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Acidente de ônibus na BR-101 deixa um morto e 22 feridos no Rio de Janeiro

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PRF / Reprodução

Vinte e duas pessoas ficaram feridas e uma morreu no acidente de ônibus

Um ônibus tombou no km 271 da BR-101, no sentido Rio de Janeiro, na altura de Tanguá, neste domingo (12). O acidente teve uma vítima fatal, que faleceu no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, após ser socorrida na rodovia. Outras 22 pessoas ficaram feridas, sendo pelo menos seis idosos e uma criança.

Segundo informações da concessionária Arteris, responsável pelo trecho, o veículo pertence à Viação Rio Ita e fazia o percurso Rio Bonito – Alcântara. O motorista perdeu o controle, saiu de pista e tombou em faixa de domínio.

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Entre as vítimas, 20 estavam no ônibus. As outras três eram pedestres. Como reflexo do acidente, o fluxo segue lento, com o acostamento interditado. A faixa da direita já foi liberada e não há interdições no local.

Fonte: IG Nacional
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Jovem escalpelada em kart pede reparação de 10 milhões de dólares e casa nos EUA

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Ed Wanderley

Ela sonha em estudar medicina nos Estados Unidos

A jovem que teve os cabelos escalpelados em um kart que funcionava dentro de uma rede de supermercados no Recife, em Pernambuco, apresentou uma lista de pedidos para o Grupo Big, local que abriga o kartódromo onde o acidente aconteceu. Débora Dantas perdeu o couro cabeludo e fez pedidos por meio do advogado Eduardo Barbosa para a segunda etapa do tratamento, em 2020. 

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Em nota ao G1 Pernambuco , o Grupo Big disse que Débora solicitou “pleitos que não guardam nenhuma relação com o acidente ou com a sua saúde”. O financiamento de um curso preparatório de sua escolha em qualquer lugar do mundo, além do financiamento do curso da Universidade de Medicina de Harvard e o custeio de plano de saúde internacional estão entre os pedidos.

Além disso, Débora solicitou uma casa em Longwood, nos Estados Unidos. O pagamento do valor de R$ 10 milhões de dólares para que o tratamento seguisse nos Estados Unidos também foi solicitado. 

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Ao Jornal do Commercio, Débora disse que está no início do tratamento e que a fase tem como foco a reparação. Durante esse processo, Débora teria recebido a informação de que a rede não iria mais arcar com os custos do tratamento.

“Para se ter uma ideia, hoje eu tenho pontos que estão saindo da minha cabeça. E esse tratamento ainda vai levar anos da minha vida. Não é coisa que vai se resolver de um dia para o outro. O que mais me deixou abismada foi o desrespeito. É como se as nossas vidas fossem menos importantes que as deles.”

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A rede de hipermercados se posicionou ainda afirmando que não se negou e nem se negará a custear os procedimentos necessários para a recuperação de Débora. Na última semana, a jovem se queixou ao saber que o Grupo Big iria parar de pagar as despesas médicas do seu tratamento.

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Na segunda-feira (13), o Procon de Pernambuco notificou o Grupo Big pedindo esclarecimentos a respeito da continuidade do suporte para o tratamento de Débora. O grupo afirmou ao Procon-PE que vai monitorar o andamento dos cuidados prestados e que vai arcar com o valor de R$ 300 mil da equipe médica para que a segunda etapa do tratamento seja encaminhado em Ribeirão Preto, São Paulo

Fonte: IG Nacional
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Suzane Richthofen segue cercada de violentos e tem apartamento de milionário

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IstoÉ

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Jornalista lança biografia sobre Suzane Richthofen


Há quase 18 anos o caso envolvendo a família Richthofen ganhou destaque em todo o País. Suzane, com 18 anos até então, matou os pais, Marísia e Manfred, junto com o namorado e o cunhado, conhecidos como os irmãos Cravinho.

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Hoje, Suzane permanece presa cumprindo seu regime de 39 anos e seis meses de prisão, sem direito ao regime aberto, uma vez que não consegue convencer juízes e psiquiatras de que se arrependeu do crime e não voltará a matar outras pessoas.

Mas a história de Suzane ganha um novo capítulo a partir desta sexta-feira (17) quando o livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, escrito pelo jornalista Ullises Campbell, chega às livrarias de todo o Brasil.

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Em entrevista ao UOL , Ulisses contou detalhes sobre a obra. De acordo com o jornalista, Suzane ganha um salário mínimo trabalhando na cadeia como coordenadora da oficina de costura. Ela tem ainda, segundo ele, R$ 120 mil pagos por Gugu para dar-lhe uma entrevista e um apartamento avaliado em R$ 1 milhão deixado pela avó paterna – depois do crime.

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“Ela continua se cercando de pessoas violentas. Além da pedófila [Suzane está casada com o irmão de um presa sentenciada a 29 anos porque junto com o marido e o amante estupraram suas duas irmãs gêmeas de três anos] e da mulher que matou o enteado, ela namorou uma homossexual conhecida como Sandrão, que sequestrou e matou o filho de uma amiga. Sandrão já tinha se relacionado com Elize Matsunaga, do caso Yoki, que esquartejou o marido”, disse Campbell.

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O jornalista também revelou detalhes sobre os testes de violências pelo qual Suzane é submetida. “Quando perguntada se sente remorso, ela diz que sim. Mas o motivo do suposto arrependimento entrega sua mente conturbada. Ela diz: “perdi a melhor fase da minha vida na cadeia. Eu podia ter estudado, ter uma profissão, construído uma vida”. Suzane computa os assassinatos como um prejuízo pessoal. E em um dos testes, tentou seduzir o psicólogo. Em outro, foi pega numa fraude”.

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Fonte: IG Nacional
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