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Economia

Acumulou! Placar elástico da Previdência deixa bolão de deputados sem ganhadores

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joice hasselmann arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 10.7.19

Parlamentares do DEM e a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL), apostaram R$ 100 cada

Nem os parlamentares mais otimistas esperavam que o texto-base da reforma da Previdência,  aprovado na noite dessa quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados, passasse com tanta folga pelo colegiado. O placar de 379 votos a 131 deixou o bolão organizado por um grupo de deputados sem ganhadores.

Segundo informações publicadas pelo  O Estado de S. Paulo , parlamentares do DEM e a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL), apostaram R$ 100 cada. Ao jornal, Joice revelou ter chutado 342 votos, 37 abaixo do resultado final, por ser o mesmo número da votação para abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“Não é um número bonito, número do impeachment [de Dilma]. Eu lembrei desse número, que foi tão feliz pro País. A gente vai pagar o jantar da vitória da Previdência com esse bolão aí”, disse a deputado na última terça-feira (9).

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Ainda de acordo com o Estadão , a aposta que chegou mais perto do resultado final foi de 367 votos. Como não houve ganhadores, a ideia é que o prêmio acumule para as discussões da reforma tributária , tida como o próximo desafio do governo no Congresso. Vale lembrar que  já tramita na Casa uma proposta sobre o tema encabeçada por deputados do centrão e apresentada por Baleia Rossi (MDB).

Votação no plenário

Depois de dois dias de debates, tentativas de obstrução e confusões, o plenário da Câmara aprovou, por 379 votos a 131, o parecer da reforma da Previdência enviado pela comissão especial da Casa. O texto precisava de pelo menos 308 votos favoráveis para passar desta primeira etapa. A matéria ainda deve ser votada mais uma vez pelo colegiado antes de seguir para o Senado .

“Nosso sistema previdenciário coloca o Brasil numa realidade muito dura. Essas reformas [tributária e da Previdência] vêm no intuito de reduzir desigualdades. Tenho certeza de que esse é o objetivo de todos os parlamentares, dos que votaram a favor e dos que votaram contra”, declarou Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara, antes de anunciar o resultado da votação.

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Nesta quinta-feira (11), o colegiado retomará as discussões sobre a PEC  (Proposta de Emenda à Constituição). Os deputados devem votar os destaques que poderão ou não ser incluídos no texto-base da proposta. Até o momento, há 31 destaques e emendas aglutinativas referentes à reforma da Previdência que devem ser apreciados.

Fonte: IG Economia
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Economia

Produtores rurais poderão refinanciar dívidas com juros de 8% ao ano

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Produtores rurais e cooperativas de produção que tiveram problemas climáticos ou de comercialização poderão ter acesso a uma nova linha de crédito para refinanciar a dívida. Em reunião extraordinária nessa terça-feira (15), o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu as condições para o novo financiamento.

Nessa modalidade, chamada de composição de dívidas, os bancos concedem novo crédito para a liquidação integral de débitos. Ao todo, o governo vai oferecer até R$ 1 bilhão para a composição de dívidas de empréstimos de custeio e investimento rural contratadas até 28 de dezembro de 2017.

Cada produtor só poderá contrair até R$ 3 milhões para a composição de dívidas, com juros efetivos de 8% ao ano e prazo de pagamento de até 12 anos. O beneficiário terá 36 meses de carência, só começando a pagar a nova linha de crédito três anos depois da contratação.

Em nota, o Ministério da Economia informou que a composição de dívidas pretende permitir que os produtores e as cooperativas alonguem os prazos financiamentos contratados anteriormente, cujo cronograma original de pagamento foi dificultado por imprevistos climáticos ou problemas na venda da produção.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Economia
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Economia

IGP-10 registra inflação de 0,77% em outubro, diz FGV

Publicado

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) teve inflação de 0,77% em outubro deste ano. A taxa é superior à observada no mês anterior, que teve uma deflação (queda de preços) de 0,29%. O índice acumula índice de inflação de 4,42% no ano e de 2,97% em 12 meses.

A alta da taxa de setembro para outubro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que tiveram inflação de 1,16% em outubro. No mês anterior, o atacado havia tido deflação de 0,57%.

Por outro lado, os preços no varejo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, tiveram deflação de 0,06% em outubro. Em setembro, o índice havia tido inflação de 0,05%.

O Índice Nacional de Custo da Construção também teve queda, mas continuou registrando inflação. A taxa recuou de 0,79% em setembro para 0,09% em outubro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia
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