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Economia

Acordo entre Mercosul e União Europeia proíbe subsídios a exportações

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bolsonaro e macri
Marcos Corrêa/PR

Medida beneficiará principalmente Brasil e Argentina, países competitivos nas vendas de produtos do agronegócio

acordo acomercial entre Mercosul e União Europeia  anunciado na semana passada vai proibir subsídios à exportação. Segundo uma versão preliminar que circula nesta segunda-feira (1º) entre europeus e sul-americanos, a ideia é evitar a concorrência desleal no intercâmbio de mercadorias entre as duas regiões. A medida beneficiará principalmente Brasil e Argentina, países competitivos nas vendas de produtos do agronegócio.

Nas últimas duas décadas, durante as negociações do acordo com a UE, o fim dos subsídios domésticos e à exportação sempre foi pautado pelo Mercosul . Algumas nações europeias, como França e Irlanda, vinham se posicionando contra o fim das subvenções, que ajudam os produtores agrícolas com a manutenção de preços mínimos, juros bem abaixo dos praticados no mercado externo e outros benefícios.

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Pelo que foi negociado entre os dois blocos, o Mercosul vai liberalizar totalmente 91% das suas importações da União Europeia durante um período de transição de até dez anos. Foi estabelecido um prazo mais longo, de até 15 anos, para produtos mais sensíveis. Já a UE vai liberalizar 92% de suas importações do Mercosul durante um prazo de transição de até dez anos.

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Produtos

Com uma tarifa de importação de 35%, o máximo permitido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), os automóveis de passageiros são considerados sensíveis na concorrência com os importados e, por isso, terão um tratamento especial. Neste caso, o imposto só será zerado 15 anos após a entrada em vigor do acordo, com um período de redução tarifária gradual iniciado oito anos antes disso.

A novidade é que, nesse período de carência, o Mercosul terá uma cota de 50 mil unidades por ano de automóveis europeus que poderão ser importados com alíquotas menores. O setor de partes e peças para veículos também terão um período de transição.

Quanto ao setor agrícola , a UE abrirá seu mercado para 82% das importações do Mercosul, ficando as compras restantes sujeitas a compromissos de liberalização parcial, incluindo cotas tarifárias, relativas ao limite de mercadorias que poderá ser importao com impostos reduzidos. São os casos de carnes bovina, de frango e suína, açúcar, etanol, arroz, mel e milho.

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Queijos, leite em pó e alimentos infantis só serão liberalizados em até dez anos pelos europeus. Já o Mercosul abrirá seu mercado para os vinhos da região, cujas tarifas também serão zeradas em até 12 anos dependendo do tipo da bebida. Também estão na lista bebidas energéticas, refrigerantes, azeite, frustas frescas, pêssegos em calda, conservas de tomate, malte, batatas congeladas, chocolates e biscoitos.

Fonte: IG Economia
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Preço da carne desacelera e prévia da inflação de janeiro fica em 0,71%

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Foto: Agência Brasil/Arquivo

Preço da carne desacelerou em janeiro


A prévia da inflação oficial ficou em 0,71% em janeiro, segundo divulgou o IBGE nesta quinta-feira (23), com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 ( IPCA-15 ). O valor é o mais alto para um mês de janeiro desde 2016. 

Em dezembro, a prévia da inflação fechou em 1,05%. Nos últimos 12 meses, o índice acumulou uma alta de 4,34% – no ano anterior, a taxa foi de 3,91%. 

Carne desacelera 

Na comparação com dezembro, o principal motivo pela desaceleração do índice, segundo o IBGE , foi a carne . Em dezembro, o produto tinha passado por uma alta de 17,71%, o que puxou a inflação para cima. Agora, esse índice foi de 4,83%. Mesmo com a desaceleração, a carne ainda foi o item com maior contribuição individual no índice, de 0,15 ponto percentual. 

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Dentre os produtos que aceleraram na comparação com dezembro e tiveram grande peso na prévia da inflação , o destaque vai para as frutas , cujo preço subiu 3,98%, e o frango inteiro , que saltou 4,96%. O produto que registrou maior queda foi a cebola , cujo preço caiu 5,43% de dezembro para janeiro. 

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Alimentação e bebidas foram o grupo de produtos que mais registrou alta da passagem de dezembro para janeiro, com taxa de 1,83% – o que impactou 0,45 ponto percentual na prévia geral da inflação

Alta na gasolina

O grupo de transportes foi o segundo que mais impactou no índice. Isso se deve, sobretudo, ao preço da gasolina , que continuou subindo em janeiro, com aumento médio de 2,64%. Todas as regiões pesquisadas pelo IBGE tiveram alta no combustível, mas a campeã foi Fortaleza , com aumento de 4,60%. Em Belém , que teve o menor aumento do país, o acréscimo na gasolina foi de 0,58%.

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Mas não foi só a gasolina que impactou no aumento do preço dos transportes . Ônibus urbanos e táxis também viram seus índices subirem em 0,30% e 0,28%, respectivamente. O primeiro foi puxado, sobretudo, pelos reajustes das passagens em Brasília e São Paulo . Já o preço dos táxis foi impactado pelo aumento das tarifas no Rio de Janeiro

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Belém inflacionada

Ainda sobre os transportes , a queda no preço das passagens aéreas , que tiveram redução de 6,45% em janeiro, fez com que Brasília tivesse o menor índice de inflação dentre as regiões pesquisadas (0,29%). 

Do outro lado, a campeã da inflação no Brasil foi a região metropolitana de Belém , com índice de 1,13%. O principal produto que puxou a taxa para cima foi o frango inteiro , que subiu 9,12% na região. 

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Energia elétrica mais barata

Alguns grupos registraram deflação em janeiro, e o principal foi a habitação , com queda de 0,14% no índice. O principal motivo desta baixa foi a energia elétrica, que caiu 2,11% e foi o item com maior impacto individual negativo.

Fonte: IG Economia
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Economia

Em semana especial, Mega-Sena sorteia R$ 35 milhões nesta quinta-feira

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Thinkstock/Getty Images

Prêmio principal da Mega-Sena desta quinta-feira pode chegar a R$ 35 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (23) um prêmio estimado em R$ 35 milhões. As seis dezenas serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até 19 horas desta quinta-feira (23) nas casas lotérias ou pela internet. O bilhete simples da Mega-Sena, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O concurso faz parte da  Mega-Semana de Verão, que oferece uma chance extra ao apostador ao realizar três concursos semanais, ao invés de dois. O primeiro sorteio desta semana ocorreu na última terça-feira e os números sorteados foram 02, 04, 07, 16, 30, 38.

Já imaginou ganhar a Mega-Sena? Veja como prêmios são pagos com segurança

Os dois sorteios da  semana especial  ocorrem nesta quinta-feira (23) e no próximo sábado (25), concluindo os três concursos da semana especial. A Mega-Sena continua acumulada há seis concursos, desde a Mega da Virada, que foi sorteada no último dia de 2019.

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Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas . Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados.

Bolão vale a pena? Matemático dá dicas para ter mais chances na Mega-Sena

O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a  Surpresinha  – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada  Teimosinha .

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

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O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação .

Desse total, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados ; 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

Fonte: IG Economia
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