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Policial

PF e Gefron apreendem 1 tonelada de cocaína avaliada em R$ 24 milhões e prendem dois traficantes

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Traficantes que disseram que receberiam R$ 5 mil, cada um, pelo serviço

Uma ação conjunta do Grupo Especial de Segurança de Fronteira, Polícia Federal e Exército Brasileiro apreendeu 966 quilos de cloridrato de cocaína na região do Parque Ricardo Franco, município de Vila Bela da Santíssima Trindade (522 km de Cuiabá). Essa foi a maior apreensão de droga realizada este ano na fronteira com a Bolívia, causando um prejuízo estimado em R$ 24 milhões às organizações criminosas que atuam no tráfico de cocaína na região de fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

A droga foi apreendida durante patrulhamento das forças de segurança, na madrugada desta quarta-feira (21), com o apoio aéreo de um helicóptero do Exército Brasileiro.

A força-tarefa iniciou após as forças de segurança encontrarem três motociclistas carregando fardos em uma fazenda abandonada, próxima a região de fronteira. Na abordagem, os suspeitos abandonaram os veículos com a droga e tentaram fugir, dois deles foram presos. Eles disseram que receberiam R$ 5 mil, cada um, para transportar a droga.

No início do dia, os agentes iniciaram uma varredura na região em busca do terceiro suspeito, porém acabaram encontrando diferentes locais com outros fardos enterrados. Após a escavação, foram encontrados 27 fardos com o mesmo entorpecente localizado com os motociclistas.

Conforme o Gefron, foram apreendidos 877 tabletes de cloridrato de cocaína.

Além da carga de cloridrato de cocaína, a força-tarefa também apreendeu as três motocicletas que foram encaminhadas à sede da Polícia Federal de Cáceres (217 km de Cuiabá) juntamente com os suspeitos detidos. Ambos os suspeitos já tinham passagem por tráfico de drogas.

 

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Policial

Alvos de operação para combater guerra de facções criminosas em MT são traficantes e homicidas; veja nomes

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Alguns dos alvos já estavam detidos em presídios da capital e interior

A Força-Tarefa da Segurança Pública revelou os nomes da “Operação Dissidência”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18) em Cuiabá, Várzea Grande e vários municípios do interior, além de Rio de Janeiro e Macaé (RJ),  com objetivo de cessar conflitos entre uma facção criminosa e sua dissidência pelo controle na venda de drogas. Entre os alvos de mandados de prisão estão 16 homens e 4 mulheres.

Alguns já estão presos e lideravam a guerra de facções de dentro da cadeia e tiveram os mandados cumpridos na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira, em Sinop; na Penitenciária Central do Estado e na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, ambas em Cuiabá e na Cadeia Pública de Peixoto de Azevedo. Entre os crimes estão assassinatos e tráfico de drogas.

Ao todo, a operação busca o cumprimento de 22 mandados de prisão preventiva, 03 prisão temporária e 36 busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Rio de Janeiro contra envolvidos em crimes como homicídios, tortura e tráfico de drogas. A Força Tarefa é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar.

Alvos

Ailson da Silva Conceição

Daniel Toscano da Conceição

Diogo de Souza Schemberg;

Ederson Alves da Silva,;

Emerson Lorena Castro

Felipe do Rego Lima;

Gaberliel Peres dos Santos;

Jean Carlos do Nascimento Rodrigues

Karolayne Aparecida Duarte Furtado

Klederson Matheus Castro Ferreira

Leonardo dos Santos Pires

Lincolw Oliveira de Souza

Maria Eduarda da Silva

Maria Magnólia Leite Silva

Matheus Bruno de Lima

Mikael Douglas Lopes Siqueira

Priscila Moreira Janes.

Walacy Fernando Pessoa da Silva Maldonado

Robson Junio Jardim dos Santos

Wesley Silva Souza

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Policial

Corregedoria faz busca e aprensão com medidas cautelares para concluir inquérito contra policiais civis

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A Corregedoria-Geral da Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) a Operação Loan Shark, para cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar, medidas cautelares diversas de prisão e arresto de bens. São cumpridos dois mandados de busca e apreensão, três medidas cautelares diversas da prisão e arresto de veículos e dinheiro.

As ordens judiciais foram deferidas em decorrência de inquérito policial em trâmite na Corregedoria, para apurar os crimes de usura, lesão corporal, ameaça, exercício arbitrário das próprias razões, praticados por um investigador lotado no município.

O nome da operação Loan Shark significa agiota, atividade pela qual o policial é investigado.

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