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A verdadeira “Black Friday Brasileira”: Aniversário Guanabara começa hoje

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Aniversário Guanabara começa nesta sexta-feira (18) e deve durar 40 dias; além dos descontos. mercado sorteará carros

Na manhã desta sexta-feira (18), centenas de pessoas já se aglomeravam na porta da filial de Vila Isabel/Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, muito antes de a unidade abrir, às 8h, em busca das promoções anunciadas na 26ª edição do Aniversário Guanabara . O evento é tradição entre os Cariocas, e já é conhecido em todo o Brasil por oferecer produtos a preços muito baixos.

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Conhecido pelos internautas como ‘a verdadeira Black Friday brasileira ’, a rede espera receber este ano 1.5 milhão de pessoas só nos três primeiros dias. Com mais de 23 mil colaboradores prontos para atender o público do Rio e Grande Rio, os Supermercados Guanabara oferecem até 60% de desconto em 2 mil produtos em seu aniversário este ano. A festa começa oficialmente hoje e vai durar 40 dias.



Com um investimento de R$ 35 milhões para o evento, a rede contratou este ano quatro mil colaboradores extras para melhor atender os clientes e dar apoio na hora da reposição dos produtos. Além dos descontos , o supermercado sorteará por semana, um automóvel com o IPVA já pago e diariamente serão sorteados vales-compras no valor de R$ 200.

“Desde os 15 anos, venho acompanhada do meu pai. Antigamente, eu morava com ele e vinha para ajudar. Hoje, já estou casada e venho mesmo morando em outro bairro, porque acho que algumas coisas valem a pena. Estou de olho na batata, na calabresa e no leite condensado. Vejo as ofertas no dia anterior e anoto o que quero. Se chegar desavisado, você se ilude. Cerca de um mês antes, você já tem que fazer uma pesquisa de preços para comprar quando saírem as ofertas. Tem que ter foco!”, ensina a consumidora.

O aposentado Jorge dos Santos Oliveira, de 62 anos, também não perde uma oportunidade de economizar. E, no Aniversário Guanabara de 2013, ele conseguiu mais do que isso: faturou uma barra de ouro sorteada pela rede. Desde de então, volta todos os anos.

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“Meu cunhado me chamou para ir ao aniversário Guanabara em 2013. Caiu também numa sexta-feira. Fiz uma compra grande. Custou cerca de R$ 500 na época. Aí, no sábado, me ligaram falando que eu tinha sido sorteado. Ganhei uma barra de ouro equivalente a R$ 200 mil. Eu abri uma conta e depositei o dinheiro. Eu o mantenho guardado para comprar uma casa. Pretendo ganhar novamente para completar a quantia”.

Segundo o aposentado, desde que ele ganhou o prêmio, seus vizinhos tentam a mesma sorte: “A comunidade ficou sabendo que eu ganhei e, agora, todo mundo só compra aqui (na unidade Vila Isabel/Andaraí)”.

A funcionária pública municipal Maria Clara Pereira, de 65 anos, também não perde a campanha de aniversário da rede. E vai cedo para a loja pegar carrinhos, antes de família toda chegar à filial.

“Vale a pena comprar os produtos de higiene e limpeza. Fora de promoção, são itens muito caros e, lá em casa, gastamos muito amaciante, sabão em pó e papel higiênico. Separei os carrinhos porque a minha família toda está chegando: meus filhos, minha noras, meu irmão…”

Maria Nazaré, de 31 anos, foi pela primeira ao Aniversário Guanabara a fim de comprar fraldas descartáveis para a filha Kelly Natasha, de apenas 2 meses. Levou a menina nos braços. “Meu gasto tem sido muito alto. Geralmente, compro as fraldas por R$ 15 o pacote. Aqui, está por R$ 8,75”.

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Compras a jato

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Divulgação

No 26º Aniversário Guanabara, consumidores têm dicas de como conseguir aproveitar os descontos

Em menos de 30 minutos, o aposentado Paulo Gomes, de 64 anos, já tinha terminado as compras na filial de Vila Isabel/Andaraí. No carrinho, havia muitas embalagens de sabão em pó, detergente, leite condensado e creme dental.

“O segredo foi dividir tarefas. Entrei na fila, enquanto minha filha fez as compras. Já viemos sabendo o que íamos pegar e também as quantidades. Acho que se comprássemos fora da promoção, gastaríamos o dobro”.

A dona de casa Alair Escardua, de 75 anos, moradora do Engenho Novo, também acordou cedo: “Todas as promoções valem a pena. Mas acho que as pessoas estão sem dinheiro este ano. Por isso, hoje tem menos gente na loja do que em anos anteriores”.

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Cliente leva o próprio carrinho

Marcia Campos, de 54 anos, dona de uma empresa de comida congelada, levou o próprio carrinho para conseguir carregar tudo o que precisava:

Em menos de 30 minutos, o aposentado Paulo Gomes, de 64 anos, já tinha terminado as compras na filial de Vila Isabel/Andaraí. No carrinho, havia muitas embalagens de sabão em pó, detergente, leite condensado e creme dental.

“O segredo foi dividir tarefas. Entrei na fila, enquanto minha filha fez as compras. Já viemos sabendo o que íamos pegar e também as quantidades. Acho que se comprássemos fora da promoção, gastaríamos o dobro”.

A dona de casa Alair Escardua, de 75 anos, moradora do Engenho Novo, também acordou cedo. “Todas as promoções valem a pena. Mas acho que as pessoas estão sem dinheiro este ano. Por isso, hoje tem menos gente na loja do que em anos anteriores”.

Cliente leva o próprio carrinho

Marcia Campos, de 54 anos, dona de uma empresa de comida congelada, levou o próprio carrinho para conseguir carregar tudo o que precisava: “Trouxe meu próprio carrinho, mas não está cabendo! Hoje, vim só por causa da carne seca que não está na promoção. Mas cheguei aqui e mudei de ideia. Resolvi levar produtos de limpeza”.

O psicólogo Davi Goes, de 25 anos, acabou a faculdade, mas ainda não trabalha em sua área de formação. Para se sustentar — e preparar seu casamento —, ele vende docinhos. Por isso, partiu para o supermercado em busca de latas de leite condensado.

“Aqui os preços estão mais acessíveis. Pretendo juntar, no mínimo, R$ 10 mil para o casamento. Comprando leite condensado e açúcar cristal mais barato, vou ter um lucro maior. Já juntei R$ 2 mil”, conta.

Melhor do que academia

Carolaine Almeida, de 18 anos, que está desempregada, aproveitou as compras para fazer exercício. “Guanabara é melhor do que academia! Tem que aguentar levantar dez quilos de açúcar”.

A universitária Stephany Mello, de 22 anos, foi ao Guanabara de Vila Isabel/Andaraí para acompanhar a avó Maria José Santos, de 71. As duas levaram embalagens de sabão em pó, alvejante, papel higiênico e amaciante para durar até o próximo aniversário.

“Ainda tenho água sanitária, papel higiênico, pasta de lavar louça e sabão em pó do ano passado. Acho que vale a pena!”, diz a idosa.

Em outras filiais

Na filial de São Gonçalo, o preço do leite condensado atraiu a atenção de dezenas de consumidores. Na confusão, muitos produtos ficaram pelo chão.

Em Campo Grande, os consumidores chegaram cedo à filial do Guanabara , em busca de promoções . Para tentar organizar a entrada, os funcionários montaram uma barreira com carrinhos de compras.

Fonte: IG Economia
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Servidor é proibido de gerir empresas e ser microempreendedor em MT

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O servidor pode até ser dono (sócio) de uma empresa, mas não pode tocar o negócio, ser o administrador, nem sozinho, nem em conjunto

O servidor público é proibido de atuar como microempreendedor individual (MEI) ou titularizar empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI). Esta é a orientação que a Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) tem fornecido aos servidores do Governo do Estado em consultas formuladas pelo canal “Pergunte à CGE“.

“A proibição não decorre, por si, da natureza jurídica do modelo empresarial, mas porque, nesses casos, o servidor necessariamente participa da gerência ou administração da empresa privada”, argumenta a Controladoria.

O assunto é objeto de reiterados questionamentos endereçados à Controladoria pelo canal Pergunte à CGE. Nas respostas, a CGE contextualiza que o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Mato Grosso (Lei Complementar nº 04/1990) veda a participação deles em gerência ou administração de empresa privada e/ou de sociedade civil.

“Nos termos de consolidada jurisprudência do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a proibição abarca todos os tipos de atividades economicamente organizadas e/ou sociedades, empresárias ou não”, explica a CGE.

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A Controladoria adverte, contudo, que a impedimento vale somente para os casos em que o servidor possui poderes de chefia ou administração. “Assim, se a relação entre o servidor e a empresa privada não for de gerência ou administração, conforme consta do art. 144 da Lei Complementar nº 04/90, como por exemplo a simples participação societária, não há que se falar em ilícito administrativo”, salienta a Controladoria.

Em outras palavras, o servidor pode até ser dono (sócio) de uma empresa, mas não pode tocar o negócio, ser o administrador, nem sozinho, nem em conjunto. Na hipótese de possuir uma empresa, o servidor precisa ter outro sócio responsável pela gestão.

Em alguns casos, os poderes de gestão são evidenciados pela natureza jurídica do modelo empresarial, a exemplo do microempreendedor individual (MEI) e da empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI). “Nesses casos (MEI e EIRELI), a atividade empresarial é titularizada por uma única pessoa, a qual exerce a gerência ou administração da empresa”, assinala a CGE.

Sanções

Na hipótese de participação em gerência ou administração de empresa privada, o servidor estará sujeito a pena de demissão, após o devido processo administrativo disciplinar.

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A proibição de administração ou gerência de empresas também vale para os militares. No caso, a penalidade pode variar de suspensão do exercício do posto, de seis meses a dois anos, ou reforma, de acordo com o Código Penal Militar (Decreto-Lei nº 1.001/1969).

Pergunte à CGE

O “Pergunte à CGE” é uma ferramenta de contato direto com o servidor público do Poder Executivo Estadual para solicitação, via e-mail, de orientação e esclarecimentos acerca de assuntos relacionados à gestão administrativa.

As consultas formuladas pelo “Pergunte à CGE” são respondidas diretamente no e-mail do solicitante. O prazo para retorno das respostas é de dois dias úteis contados a partir do recebimento da consulta.

O canal “Pergunte à CGE” está disponível no site www.controladoria.mt.gov.br, no menu Serviços/Consultas.

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Economia

Dólar ultrapassa R$ 4,20 e fecha no maior valor desde criação do real

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Em um dia de oscilações no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve uma pequena alta e fechou no maior valor da história. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 4,206, com alta de R$ 0,013 (0,3%). Esse foi o maior valor nominal, sem considerar a inflação, desde a criação do real, em julho de 1994.

O dólar operou todo o dia próximo da estabilidade. Apesar de estar em baixa ao longo de quase toda a sessão, a cotação reverteu a tendência na hora final de negociação, até fechar próxima da máxima. A moeda acumula valorização de 4,91% no mês. O euro comercial fechou em R$ 4,66, com alta de 0,46%, também no maior nível da história.

Bolsa

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia em baixa de 0,27%, aos 106.269 pontos. O indicador operou em alta durante quase toda a sessão, mas, assim como o dólar, reverteu a tendência na última hora de negociação e passou a cair.

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Nos últimos dias, o mercado financeiro tem sido afetado pelas turbulências em países da América Latina. Diversos países da região enfrentam problemas políticos, que pressionam investidores estrangeiros. As incertezas em relação ao fechamento de um acordo entre Estados Unidos e China, que enfrentam tensões comerciais, também têm contribuído para a instabilidade nos mercados globais. Principalmente depois de declarações de autoridades chinesas de que um acordo está cada vez mais difícil.

*Com informações da PBS, televisão pública dos Estados Unidos

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Economia
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