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Acumulou: Mega-Sena pode pagar até R$ 140 milhões neste sábado

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Mega-Sena
iG São Paulo

Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis

A Caixa Econômica Federal pode pagar até R$ 140 milhões neste sábado (4) a quem acertar as seis dezenas da Mega-Sena
. Dado o valor acumulado, as lotéricas de todo o país devem apresentar filas ao longo do dia. O resultado do concurso 2.148 sairá às 20h.

Para participar do sorteio da  Mega-Sena
, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País. Apostadores também podem entrar no sorteio pela internet, o valor mínimo para fazer uma compra pelo sistema online é de R$ 30 em apostas. O serviço do site funciona 24 horas por dia.

Saiba mais sobre a Mega-Sena

Mega-Sena
Paulo Pinto/Fotos Públicas

Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País

Esse é um concurso realizado pela Caixa Econômica Federal
que pode pagar milhões ao apostador que acertar seis números, que são sorteados ao menos duas vezes por semana – normalmente, de quarta-feira e sábado. Ainda é possível ganhar prêmios menores ao acertar quatro (Quadra) ou cinco dezenas (Quina).

Leia também: Veja casos da Mega que foram parar na Justiça

O próprio jogador pode escolher os números da aposta ou tentar a sorte com a “Surpresinha”, em que o sistema escolhe os números. É possível também concorrer com as mesmas dezenas por dois, quatro ou oito concursos consecutivos na chamada “Teimosinha”.

Os prêmios iniciais desta loteria
costumam ser em torno de R$ 2,5 milhões para quem acerta seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do volante.

Leia também: Quase milionários: a emoção de quem acertou a quina na Mega

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores das seis dezenas da Mega-Sena
sorteadas, 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final 0 ou 5 e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou 5.

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IBGE confirma início do Censo em 1ª de agosto

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Aparelho onde as informações do Censo serão registradas
Arquivo / Agência Brasil

Aparelho onde as informações do Censo serão registradas

Quase dois anos após a data inicialmente prevista, o Censo Demográfico 2022 já tem data para começar: 1º de agosto. Antes marcada para 2020, exatamente dez anos após a última coleta de dados, em 2010, a pesquisa teve que ser adiada em razão da pandemia de covid-19.

A data foi confirmada pelo IBGE hoje (25), um dia depois da sanção do Orçamento da União, que prevê R$ 2,2 milhões para o Censo.

Inicialmente, os técnicos esperavam que os recenseadores começassem as visitas ainda em junho, mas o cronograma foi ajustado para a troca da banca responsável pelo concurso que vai contratar os profissionais.

Entre agosto e outubro, espera-se que eles visitem mais de 70 milhões de domicílios em todo o país. Como medida de segurança, o IBGE afirmou que seguirá protocolos sanitários de saúde contra a covid-19 como o uso de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social durante as visitas.

Além da entrevista presencial, a população poderá participar do Censo pela internet ou por telefone. Uma Central de Apoio à Coleta está à disposição dos cidadãos para esclarecer dúvidas de acesso e fornecer o suporte necessário.

Vale lembrar que todos os recenseadores do IBGE estarão uniformizados com bonés e coletes azuis com a logomarca do órgão. No colete, o funcionário apresentará também um crachá com identidade e matrícula do entrevistador. As informações serão registradas em aparelho semelhante a um smartphone, na cor azul. Para confirmar a identidade dos entrevistadores, basta acessar respondendo.ibge.gov.br ou ligar para 0800 721 8181.

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José Eduardo Cardozo: O Professor de Deus

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O ex-ministro da Justiça e ex-AGU José Eduardo Cardozo
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 15.03.2016

O ex-ministro da Justiça e ex-AGU José Eduardo Cardozo

Apesar dos avanços da psicologia cognitiva, ainda hoje os nossos concursos públicos ignoram a possibilidade de se avaliar a inteligência emocional dos que desejam ocupar cargos públicos. A aprovação em provas de conhecimentos é tida como critério meritocrático suficiente para a escolha dos mais aptos a exercerem funções públicas, independentemente de saberem lidar ou não com as suas emoções.

Tenho hoje a convicção de que se os concursos públicos para a magistratura avaliassem o nível de inteligência emocional dos seus candidatos, Sergio Moro nunca teria sido juiz. Algo, porém, me tranquiliza. Mandatos eletivos não são outorgados por concursos de provas ou de provas e títulos, nem pela avaliação que os candidatos fazem de si próprios. As urnas eleitorais – embora possam ocorrer equívocos – costumam ser mais eficientes nessas avaliações. Soberbos, arrogantes e ególatras, a menos que sejam bons atores, raramente conseguem ter empatia com os eleitores.

Por isso, vendo as manifestações recentes em que assume publicamente a sua ambição política, avalio que o ex-juiz dificilmente vencerá a próxima eleição presidencial. Moro largou a toga, mas não perdeu a arrogância. E sequer revela talento para escondê-la.

Em um artigo recente, Moro resolveu ensinar jornalistas a entrevistarem o ex-Presidente Lula. Como aquele que tudo sabe, afirmou que esses profissionais estariam sendo “bem generosos” com o seu oponente e que seriam despreparados por não fazerem a “lição de casa” de estudar para as suas entrevistas. Como se fosse um professor de jornalismo, sugeriu perguntas a serem feitas pelos profissionais da imprensa para aquele que prendeu e afastou da eleição presidencial, abrindo o caminho para a vitória de Jair Bolsonaro. Também não economizou autoelogios, sugerindo que – pasme-se – teria sido um exemplo de “bom juiz”. Mas e quanto às suas decisões anuladas pela nossa Suprema Corte? Erradas, claro. Magistrados que desfazem as suas decisões incorrem, para ele, em crime de “lesa-divindade”. Aliás, aqueles que criticam a “Lava-Jato” pelos abusos cometidos seriam sempre defensores de “bandidos”.

No Brasil, o país das vassourinhas que varrem bandalheiras e dos caçadores de Marajás, super-heróis autoritários que combatem a corrupção, atingindo adversários e poupando aliados, não são novidades. O “novo” em Moro está no fato dele ter agido assim vestindo uma toga. E hoje, com a mesma arrogância e desfaçatez de quando dizia que era um juiz imparcial e não tinha um projeto político, ao mesmo tempo em que violava garantias constitucionais, decretava prisões cautelares abusivas para obter delações premiadas e condenava réus sem provas, quer ensinar jornalistas a fazerem perguntas que já foram respondidas e provadas nos autos do processo judicial em que suas condenações foram anuladas.

Não quero ensinar a nenhum jornalista a sua profissão. Mas como cidadão gostaria de ouvir de Sérgio Moro, sem tergiversações, respostas que, até hoje, não encontro em nenhum processo judicial. Pergunto então a ele:

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1)  as mensagens divulgadas pelo the Intercept Brasil são falsas ou verdadeiras?

2)  se foi um bom e imparcial juiz por que divulgou, ilicitamente e de modo descontextualizado, um diálogo mantido entre a ex-Presidenta Dilma e o ex-Presidente Lula, indevidamente interceptado? Se não errou ao assim decidir por que então pediu publicamente “desculpas” ao STF?

3) uma das dez medidas contra a corrupção propostas pelos membros da Lava-Jato defendia a possibilidade de utilização de provas ilícitas para condenações sancionatórias. Considerando que se essas medidas tivessem sido aprovadas, as mensagens ilicitamente obtidas por um hacker poderiam ser utilizadas para condená-lo, ainda afirmaria que os garantistas que defenderam a não aprovação dessa medida estavam apenas defendendo “bandidos”?

4) a que título e de que forma desempenhou atividades na Consultoria Alvarez & Marsal? Que valores percebeu, inclusive em decorrência da rescisão contratual? Por que não os apresenta ao TCU já que sempre disse que o melhor desinfetante é a “luz do sol”? Como justifica não existir conflito ético pelo fato de ter prestado serviços para uma empresa que percebeu elevados pagamentos de companhias investigadas pela Lava-Jato?

JOSÉ EDUARDO MARTINS CARDOZO  é advogado e professor de Direito da PUC/SP e do UniCEUB/DF. Ex-Ministro da Justiça e Ex-Advogado Geral da União.

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