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Adélio Bispo se recusa a receber tratamento psiquiátrico, revela revista

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Adélio Bispo de Oliveira se recusa a receber tratamento psiquiátrico no presídio


Diagnosticado com transtorno delirante persistente, Adélio Bispo de Oliveira se recusa a receber tratamento psiquiátrico na penitenciária federal de Campo Grande (MS), onde está preso. É o que revela a revista Época   nesta sexta-feira (19). O responsável pela facada em Jair Bolsonaro ainda na campanha das eleições de 2018 foi considerado inimputável e, por isso, está condenado a receber cuidados médicos.

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Na matéria. a Época revela, por entrevista com o advogado de Adélio , que existe a recusa em tomar qualquer remédio ofertado na prisão, mas que agora que o caso está concluído, o mesmo passará a ingerir os medicamentos.

Preso no dia 6 de setembro de 2018 – data do atentado contra o então candidato a presidente Jair Bolsonaro – Adélio Bispo de Oliveira não chegou a ser julgado por tentativa de homicídio, justamente por ter sido considerado inimputável , ou seja, incapaz de agir em sã consciência.

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Pela lei, Adélio Bispo de Oliveira receberá o tratamento psiquiátrico mesmo que de forma involuntária.

Fonte: IG Nacional
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Pronunciamento de Macron sobre Amazônia irrita apoiadores de Bolsonaro

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Reprodução/Twitter/emmanuelmacron

Emmanuel Macron

Neste sábado (24), o presidente francês, Emmanuel Macron, pediu a “mobilização de todas as potências” em prol da Amazônia . Segundo ele, essa parceria entre os países é importante para combater o desmatamento e investir no reflorestamento. O pronunciamento foi feito antes da reunião anual da cúpula G7, que acontece neste fim de semana em Biarritz, litoral da França.

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O pronunciamento do presidente foi motivo de polêmica entre os apoiadores de Bolsonaro, que logo colocaram a hashtag #MacronLiar ( Macron mentiroso) nos Trending Topics do Twitter. “Vai cuidar do que lhe pertence! O Brasil cuida bem da floresta”, publicou um usuário, junto de uma foto da Catedral de Notre Dame em chamas. “Covarde, que não quer ajudar, só criticar”, disse outro. Confira mais tweets abaixo:

A cúpula G7 é composta pelas sete economias mais avançadas do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. “A Amazônia é nosso bem comum. Estamos todos envolvidos, e a França está provavelmente mais do que outros que estarão nessa mesa, porque nós somos amazonenses. A Guiana Francesa está na Amazônia”, afirmou Macron.

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No discurso, destacou que a Amazônia “é um tesouro de biodiversidade e um tesouro para o nosso clima, graças ao oxigênio que ela emite e ao carbono que ela captura”. O presidente da França comprometeu-se a defender o oceano e as florestas. “Temos que responder a isso de maneira concreta. Nestes assuntos, o tempo não é mais para palavras, e sim para ações”, disse Macron .

Fonte: IG Nacional
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Forças Armadas iniciam combate às queimadas na Amazônia neste sábado

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Fernando Frazão/ABr

Queimadas na Amazônia subiram 82% neste ano

O governo federal anunciou que as ações das Forças Armadas para o combate às queimadas que destroem a floresta amazônica . vão começar na tarde deste sábado. Dois aviões, cada um deles com capacidade de transportar 12 mil litros de uma mistura de água e produtos químicos, já estão em Porto Velho (RO).

Além de Rondônia, Roraima e Tocantins, estados onde o presidente Jair Bolsonaro já autorizou o emprego da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), há uma solicitação do Pará, segundo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Há a expectativa de que pedidos semelhantes dos governos do Acre e de Mato Grosso cheguem nos próximos dias.

Não há previsão de envio de homens das Forças Armadas de outros estados para a Amazônia Legal. O efetivo a ser usado é aquele que já atua na Região Norte. Para as ações nas proximidades de Porto Velho, há a possibilidade de emprego de 400 homens, segundo o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Em um primeiro momento, 30 bombeiros da Força Nacional de Segurança se deslocaram de Brasília a Porto Velho, em apoio. Uma entrevista coletiva na manhã deste sábado reuniu Azevedo e Silva, Salles e o tenente brigadeiro Raul Botelho, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

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— Não vamos levar tropa efetiva daqui para lá. Em Porto Velho, tem sede da Brigada de Infantaria de Selva, com cerca de 700 homens. Dependendo do planejamento, pode-se usar cerca de 400 homens. É suficiente – disse o ministro da Defesa. — É importante a adesão dos governos estaduais, senão vamos ficar limitados às áreas federais, que são as Unidades de Conservação e e as terras indígenas.

Ainda segundo Azevedo e Silva, além dos Estados Unidos, Chile e Equador já se dispuseram a ajudar nas ações, mas ainda não houve movimentos concretos. Ele disse que a conversa entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente dos EUA, Donald Trump, ficou no nível da “intenção”.

A previsão é que a primeira ação de combate ao foco sob a coordenação das Forças Armadas aconteça às 16h30m deste sábado, com o uso de uma aeronave do modelo C-130. Ao todo, seis aviões e um helicóptero foram deslocados para Rondônia. Também foram levadas para o centro da crise 18 pessoas para cuidar da comunicação social. O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, disse que “a área de comunicação é muito importante nesse momento que estamos vivendo”.

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Azevedo e Silva acrescentou que está “combinado” com o Ministério da Economia o desbloqueio dos R$ 20 milhões que estão previstos no orçamento da pasta este ano para ações da GLO. Segundo ele, a sinalização foi dada em uma reunião na sexta-feira, pelo secretário-executivo da Economia, Waldery Rodrigues.

— Está combinado. Estou numa fase em que só acredito quando abrir o cofre e ver. Com o Paulo Guedes (o acerto). Ontem, na reunião com o presidente da República, estava o secretário Waldery, e ele falou isso, que o mais fácil era descontingenciar — disse Azevedo e Silva.

Ricardo Salles afirmou que há um saldo de pouco mais de R$ 1 bilhão no Fundo Amazônia , e que os recursos estão sendo usados também pelo Ministério do Meio Ambiente nas ações contra as queimadas. Salles negou que o governo tenha demorado a agir para conter os focos de incêndio.

— As queimadas ocorrem justamente agora no período seco, questão de 30 dias para trás. Foi nesse momento quente e seco que se iniciaram as queimadas (em maior volume). Portanto, a resposta dada às queimadas foi absolutamente tempestiva.

Fonte: IG Nacional
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