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Aberta consulta pública para edital de concessão da Floresta Nacional do Amapá

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O Serviço Florestal Brasileiro abriu consulta pública para a concessão de três unidades de manejo florestal (UMF) na Floresta Nacional (Flona) do Amapá. Pela proposta apresentada, cerca de 267 mil hectares poderão ser concedidos para a iniciativa privada realizar o manejo florestal sustentável.

Os valores mínimos do metro cúbico de madeira a serem oferecidos pelas empresas interessadas em participar da licitação são de R$ 35/m³ (UMF I), R$ 25/m³ (UMF II) e R$ 15/m³ (UMFIII). Além das propostas de preço, a concorrência pública levará em consideração a proposta técnica, que inclui fatores como investimentos na proteção da floresta, investimento em infraestrutura, bens e serviços para as comunidades, inovações tecnológicas, processamento local do produto, dentre outros.

As três unidades de manejo devem produzir 132 mil metros cúbicos de madeira por ano, o que pode gerar cerca de R$ 3,6 milhões/ano para os cofres públicos. A expectativa é que sejam criados mais de 500 empregos diretos e 1.000 indiretos.

Audiências Públicas

Além de estar disponível para consulta no site do Serviço Florestal, a proposta de edital também será apresentada em quatro audiências públicas, que serão realizadas, entre os dias 17/06 e 21/06, nos municípios de Ferreira Gomes (17/06), Pracuúba (18/06), Amapá (19/06) e Serra do Navio (21/06).

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As audiências têm por objetivo apresentar a proposta de edital de forma que a população local e demais atores interessados possam avaliar e contribuir na construção do documento. As contribuições também podem ser feitas até o dia 21/07 pelo e-mail [email protected].

Flona do Amapá

Criada em 1989, a Floresta Nacional do Amapá possui cerca de 412 mil hectares, abrangendo os municípios de Ferreira Gomes, Pracuúba e Amapá. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é o responsável pela gestão da área da Flona, que, de acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), tem por objetivos o manejo sustentável dos recursos naturais; a garantia da proteção dos recursos hídricos; das belezas cênicas e outros; e o fomento ao desenvolvimento da pesquisa básica e aplicada.

Gestão

O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) será o responsável pela gestão dos contratos das três UMFs submetidas à concessão florestal. Atualmente, pouco mais de um milhão de hectares de florestas públicas está sob concessão florestal federal. São 17 contratos em seis florestas nacionais situadas nos estados do Pará e de Rondônia. Por meio dos contratos, as florestas nacionais sob concessão têm produzido cerca de 200 mil metros cúbicos de madeira por ano. Por meio do lançamento de novos editais, o Serviço Florestal pretende aumentar esse número para 2 milhões de metros cúbicos/ano, o que corresponde a 20% da produção amazônica.​

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 Saiba mais sobre as concessões florestais e conheça a proposta de edital.​

Fonte: MAPA GOV
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Novos adidos agrícolas assumem missão no exterior

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Os novos adidos agrícolas começaram a tomar posse nas representações diplomáticas brasileiras no exterior. Antes de iniciarem a missão, os nove adidos foram recebidos pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) quando  foram orientados. 

“A orientação da ministra é que eles mergulhem de cabeça nessa experiência e que possam engrandecer a missão de levar nosso agronegócio para o mundo e diversificar a pauta exportadora”, relata o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, Flávio Bettarello, sobre o encontro da ministra com os adidos no último dia 8 deste mês.

Um dos papeis do adido é identificar as oportunidades, os desafios e as possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro. “Com base nessa vivência em campo, na qual eles estão naturalmente engajados com as autoridades locais, com o setor privado local, no acompanhamento da imprensa, da Academia, eles poderão auxiliar a identificar uma estratégia que seja coerente no curto, médio e longo prazo para cada país, para cada mercado específico”.

Bettarello destaca que há mercados em que o esforço maior consiste na superação de barreiras sanitárias e fitossanitárias; em outros, há maior necessidade de iniciativas de promoção de comércio e investimentos, tais como participação em feiras internacionais e organização de road shows. Por fim,  em alguns países, o desafio é trabalhar a imagem da agricultura brasileira junto com a sustentabilidade ambiental. O adido agrícola deve contribuir para o diagnóstico adequado dos problemas e para a busca de soluções.

O secretário-adjunto destaca que o Ministério trabalha para harmonizar a política agrícola doméstica com a internacional. “Nós olhamos para fora, mas com os pés fincados no campo. Não adianta abrir um mercado que a gente não tenha condições de atender ou um mercado onde serão necessárias muitas adequações.”

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No caso da China, por exemplo, buscaram-se oportunidades para o melão, que é uma fruta economicamente importante para a Região Nordeste. No Peru, pela proximidade geográfica com o Acre, o interesse é incrementar as vendas de carne suína.

Outro exemplo é a Tailândia, onde a pauta exportadora brasileira está concentrada na soja. “Nosso esforço agora é diversificar essa pauta, inserindo nela outros produtos. Já fizemos algo importante que foi a reciclagem animal; subprodutos sendo usados como insumos para a indústria deles. Estamos em processo de negociação sobre a carne bovina.” Para o êxito das tratativas, busca-se conciliar interesses dos dois países envolvidos. “A Tailândia gostaria de investir mais em agricultura familiar e nós temos expertise nessa matéria.”

Novos adidos

Em janeiro e fevereiro deste ano, os novos adidos agrícolas se apresentarão nos seguintes países: China, Reino Unido, Singapura, Itália (sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO), Rússia, Estados Unidos, Japão, Bélgica (sede da Comissão Europeia) e Peru.

Os decretos de designação foram assinados pelo presidente Jair Bolsonaro e publicados no Diário Oficial da União do dia 26 de dezembro de 2019.

Na mesma edição do DOU, também foram publicados os decretos de recondução, por mais dois anos, dos adidos agrícolas nas representações diplomáticas brasileiras na Arábia Saudita, África do Sul, Argentina, China, Índia, Coreia do Sul, no México, na Tailândia e no Vietnã.

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Em 2021, outros seis adidos poderão ser reconduzidos – que exercem missão nas representações no Canadá, na Colômbia, no Egito, na Indonésia, no Marrocos e na Bélgica.

Relação dos Adidos Agrícolas – 2020

Posto

País

Adido

Pretória África do Sul Jesulindo Nery de Souza Junior
Riade Arábia Saudita Marcel Moreira Pinto
Buenos Aires Argentina Priscila Rech Moser Pinto
Bruxelas Bélgica – União Europeia Guilherme Costa
Bernardo Todeschini
Ottawa Canadá  Luciana Pimenta Ambrozecivius
Pequim China Jean Carlo Cury Manfredini 
 Fábio Coelho
Bogotá Colômbia Marcus Vinicius Segurado Coelho
Seul Coreia do Sul Gutemberg Barone de Araújo Nojosa
Cairo Egito  César Simas Teles
Washington Estados Unidos Filipe Guerra Lopes Sathler
Nova Delhi Índia Dalci de Jesus Bagolin
Jarcarta Indonésia Gustavo Bracale
Tóquio Japão Ricardo Ossamu Maehara
Rabat Marrocos Nilson César Castanheira Guimarães
Cidade do México México Bivanilda Almeida Tápias
Moscou Rússia Rafael Guimarães Requião
Banguecoque Tailândia Maria Eduarda de Serra Machado
Hanói Vietnã Tiago Charão de Oliveira
Roma Itália – FAO Leonardo Werlang Isolan
Lima Peru Ângela Pimenta Peres
Londres Reino Unido Luis Augusto Billi
Singapura Singapura Leandro dos Santos Antunes

Informações à imprensa
Inez de Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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FRANGO/CEPEA: Volume de exportação em dezembro é o maior de 2019

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Cepea, 17/01/2020 – Os embarques totais de carne de frango (considerando-se produtos in natura e industrializados) totalizaram 391,9 mil toneladas em dezembro, o maior volume de 2019, segundo dados da Secex. A elevação dos envios ao Japão, à China e à Arábia Saudita justifica o avanço das exportações totais. No mercado interno, segundo pesquisadores do Cepea, os preços do frango inteiro tiveram comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas. Em Toledo (PR), uma das principais praças exportadoras, o ritmo intenso de embarques favoreceu a liquidez e impulsionou as cotações. Já na Grande São Paulo, região mais dependente do consumo doméstico, agentes optaram por reduzir os preços, a fim de escoar os estoques. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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