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Adolescente grávida é estuprada e enterrada viva em praia do Rio de Janeiro

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Divulgação/Prefeitura Rio das Ostras

Adolescente foi enterrada, nessa terça, na praia do Bosque, no Rio de Janeiro

Uma grávida de 17 anos foi estuprada e enterrada viva na praia do Bosque, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, nessa terça-feira (11). Apesar de toda a violência, a adolescente conseguiu sair da areia e está internada no Hospital Municipal. Seu estado de saúde é estável.

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Segundo os policiais, a jovem grávida foi enforcada, ficou desacordada, foi estuprada e, em seguida, enterrada. Logo depois, a vítima teria recobrado os sentidos e caminhado até o centro da cidade, onde foi encontrada por um pedestre e levada para o pronto-socorro.

A adolescente passou por exames médicos que confirmaram a gravidez e a presença de hematomas e sinais de estrangulamento, de acordo com a prefeitura de Rio das Ostras . A adolescente foi medicada para prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e está internada em observação no hospital.

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Não foi confirmado ainda há quanto tempo a vítima está grávida , mas a polícia suspeita que o pai da criança seja o agressor. Uma adolescente de 16 anos foi apreendida e confessou participação no crime. A jovem será denunciada ao Ministério Público por tentativa de homicídio, segundo o delegado responsável pelo caso. A investigação ainda procura por, pelo menos, outras duas pessoas que tenham feito parte da ação.

Fonte: IG Nacional
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Governo Trump avalia acabar com cidadania por nascimento no país

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Isac Nóbrega/PR

Trump tem promovido medidas de combate aos imigrantes

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (21) que seu governo está considerando a possibilidade de acabar com o direito à cidadaniaamericana às crianças nascidas no território do país, em decisão que afetaria principalmente os filhos deimigrantes ilegais.

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“Estamos analisando isto muito seriamente, (a questão da) cidadania por direito de nascimento, na qual você tem um bebê no nosso território, você cruza a fronteira, tem um bebê e ‘parabéns, o bebê é agora um cidadão dos EUA’. Francamente, isso é ridículo”, afirmou Trump na Casa Branca, no mesmo dia em que anunciou que pretende  acabar com o limite legal de 20 dias para a detenção de crianças que entram irregularmente no país.

O presidente está fazendo da luta contra a imigração irregular um dos pontos centrais de sua Presidência e campanha pela reeleição no ano que vem, mas muitas das mudanças nas regras feitas por decreto em seu governo estão sendo derrubadas ou amenizadas pelos tribunais.

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Em entrevista ao site de notícias Axios em outubro do ano passado, Trump contou que pretendia acabar com a cidadania por direito de nascença via um destes decretos, conhecidos no país como “ordem executiva”. Especialistas, porém, alertaram que tal medida violaria a Constituição americana.

Em sua 14º Emenda, aprovada após a Guerra Civil americana em meados do século XIX para garantir a cidadania plena aos negros americanos, a Constituição dos EUA diz textualmente que a cidadania americana seria concedida a “todas pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos ”.

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Tal disposição à qual Trump se referiu tem sido rotineiramente interpretada como uma garantia de cidadania à maioria das pessoas nascidas nos EUA, sejam seus pais cidadãos americanos ou não e estejam eles vivendo legalmente no país ou não.

Fonte: IG Nacional
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Entidades judiciárias se juntam para ato contra lei do abuso de autoridade

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Divulgação/Apamagis

Presidente da Apamagis entende que lei de abuso de autoridade vai contra o que a sociedade escolheu nas eleições


Entidades de classe da Magistratura, do Ministério Público, dos delegados e dos auditores e fiscais, no Estado de São Paulo e nacionais, vão realizar ato público nesta quinta-feira (22), às 11h, no Fórum Criminal da Barra Funda, contra o projeto de lei de abuso de autoridade, que visa a definir novos crimes praticados por agentes públicos.

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 As entidades entendem que a lei de abuso de autoridade é um revés para as carreiras de Estado que formam o Sistema de Justiça e de Segurança Pública porque criminaliza atos praticados por magistrados, promotores, policiais e fiscais no exercício de suas funções típicas.

“O PL 7596/17 representa justamente o movimento contrário ao que a sociedade exigiu nas urnas na última eleição. Esse PL enfraquece o sistema da Justiça e da segurança pública e coloca em cheque a fiscalização, a investigação, os oferecimentos de denúncia, e o próprio julgamento e execução das sentenças criminais” afirma Fernando Bartoletti , presidente da Apamagis (Associação Paulista de Magistrados).

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Há dois anos em tramitação na Câmara dos Deputados, o chamado projeto do Abuso de Autoridade aguardava formação de comissão especial. No dia 14 de agosto, após votação de requerimento de urgência da proposta, foi aprovado pelo plenário da Câmara em votação simbólica.

Fonte: IG Nacional
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