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Internacional

Acidente aéreo na Ucrânia deixa pelo menos 26 mortos

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Vinte e seis pessoas, a maioria estudantes de escolas militares, morreram na queda de um avião de transporte militar nessa sexta-feira (25), durante um voo de treino na Ucrânia oriental.

“A Ucrânia perdeu 26 dos seus filhos”, escreveu o presidente Volodymyr Zelensky, em sua página no Facebook, declarando o dia de hoje como de luto nacional.

O avião transportava um total de 27 pessoas: sete membros da tripulação e 20 estudantes da Universidade Nacional de Aviação de Kharkiv (leste).

O primeiro balanço foi de 20 mortos, número que subiu, ainda na sexta-feira, para 22 mortos e dois desaparecidos. Dois estudantes sobreviveram à tragédia, mas um deles, em estado “extremamente grave”, morreu hoje de manhã, segundo o ministro da Saúde.

O segundo ferido sofreu uma concussão, mas não corre perigo de vida, segundo informou a clínica militar onde está internado.

O avião, um Antonov-26, caiu ontem à noite durante um voo de treino, a dois quilômetros do aeroporto militar de Chuguiv, perto de Kharkiv.

De acordo com informações preliminares, o comandante da tripulação que pilotava o avião relatou falha em um dos motores sete minutos antes do acidente e solicitou um pouso de emergência, disseram os Serviços de Segurança Ucranianos (SBU).

Os estudantes não estavam pilotando o voo, acrescentou a SBU.

O ministro da Defesa, Andriy Taran, disse que “o avião, com toda probabilidade, atingiu o solo com a asa”.

A aeronave tinha sido construída em 1977, mas ainda podia voar mais três anos antes de ser renovada, informou o ministro.

A cidade de Chuguiv tem população de 30 mil habitantes e fica a cerca de 30 quilômetros a sudeste de Kharkiv e a cerca de 100 km a oeste da linha que separa os territórios sob o controle do governo dos que estão nas mãos de separatistas pró-russos.

O Antonov An-26 é um avião de transporte ligeiro concebido na Ucrânia durante a era soviética. Tem 24 metros de comprimento e pode voar a uma velocidade de cruzeiro de 440 km/h.

Nos últimos anos, vários aviões militares caíram na Ucrânia durante voos de treino.

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Internacional

Proximidade de tufão faz Filipinas retirarem 1 milhão de suas casas

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Autoridades filipinas retiraram quase 1 milhão de pessoas de suas casas na Ilha de Luzon, nas Filipinas, em preparação para a chegada de uma tempestade de categoria 5 – a mais forte do mundo este ano – no domingo (1º).

O Tufão Goni, com ventos sustentados de 215 km/h e rajadas de até 265 km/h, levará ventos violentos e chuvas fortes, de acordo com autoridades de clima e desastre. É um dos tufões mais fortes a atingir as Filipinas desde o Haiyan, que matou mais de 6.3 mil pessoas em 2013.

“Estamos passando por um momento difícil com a covid-19, e aí vem outro desastre”, disse o senador Christopher Go, aliado do presidente Rodrigo Duterte, em entrevista coletiva virtual. As autoridades locais devem garantir que o vírus não se espalhe nos centros de retirada, afirmou o senador.

O processo de retirada preventiva já começou, com a província de Albay transportando 794 mil residentes para um local seguro, disse o diretor executivo da Agência Nacional de Desastres, Ricardo Jalad, em entrevista coletiva.

Na capital, Manila, e na província de Bulacan, cerca de 1 ml pacientes com covid-19 alojados em grandes tendas de isolamento podem ser transferidos para hotéis e hospitais, disse Jalad.

As Filipinas têm o segundo maior número de infecções e mortes por covid-19 no Sudeste Asiático, atrás apenas da Indonésia, com 380.729 casos e 7.221 mortes.

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Internacional

Inglaterra retoma lockdown após casos de covid-19 passarem de 1 milhão

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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, determinou neste sábado (31) que a Inglaterra retome o lockdown nacional depois de o Reino Unido ter ultrapassado a marca de 1 milhão de casos de covid-19 e no momento em que uma segunda onda de infecções ameaça sobrecarregar o serviço de saúde.

O Reino Unido, que tem o maior número oficial de mortes causadas pela covid-19 na Europa, está enfrentando mais de 20 mil novos casos de coronavírus por dia, e cientistas alertaram que o “pior cenário” de 80 mil mortos pode ser excedido.

Johnson, em entrevista coletiva convocada às pressas em Downing Street depois que a notícia de um lockdown vazou à imprensa, disse que a medida, com duração prevista de um mês em toda a Inglaterra, começará no primeiro minuto após a meia-noite de quinta-feira (5) e durará até 2 de dezembro.

Segundo as medidas, as pessoas só poderão deixar sua casa por motivos específicos como educação, trabalho, exercícios, compras essenciais e de remédios ou para cuidar de vulneráveis.

“Agora é o momento de adotar ações porque não há alternativa”, disse Johnson, ao lado de seu chefe médico, Chris Whitty, e de seu assessor científico, Patrick Vallance.

O governo vai retomar seu esquema emergencial de subsídio salarial pelo novo coronavírus para garantir que os trabalhadores que foram temporariamente dispensados durante o lockdown recebam 80% de seu pagamento.

Lojas essenciais, escolas e universidades continuarão abertas, disse Johnson. Pubs e restaurantes serão fechados, a não ser para retiradas. Todo o varejo não essencial irá fechar.

A adoção de medidas mais restritivas por Johnson aconteceu depois que cientistas alertaram que o surto estava indo na direção errada e que era necessário agir para conter a disseminação do vírus para que as famílias possam ter esperanças de se reunir no Natal.

Johnson foi criticado por oponentes políticos por agir muito lentamente para o primeiro lockdown nacional, que se estendeu de 23 de março a 4 de julho. Ele adoeceu com covid-19 no fim de março e foi hospitalizado no início de abril.

As medidas vão alinhar a Inglaterra com a França e a Alemanha, ao impor restrições nacionais quase tão severas quanto aquelas que levaram a economia global à recessão mais profunda em gerações, mais cedo neste ano.

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