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Academias usam criatividade para sobreviver e iniciam preparativos para volta

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Spinning
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Grandes ou pequenas, todas as academias foram fortemente impactadas pela crise gerada pela pandemia

O mês de junho marcou o  reinício de muitas atividades em todo o Brasil após as paralisações impostas pela pandemia do Covid-19. Porém, certos setores ainda seguem sem qualquer perspectiva de quando virá o “sinal verde” para a reabertura. É o caso das academias, que foram colocadas apenas na Fase 4 do planejamento feito pelo Governo de São Paulo .

Mesmo assim, muitas academias localizadas na capital paulista já estão se preparando para a volta com diversas adequações, como a instalação de dispensers de álcool em gel, troca de biometrias por aparelhos de reconhecimento facial e até setorizações dos espaços, para que as regras de distanciamento sigam sendo respeitadas e o risco de contaminação seja minimizado.

“A gente acredita que os consumidores vão procurar ambientes em que eles se sintam mais seguros. Por isso, são dezenas de medidas que estamos tomando. Temos investimentos altos de diversos produtos, como totens de álcool em gel , nebulizadores para a desinfecção de ambientes, termômetros digitais, reconhecimento facial nas entradas, dez mil máscaras para colaboradores e terceirizados, além de mais de 40 informativos, inclusive uma cartilha explicando o funcionamento das unidades. Tudo para que o aluno se sinta confortável de voltar”, afirma Edward Bilton, diretor da Cia Athletica, uma das maiores redes de academias do Brasil, com 16 unidades em todo o país.

Segundo ele, a falta de previsão de reabertura tem sido um dos maiores problemas do setor, que deverá enfrentar problemas mesmo quando tiver autorização para a retomada, uma vez que a maioria das empresas trabalha com o método de compensação de dias perdidos pelos alunos, que poderão utilizar os planos retroativamente. Ou seja: nos primeiros meses, as academias irão trabalhar “de graça”, o que deve estender os problemas até meados do primeiro trimestre de 2021.

Aviso
Reprodução/redes sociais

Segundo diretor da Cia Athletica, crise pode se refletir até início de 2021

“Acredito que a trajetória do setor no Brasil vai seguir a sequência de outros países. Inaugura com 30%, 35% do movimento. No segundo mês de operação, as pessoas deixam o pânico um pouco de lado e acabam voltando. Esta conta, para as academias, vai acabar chegando e perdurando por alguns meses, porque todos os esses dias não utilizados pelos alunos serão repostos. Então, daqui a alguns meses, a gente vai estar com as academias cheias, mas sem receber. A gente vai ter que se mexer para, dentro de uma situação de não aglomeração, conseguir colocar gente nova para ajudar a pagar esses custos”, afirma.

A análise de um “horizonte sombrio” é compartilhada por Julia Pinheiro Abdu, diretora Executiva Academia BioClub Fitness. Segundo ela, o esforço para a manutenção de funcionários até o momento foi grande, principalmente após três meses de receita zero, e a expectativa é de um impacto negativo nas finanças por cerca de um ano. Isso se a autorização de reinício vier no mês de julho.

“A perda é diária e só aumenta. É difícil dizer quanto já perdemos, é algo que vai continuar por muito tempo. Como decidimos repor os dias perdidos pelos alunos, vamos continuar com uma receita muito baixa. Será bem difícil, vamos ter que fazer análises para reduzir custos, sem cortar funcionários, para que possamos continuar funcionando”, diz.

Apesar de seguir as regras impostas pelo estado e a Prefeitura de São Paulo , Julia deixa claro seu descontentamento com uma data de reabertura tão tardia: “penso que, se a academia estiver com todas as medidas de segurança , é uma forma de a pessoa ficar mais saudável, mais ativa, com o sistema imune mais forte. Colocar apenas na Fase 4 não é o ideal para o cidadão, não é o ideal para o combate à pandemia. Mas, vamos respeitar o que for decidido e estaremos preparados para voltar da forma mais segura para os alunos”.

Reflexo no caixa e rendas alternativas

Na tentativa de evitar um rombo ainda maior nas contas, as academias seguiam a linha adotada por outros setores e colocaram os funcionários sob o regime definido pela MP 936 , que autorizou a redução de até 70% do salário. Para muitos, isso fez a diferença entre a sobrevivência do negócio e o término das atividades por completo. 

Priscilla Baptista, diretora da Academia Invictus, localizada na zona sul de São Paulo, tinha um planejamento inicial de dois meses de paralisação em um “cenário pessimista”. Com a confirmação da quarentena por mais tempo, precisou fazer uso da suspensão de contratos e manteve apenas dois professores atuando em home office para a produção de conteúdo online, o que também acabou se tornando um desafio.

Bikes
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Após fechamento do estúdio, todas as bicicletas de spinning foram alugadas ou vendidas

“Eu tinha professores na minha equipe que nunca tinham mexido com aulas ao vivo. Então, optamos por uma ferramenta mais fácil, visto que teríamos que treinar tudo mundo em pouquíssimo tempo. As aulas continuam até hoje. A gente oferece diversos tipos de aula e alguns bate papos, com professores falando sobre temas da atualidade e também uma conversa semanal com a nossa nutricionista, para sair um pouco do foco só de treino”, explica.

Quem também apostou nas aulas online para dar continuidade nos treinos foi a Cia Athletica. Com conteúdo gratuito, que fica disponível nas redes sociais, e aulas exclusivas para os clientes GymPass , a academia chega a ter uma audiência de até 400 pessoas em determinadas lives. “No momento da live, o aumento de alunos é bem significativo e depois quando elas estão gravadas, ainda há entradas, de 15 a 20 pessoas por vez”, conta Edward.

Diferentemente das grandes redes, algumas academias tiveram que inovar para fugir de uma crise ainda maior, visto que os ganhos com as aulas online não eram suficientes. Priscila explica que até contava com um “pé de meia” feito em 2019 e com os pagamentos de alguns alunos que optaram por ajudar a academia. Porém, foi preciso buscar uma alternativa, que veio com o aluguel de equipamentos .

Invictus
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Além das aulas, a Invictus aposta em conversas sobre saúde com os alunos

No plano criado pela Invictus , cada bicicleta de spinning sai por R$ 200 nos primeiros 15 dias. O período pode ser renovado pelo interessado, que passa a pagar R$ 175 na primeira renovação e R$ 150 a partir da segunda. A ideia deu bastante certo e todos os aparelhos foram alugados, chegando até a ter uma lista de espera com mais interessados.


Geraldo Chamilet, dono do 2spin, teve que fechar definitivamente o estúdio. “Eu e meu sócio decidimos fechar por 15 dias e depois tomamos a decisão de não voltar mais. Falando de estúdio, que tem aulas coletivas, vejo retorno em outubro como otimismo. Teria até uns loucos que apareceriam, mas ficaria insustentável e a gente teria que baixar salário de professor, reduzir custos. É uma coisa que eu digo: como dono e professor, eu não iria lá me expor. Então, se você me perguntar o que eu perdi com a pandemia, eu te digo que perdi o meu negócio. Fechei por causa do vírus”, conta.

Para ter uma nova fonte de renda, Chamilet criou um sistema de aulas online, chamado OnSpinning. Apesar do receio, ele aderiu ao modelo de alguel dos equipamentos e a vender pacotes com aulas exclusivas. 

“Ao mesmo tempo em que alugamos as bicicletas , começamos a produzir as aulas online, o que já era um plano que eu tinha. A gente está com uma turma boa, cerca de 200 pessoas cadastradas e comprando créditos. Diferente das lives que muitos fazem por aí, nós fazemos aulas fechadas e isso tem rendido bem. As pessoas aderiram, quem não gostava de treinar se adaptou e muitos que não faziam atividade física começaram a se cuidar”, afirma.

Juliana Cruz está entre os clientes que alugaram um equipamento e fazem as aulas do OnSpinning.  Ela frequentava o estúdio 2spin antes do fechamento e se adaptou para continuar o treinamento na nova realidade.

Bike
Reprodução/Arquivo pessoal

Aluna da 2spin, Juliana acabou comprando uma das bicicletas para seguir treinando

“Comecei a sentir necessidade de fazer um exercício mais forte, porque eu estava acostumada com o ritmo de academia. Com a OnSpinning, a gente tem uma grade de aulas com diversas opções. Cada aluno compra seus créditos e eles vão sendo debitados a cada aula. Pelo que vejo, está fazendo sucesso e tem muito aluno”, diz Juliana.

Sobre o  aluguel , ela revela que pagava cerca de R$ 650 por mês e que o estúdio já tinha até lista de espera. Quando houve a oportunidade de comprar o equipamento, não pensou duas vezes: “fiz as contas e decidi que não queria ficar até o final do ano pagando aluguel e que compensava mais comprar. Ele tinha dois modelos: um de R$ 8,5 mil e outro de R$ 4,5 mil. Acabei optando pelo mais barato”.

Apesar do valor alto, ela garante que foi a melhor decisão que tomou, principalmente pelo fato de que se acostumou aos treinos em casa e que não pretende mais retornar ao dia a dia de academia: “mesmo que surja a vacina, não sei se volto. É muito cômodo e confortável treinar em casa. Acaba a aula, você já toma banho no seu banheiro, não tem o problema de lotação da academia, nem nada disso. Eu gostei muito desse esquema. Se tem alguma coisa positiva dessa quarentena, foi isso: o prazer de treinar em casa”.

Futuro do setor

Piscina
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Atividades como natação e artes marciais devem demorar um pouco mais para serem liberadas

Já prevendo as possíveis desistências forçadas pela pandemia, e visando a recuperação do tombo de cerca de 30% causado pelo fechamento, o setor aposta que a recuperação deve vir de dois grupos específicos: os aficionados por exercícios, que voltarão aos treinamentos tão logo isso seja possível, e os que se preocuparem com a própria saúde durante o tempo de inatividade dentro de casa.

“No Brasil , pela particularidade do povo, a retomada deve ser mais rápida. As pessoas estão carentes de socialização. O próprio fato do ramo de academia ter sido considerado de saúde preventiva vai fazer com que muitos busquem por isso. A gente sabe que as pessoas vão se conscientizar sobre a importância de uma qualidade de vida melhor. Então, acho que vamos ter um acréscimo de clientes bastante significativo e que deve ocorrer a partir de setembro”, afirma Bilton.

Por se tratar de uma academia de grande porte, a Cia Athletica não deverá sofrer com alguns dos problemas que vêm tirando o sono dos donos de estabelecimento de pequeno e médio porte, como aglomerações, rodízio de clientes ou lista de espera. Porém, quem precisa se preocupar com estes temas já está se planejando para isso.

“Estima-se que a gente vai abrir até o dia 15 de julho, se nada der errado nesse meio do caminho. Todas as instruções que vamos seguir, de distanciamento e segurança, serão baseadas no que algumas associações do setor fizeram. Teremos que trabalhar com pessoal reduzido, em horário reduzido e com agendamento. O mais provável é que a gente forme turmas e divida a academia em setores”, explica Priscila.

Por outro lado, há também quem faça planos diferentes para a reabertura. Após ver o fim de seu negócio, a ideia de Chamilet é transformar a OnSpinning em seu principal projeto, já que o “mundo online é o futuro”. Além disso, o local em que a 2spin funcionava deve ser utilizado de uma nova maneira, com o aluguel das salas para o coworking, com aulas particulares de spinning e pilates.

“Eu digo que criei a OnSpinning na pandemia , mas não para a pandemia. Ela só fez com que eu tirasse do papel algo que eu já tinha em mente. Ou seja, quando isso tudo acabar, a ideia é não parar mais com as aulas online. A gente tem dois públicos-alvo: as pessoas que não gostam de ir na academia e quem comprou uma bike nesse momento e quer seguir treinando em casa. Outro conceito importante é que é uma plataforma para ajudar os profissionais, que têm um espaço disponível para trabalhar. De qualquer forma, a ideia é que isso cresça muito”, finaliza.

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Economia

Quina acumulada: veja os números sorteados nesta segunda

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Quina está acumulada
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Quina está acumulada

O concurso 5330 da Quina desta segunda-feira (3), tem um prêmio estimado em R$ 2,5 milhões. As dezenas sorteadas foram:

01 – 04 – 20 – 25 – 76

A Caixa ainda não informou se houve ganhadores deste sorteio.

Como apostar

Para apostar na Quina , o participante deve escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis nas lotéricas credenciadas pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco.

Ganham prêmios quem acerta de 2, 3, 4 ou 5 números. Além disso, a pessoa pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Segundo a Caixa , ninguém acertou as cinco dezenas sorteadas no último sábado (1). Os números sorteados foram: 12 – 31 – 36 – 52 – 74.

A aposta mínima na Quina custa R$ 2,00. Os sorteios da Quina são realizados, normalmente, de segunda-feira a sábado, às 20h.

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BNDES seleciona fundos de crédito não bancário para pequenas empresas

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (3) o resultado preliminar da seleção de fundos de crédito voltados a micro, pequenas e médias empresas, além de empreendedores individuais. Foram pré-selecionados 12 fundos gestores ou originadores de crédito que oferecerão crédito não bancário a essas empresas por meio de suas plataformas.

A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BNDES para mitigar os impactos causados pela pandemia do novo coronavírus na economia e tem como objetivo o uso de canais não bancários para ampliação do crédito para pequenos empreendedores e para reativar a economia.

A chamada pública foi aberta em maio passado e encerrada no dia 10 de junho. Foram recebidas 73 propostas. A soma do patrimônio dos 73 fundos alcança R$ 24 bilhões. A subsidiária BNDES Participações (BNDESPar), investirá até R$ 4 bilhões em dez fundos de crédito, estruturados como Fundos de Investimento em Direitos Creditórios ou Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, e poderá investir até R$ 500 milhões por fundo. A BNDESPar terá participação máxima de 80%, caso subscreva cotas de classe única; ou 90%, caso subscreva cotas de classe sênior.

Mensagem

Os investimentos do BNDES são associados a recursos do mercado, disse o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto da instituição, Bruno Laskowsky. Segundo Laskowsky, a ampliação de canais de acesso ao crédito faz parte da estratégia do BNDES e ultrapassa o atual cenário de pandemia do novo coronavírus. “A mensagem importante é que o banco quer trabalhar com o mercado porque potencializa a atuação do agente público e dá impacto positivo na ponta.” Para ele, a relação crédito mais serviços gera desenvolvimento.

“A iniciativa dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCS) é uma inovação e ela vai neste contexto. Tem uma aplicação neste momento mais crítico da economia, mas veio para ficar. Com ela, sinalizamos que a ampliação de nossos canais de acesso ao crédito faz parte da estratégia do banco e estamos muito felizes com a repercussão que esse movimento dos FIDCs trouxe ao mercado”, afirmou.

O chefe do Departamento de Gestão de Investimentos em Fundos, Filipe Borsato, afirmou que o objetivo é facilitar que as micro, pequenas e médias empresas tenham acesso ao crédito, com menores taxas de mortalidade e mantenham empregos. Borsato reforçou que, no momento, a BNDESPar só pode alocar recursos em dez fundos. Agora, terá início o processo mais aprofundado de análise gerencial e diligências jurídicas que reduzirá os 12 pré-selecionados aos dez fundos iniciais previstos. Adiantou, entretanto, que o banco poderá chamar outros projetos, se houver alguma desistência.

Todos os fundos que forem escolhidos serão auditados e deverão ter níveis de governança elevados. Borsato estimou que pelo menos 12 fintechs (em sua maioria, empresas nascentes de base tecnológica que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro) serão parceiras dos fundos pré-selecionados. Ele acredita que 1 milhão de operações deverão ser realizadas por esses fundos nos próximos anos. Isso significa que haverá grande “pulverização do capital entre micro e pequenos empreendedores”.

Contratação

Segundo Laskowsky, começou hoje um processo de regulação e contratação. “Do nosso lado, é o mais rápido possível. A gente quer ter isso em mercado.”

Felipe Borsato esclareceu, por sua vez, que os fundos têm prazo de dois a seis anos. Os recursos vão continuar disponíveis para outras companhias, à medida que as empresas forem pagando. Por isso, observou que esses recursos são chamados estruturantes. Ele afirmou que a elaboração dessa chamada pública para fundos de crédito “foi um aprendizado bastante grande para o time do BNDES e da BNDESPar”. E garantiu que tal aprendizado será usado para estruturação de novos produtos em parceria com o mercado e grandes empresas, seja para clientes ou para fornecedores.

Laskowsky completou que, apesar do componente emergencial de crédito para reativar a economia, a iniciativa é estruturante e aumenta as possibilidades de acesso ao crédito, aproximando-se mais do tomador, o que torna o mercado mais saudável e gera desenvolvimento. Chamou a atenção que o fato de terem sido recebidas 73 propostas “de gente que estudou o mercado, está perto do mercado e entende os seus ecossistemas. É um sinal claro para a gente de que tem espaço, que continue nessa direção”.

Pré-selecionados

São os seguintes os fundos pré-selecionados:

Fundos Originadores

Brasil Microcrédito Impacto Social Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios; Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Cielo e BNDES; Fundo de Investimento em Direitos Creditórios MPME Integral B2W, Pagseguro BNDES Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, Magalu I Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, e Soma II Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (Stone).

Fundos PMEs

BSA FIC FIDC, FIC-FIDC BNDESPar XP, FIDC BizCapital Finpass PME, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios BNDES CASHME-PLURAL, LIBRA Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios – FIDC, e SRM EXODUS PME FIDC.

Edição: Nádia Franco

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