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Economia

Ações da Petrobras caem mais de 7% após intervenção de Bolsonaro

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Presidente Jair Bolsonaro
MARCOS CORRÊA/ PR

Ações da Petrobras despencaram após Bolsonaro segurar preço do diesel, que sofreria reajuste nesta sexta-feira (12)


As ações da Petrobras operam em forte queda na tarde desta sexta-feira (12), no primeiro dia após a intervenção do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na política de preços da empresa. Na noite de quinta-feira (11), Bolsonaro determinou que o preço do diesel, previsto para subir 5,74%, não sofresse alteração
.

Às 15h30, as ações ordinárias da Petrobras
(que tem direito a voto em assembleia) operavam em queda de 8,01%, enquanto as ações preferenciais (que têm prioridade na distribuição de dividendos) caíam  7,43%.

Mais cedo, Bolsonaro
admitiu que telefonou para o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, quando soube do aumento no valor do combustível. Com a intervenção no preço do diesel
, o mercado financeiro ficou receoso com possíveis próximas ações do governo dentro da empresa.

A política de fazer alterações nos preços dos combustíveis acontecia durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff
. O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que tem “absoluta certeza de que ele não vai praticar a mesma política da ex-presidente Dilma Rousseff no tocante à intervenção do preço do combustível e da energia”, e avaliou que “toda decisão tem fatores positivos e negativos”.

Em entrevista, Bolsonaro também lembrou a conduta de Dilma e aproveitou para alfinetá-la: “Não sou economista, já falei que não entendia de economia
“, afirmou, completando que  “quem entendia [de economia] afundou o Brasil”. A declaração foi feita na inauguração do novo aeroporto da capital Macapá, em sua primeira visita ao Amapá.

Mourão ainde defendeu o presidente e disse que prática intervencionista foi questão “pontual” e um “fato isolado”. Quando perguntado sobre a possível contradição entre a intervenção na Petrobras
e a autointitulação do governo como liberal, o vice-presidente respondeu que “em tese é [uma contradição]. Agora como eu respondi os fatos que chegaram ao conhecimento do presidente não são do meu domínio portanto eu acredito no bom senso dele e que tomou essa decisão buscando o bem maior.”

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Economia

Saiba como contestar resultado do cadastro do auxílio emergencial

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.

Hoje (27) a vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Tatiana Thomé, apresentou um tutorial sobre os procedimentos que o cidadão deve seguir para contestar pedidos negados ou retificar informações do auxílio emergencial. 

Veja na íntegra

 

As pessoas que tiveram o pedido de auxílio emergencial considerado inconclusivo devem fazer um novo cadastro no site ou no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial.

Segundo a vice-presidente de Governo da Caixa, Tatiana Thomé, o pedido de novo cadastro deve ser preenchido em duas situações: quando o requerimento é considerado inconclusivo (quando o cadastro não consegue ser avaliado) ou quando o benefício é negado. Nos dois casos, o usuário pode corrigir informações mais de uma vez, mas a análise e a liberação do benefício depende da Dataprev, estatal de tecnologia que verifica as informações em 17 bases de dados.

Quem teve o benefício negado, mas discordou dos motivos, pode contestar a análise no site ou no aplicativo da Caixa. Nesse caso, não é possível corrigir os dados. Apenas confirmar as informações prestadas e pedir uma nova análise. Diferentemente da apresentação de um novo pedido, a contestação só pode ser pedida uma vez.

Por que o cadastro foi considerado inconclusivo?

A vice-presidente da Caixa apresentou a lista dos principais motivos pelos quais o cadastro é considerado inconclusivo. Entre as razões, estão a marcação como chefe de família sem indicação de parentes, não ter informação de sexo masculino ou feminino nas bases do governo (ou sexo masculino numa base e feminino em outra) e incorreção no número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou da data de nascimento de pessoas da família.

Também aparecem como motivos a informação de membros da família com indicativo de morte e usuários que declararam membros da família no primeiro pedido e não declararam no segundo ou declararam não ser chefes de família no primeiro pedido e informaram sustentar a família no segundo cadastro.

Por que o cadastro não foi aprovado?

O aplicativo e o site da Caixa informam o motivo pelo qual o pedido foi indeferido. No entanto, segundo Tatiana, a contestação e a nova solicitação com retificação de dados só podem ser feitas em quatro circunstâncias: quando o requerente tem vínculo empregatício, casos de morte na família, recebe algum benefício (seguro-desemprego, seguro-defeso ou benefício da Previdência Social) ou renda mensal familiar superior a três salários mínimos ou meio salário mínimo por pessoa.

Caso o aplicativo ou o site informem outro motivo, a contestação ou a retificação de dados num novo cadastro não poderá ser feita. A vice-presidente da Caixa explicou que os dados informados pelo cidadão para iniciar o novo cadastro deverão ser iguais aos da Receita Federal. As últimas versões do aplicativo permitem o uso de documentos como carteira de motorista, carteira de trabalho e passaporte para o cadastro. Nas primeiras versões, só era possível apresentar a carteira de identidade.

A tela de abertura do aplicativo exige CPF, nome completo, data de nascimento e nome da mãe. Caso o usuário tenha mãe desconhecida nos dados da Receita, deverá marcar a opção, que aparece no aplicativo. As regras de pedido e de contestação são definidas pelo Ministério da Cidadania. A Caixa apenas executa o pagamento.

Como faço para saber o resultado da minha solicitação do Auxílio Emergencial?

1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site e clique em “Acompanhe sua solicitação”;

2º passo: Preencher nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;

Caso o auxílio não seja aprovado, será apresentado ao cidadão o motivo. Se discordar, pode fazer nova solicitação (para corrigir informação) ou contestar o resultado.

Para corrigir informações já cadastradas, basta clicar em “Nova solicitação” e preencher os dados.

Como faço para contestar motivo de cadastro não aprovado?

1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site “Acompanhe sua solicitação”;

2º passo: Preencha nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;

3º passo: Clique em “Contestação” e confirmar que quer fazer a contestação. A contestação só pode ser feita apenas uma vez. Serão apresentados os motivos da não aprovação;

4º passo: Confirme a declaração da veracidade das informações prestadas;

5º passo: Envie contestação vai pra análise.

O cidadão pode acompanhar o resultado da contestação no aplicativo ou no site. Basta clicar em “Acompanhe sua solicitação”.

O que fazer se o cadastro for considerado inconclusivo?

1º passo: Acesse aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou site “Acompanhe sua solicitação”;

2º passo: Preencha nome, data de nascimento, CPF e nome da mãe;

 Aparecerá lista dos prováveis motivos do cadastro estar inconclusivo.

3º passo: Fazer nova solicitação.

Aguardar a avaliação da Dataprev. Para consultar a resposta, basta clicar em “Acompanhe sua solicitação”.

 

*Texto alterado às 19h40 para acréscimo de informações. 

*Texto alterado às 20h27 para acréscimo de informações. 

Edição: Liliane Farias

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Economia

Vice-presidente do Governo da Caixa explica como fazer contestação para auxílio

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Constestação app Caixa
Reprodução Youtube Caixa Econômica Federal

No aplicativo Caixa Auxílio Emergencial é possível refazer o cadastro ou contestar negativa

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (27), a vice-presidente do governo da Caixa Econômica Federal, Tatiana Thomé, mostrou como deve ser feita a constestação em caso de negativa ao auxílio emergencial pelos candidatos cadastrados.

O aplicativo Caixa Auxílio Emergencial mostra o motivo pelo qual o candidato foi reprovado na seleção para obter o auxílio. Então, aparecem duas opções na tela: “Realizar nova solicitação” ou “Contestar essa informação”. O usuário pode escolher qual prefere – se quiser modificar seus dados, deve escolher a primeira; se quiser apenas contestar o motivo apresentado, a segunda.

Thomé apresentou também dados sobre o pagamento desta quarta-feira. Segundo a Caixa, foram pagos R$ 72,7 bilhões a 57,3 milhões de beneficiários.

Hoje, no entanto, não foi divulgada a quantidade de pessoas que estão em análise. De acordo com dados da coletiva de ontem, terça-feira (26), eram 5 milhões de cadastros em reanálise e 5,1 milhões em primeira análise.

Leia em: 42 milhões de cadastros foram negados para o auxílio emergencial

Coletiva de imprensa

Na coletiva de imprensa desta terça, esteve presente apenas a vice-presidente, Tatiana Thomé. Nas últimas semanas e dias, além de Thomé, as coletivas também tinham a presença do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o vice-presidente de tecnologia, Claudio Salituro.

O espaço para perguntas de jornalistas foi praticamente extinto na apresentação de hoje: apenas uma pergunta foi escolhida pela assessoria de imprensa da Caixa e sem o autor, como sendo um questionamento frequente.

A questão foi sobre erros no cadastro de conta de outro banco para recebimento do auxílio. Thomé respondeu que, nesses casos, a Caixa abre automaticamente uma conta poupança digital.

Todas as outras questões respondidas fora encaminhadas por internautas.

Veja: Como realizar o cadastro ao auxílio emergencial em 6 passos

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