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Adeus, vício: 7 ferramentas para controlar o tempo de uso do celular

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Saber o seu tempo de uso do celular pode ser o primeiro passo para pegar mais leve no uso das redes sociais, jogos e aplicativos de streaming. E o que já foi uma tarefa árdua está cada vez mais fácil de ser cumprida, graças a aplicativos específicos e aos próprios sistemas operacionais dos smartphones.

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Controlar o tempo de uso do celular é uma tarefa árdua, mas algumas ferramentas podem ser suas aliadas na jornada

Serviços como Facebook, Instagram e YouTube já fazem parte de uma lista em expansão de aplicativos que permitem aos usuários controlarem seu tempo de uso do celular , mesmo que parcialmente. 

Por que controlar o tempo de uso do celular?

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shutterstock

Controlar quanto tempo gasta nas redes sociais e dispositivos móveis é uma forma de adotar hábitos mais saudáveis

O principal objetivo dessas ferramentas cada vez mais comuns é ajudar o usuário a ter um panorama de quanto tempo ele passa com a tela do seu smartphone ligado, seja mexendo nas redes sociais ou se divertindo nos jogos mobile.

Assim, fica mais fácil prevenir e/ou combater um eventual vício em celular , um problema cada vez mais comum – no Brasil, por exemplo, 52% da população admitiu que não consegue ficar um dia sem mexer no celular .

Se você estiver disposto a mudar esse cenário, então chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre sete das várias ferramentas para controlar o tempo de uso do celular que existem hoje em dia.

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1. “Bem-estar digital” – Android 9

O Android 9, versão mais recente do sistema operacional do Google, tem uma ferramenta própria para te ajudar a monitorar o uso do seu smartphone, o “bem-estar digital”.

Em “Configurações”, procure pela aba “Bem-estar digital”. Ao clicar nela, você verá um painel de controle dizendo quanto tempo a tela do celular passou ligada no dia, e qual o aplicativo mais utilizado no período.

Também é possível ajustar um temporizador para limitar seu tempo nos aplicativos que quiser, ou então estabelecer um período de descanso para você relaxar antes de dormir sem receber notificações.

2. “Seu tempo no Facebook” – Facebook

Para ajudar a combater o vício em celular, o Facebook embutiu um painel de controle próprio no seu aplicativo, que informa aos usuários quanto tempo eles passam por dia, em média, na rede social. Para acessá-lo, basta ir em na aba que se parece com três linhas e procurar o botão “Configurações & Privacidade”. Em seguida, clique em “Seu tempo no Facebook”.

3. Forest

O Forest é um aplicativo que propõe superar o vício em celular. Sempre que quiser focar em alguma tarefa sem mexer no celular, o app exige que você plante uma árvore virtual. Quanto mais tempo focado você passar, mais a planta crescerá. O app está disponível de graça tanto para Android como para iOS.

4. “Minha Atividade” – Instagram

Assim como o Facebook, o Instagram disponibiliza aos usuários de suas versões mais recentes o tempo diário médio que cada um passa usando o aplicativo. Na página do seu perfil, clique no ícone em forma de três linhas e procure pela aba “Minha Atividade”. Lá, você também poderá ativar um temporizador para controlar o uso da rede social.

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5. “Tempo de Uso” –  iOS 12

Desde a implementação do iOS 12, a Apple deu aos usuários a opção de controlar e monitorar seu tempo de uso do celular. A ferramenta funciona de forma bastante semelhante à do Android 9, e pode ser acessada em “Ajustes” > “Tempo de Uso”.

6. Moment

Disponível tanto para iOS como para Android, o Moment é um aplicativo semelhante ao Forest. Além de te passar um relatório com seu tempo de atividade e disponibilizar formas de reduzir esse tempo, o Moment também permite que você crie metas para superar seu vício em celular.

7. “Tempo assistido” – YouTube

Um dos principais aplicativos do Google, o YouTube também tem seu próprio painel de controle para quem está tentando deixar a tela do celular um pouco de lado. Basta clicar no ícone da sua conta no aplicativo e selecionar o item “Tempo assistido”.

Você encontrará estatísticas para o dia atual, o dia anterior e a semana anterior, além da sua média diária. Também é possível desligar uma série de ferramentas do aplicativo para ajudar a reduzir o uso.

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Pode demorar, mas diminuir o tempo de uso do celular com a ajuda dessas ferramentas é mais fácil do que tentar sozinho – e você pode, inclusive, descobrir outros apps ainda mais eficientes no meio do caminho.

Fonte: IG Tecnologia
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Seu smartphone te dá dores de cabeça? A culpa pode ser da tela OLED

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Olhar Digital

jovem com smartphone na mão arrow-options
Divulgação/Google

Simulação de níveis de brilho dos novos smartphones pode causar dores de cabeça, alerta oftalmologista

Se você adquirir um novo smartphone, há uma boa chance de que sua tela seja  OLED . Esse tipo de tecnologia é bastante usada na maioria dos novos iPhones (exceto o XR), no LG G8, em carros chefe da Samsung e nos modelos intermediários de empresas como a Motorola.

Elas oferecem muitas vantagens em relação às telas de LCD, como melhor contraste, cores mais vivas e telas mais finas. Mesmo assim, alguns usuários reclamam de dor de cabeça ao utilizá-las.

Veja mais: Adeus, vício: 7 ferramentas para controlar o tempo de uso do celular

A principal causa deste problema se dá ao fato de que, em alguns níveis de brilho, as telas OLED piscam, o que causa um desconforto no usuário que pode levar a dores de cabeça se ele ficar muito tempo exposto a isso. As telas com tecnologia OLED são compostas por pequenos ponto luminosos, os LEDs, com cada um emitindo luz com uma das cores primárias: vermelho, verde ou azul.

Ter muitas fontes diferentes de luz em uma tela, em vez de uma única luz de fundo que a ilumina por inteiro, significa que quando a tela está com brilho total há melhor contraste, e as partes pretas de uma imagem são bem mais escuras.

Para entender melhor como os benefícios dessa tecnologia, pense em como os fãs ficaram irritados com a última luta contra os caminhantes brancos em “A Longa Noite”, episódio da oitava temporada de  Game of Thrones .

A tela ficou escura quase o episódio inteiro, o que dificultou ver o que estava acontecendo. Mas uma boa tela OLED deixaria o episódio bem mais visível, porque o contraste seria muito maior quando comparado a uma tela LCD.

É justamente esse detalhe que torna os smartphones com tela OLED tão atraentes: com contraste elevado e pretos mais profundos, você obtém uma imagem melhor e mais realista . Mesmo com esses benefícios, a tecnologia está sendo responsável por deixar alguns usuários mais sensíveis com dores de cabeça.

Leia: Youtuber cria sua própria versão do novo iPhone: “Demorou cerca de 258 horas”

As telas OLED não possuem diferentes níveis de brilho. Quando alguém deseja diminuir o brilho em um telefone com OLED, a tela usa um método chamado de modulação por largura de pulso, que liga e desliga rapidamente os LEDs criar a ilusão de uma imagem mais escura.

Os telefones LCD não fazem isso. Em vez disso, eles usam um filtro que controla a quantidade de luz que pode passar pelo painel. Alguma luz, inevitavelmente, passará pelas áreas mais escuras da tela, tornando o preto mais acinzentado e deixando a imagem um tanto “lavada”. Mas também evita que a cintilação cause cansaço visual e dores de cabeça em algumas pessoas.

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O Dr. Rai Maturi, oftalmologista e membro da Academia Americana de Oftalmologia, diz que a questão pode ser mais pronunciada entre os jovens do que nos velhos. Muitas pessoas mais velhas têm visão pior do que os jovens, ele diz, então, “as pessoas mais jovens podem discernir cintilação em uma frequência mais alta do que as pessoas mais velhas”. Maturi ainda afirmou que algumas pesquisas devem ser realizadas para determinar o papel que as telas piscantes de smartphones tem nas dores de cabeça de alguns usuários.

Dá para melhorar

Como uma forma de diminuir isso, os usuários podem aplicar um filtro para deixar a tela mais escura, mesmo que ela esteja no brilho máximo. Nos iPhone X, XS e XR, será necessário abrir as “Configurações” e navegar até “Geral > Acessibilidade > Acomodações de Exibição > Reduzir ponto branco”. O usuário deverá reduzir o ponto branco para 95% ou abaixo e verificar se o nível de brilho do telefone está acima de 50%. Isso deve ajudar a amenizar qualquer oscilação.

No caso do Android , o sistema não possui uma opção nativa para isso, mas o usuário pode baixar um aplicativo de terceiros para que seja colocado um “filtro” escuro sobre a tela. Para que a configuração seja feita de forma correta, deve-se certificar que o brilho esteja no máximo para que os ajustes tenham resultado.

Como um celular é hackeado? Conheça as técnicas e saiba se proteger

Se nenhuma dessas configurações der resultado e as dores de cabeça e incômodos continuarem, pode ser necessário procurar um especialista para que a causa e os tratamentos necessários sejam definidos.

Via:  One Zero

Fonte: IG Tecnologia
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Instagram sem likes: aspirantes na rede perdem, mas bem-estar aumenta

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Alcançar a fama de um “instragramer”, o influenciador que tem no Instagram sua principal vitrine, vai ficar mais difícil com a retirada do  número de curtidas que cada foto recebe na rede social. A avaliação é de Júnior César, da Brasilera Digital Agenciamento de Influenciadores Digitais.

Viih Tube arrow-options
Divulgação

Viih Tube tem 10 milhões de seguidores no Instagram

A agência é responsável pela carreira de jovens rostos conhecidos na internet como Camila Loures, 24, que tem 6 milhões de seguidores no aplicativo de fotos, Viih Tube, 18, com 10 milhões de seguidores só no Instagram e Gregory Kessey, 19, seguido por 2,3 milhões de usuários da plataforma.

“Para novos influenciadores, que têm no Instagram a sua principal rede , ficou um pouco mais complicado provar o engajamento. Quem está começando vai ter que dobrar o trabalho”, avalia César.

Segundo ele, quem já está consolidado não terá a vida muito alterada. “Basta manter o ‘analytics’ (relatórios de presença e comportamento de visitantes em uma página da internet) atualizado. Isso já era feito, por exemplo, com os Instagram Stories, que também não mostram o número de visitantes publicamente”, explica.

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Se por um lado, a decisão pode afetar os planos de alguns usuários da rede social , por outro será benéfica para diminuir a ansiedade de outros, na avaliação da psicóloga Karen Scavacini, do Instituto Vita Alere, que atua na prevenção e posvenção (quando se perdeu alguém) do suicídio.  “O número de influenciadores que monetizam com a rede social é bem menor do que de usuários que podem ser beneficiados”, argumenta Karen.

Ela avalia que redes sociais como o Instagram podem gerar ansiedade e alteração no sono. “Muitos jovens acordam à noite para conferir quantas curtidas receberam. Por isso, a medida provavelmente vai ajudar na saúde mental dos usuários da rede, estimulando um jeito mais saudável de se relacionar com ela”, pondera.

Karen explica, inclusive, a relação entre as redes sociais e o suicídio. “O suicídio sempre é multifatorial. A gente precisa montar um quebra-cabeças complexo para entendê-lo, mas dependendo de como um usuário se relaciona com a rede, ela pode sim, ser mais uma peça desse quebra-cabeças”, alerta.

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Júnior César também vê fatores positivos na nova regra. “A preocupação agora vai ser mais com o conteúdo e menos com os números . Tinha muita gente na rede investindo em uma estética exacerbada e esquecendo o mundo real. Isso pode mudar e quem quiser se destacar deve apostar na criatividade”, aconselha.       

Sobre a mudança, o Instagram informa que se trata de um teste que começou no Canadá. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram e nossa expectativa é entender se uma mudança desse tipo poderia ajudar as pessoas a focar menos nas curtidas e mais em contar suas histórias”, afirma a rede social por nota.

Fonte: IG Tecnologia
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