cotia, Guarulhos, Santo André, Sorocaba, Arujá, Barueri, Caieiras, Campinas, Carapicuíba, Cravinhos, Diadema, Embu das Artes, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Jaboticabal, Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto, São Caetano do Sul, São Sebastião, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.  

Força-tarefa

Desde ontem (02), o Instituto Adolf Lutz tem utilizado uma força-tarefa para diagnosticar 201 amostras de óbitos suspeitos de coronavírus no estado. Dessas 201 amostras que estavam paradas aguardando diagnóstico, 32 testaram positivo para Covid-19 e 132 deram negativo. Outras 37 amostras foram consideradas inadequadas de serem analisadas, seja porque a unidade que realizou a coleta não manteve a amostras em temperatura adequada ou porque não havia amostras suficiente para análise.

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Ministério da Saúde errou: 1º caso de Covid-19 não ocorreu em janeiro

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Pixabay/rottonara

Erro técnico

Após ter afirmado, nesta quinta-feira (2), que o primeiro caso de Covid-19 no país havia ocorrido em janeiro de 2020, o Ministério da Saúde voltou atrás e afirmou, na tarde desta sexta (3) que o primeiro caso continua sendo o que foi registrado em 26 de fevereiro – data em que os casos da doença passaram a ser notificados nacionalmente. 

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

Uma investigação retrospectiva estava sendo realizada pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, que havia informado que uma mulher de 75 anos havia contraído a Covid-19 em janeiro e morrido da doença. Contudo, a investigação mostrou que os sintomas originais não apareceram em janeiro, mas em 25 de março – quase um mês depois do primeiro caso brasileiro.

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O Ministério afirma que havia sido informado, na quinta (2), pela Secretária que as investigações estavam concluídas. O secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, havia dito na quinta que “esse caso agora está sendo mais investigado, mas o resultado laboratorial é PCR [tipo de teste mais confiável], não tenho dúvidas de que é um caso confirmado”. A Secretária ainda está aguardando o posicionamento da equipe técnica sobre o erro na informação sobre o caso de Covid-19 .

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