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Saúde

A peri-implantite é a maior causa de perda de implantes dentários

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Implantes dentários merecem atenção

Muitas pessoas perdem os dentes, mas acabam não se preocupando muito, pois existem os implantes dentários, que estão aí para resolver todos nossos problemas. Além do mais, tudo que os dentistas fazem dura para o resto da vida. Mas não é bem assim: não somos deuses e nada nesse mundo é para sempre, nem nós mesmos

Ainda que não seja um nome muito comum, a peri-implantite merece muito cuidado e atenção. Trata-se de um processo inflamatório, causado por infecção, na área ao redor do implante dentário atingindo os tecidos da gengiva e o osso. Essa infecção tem origem no mesmo problema que causa a perda do dente: o acúmulo de placa bacteriana.

Clinicamente, a peri-implantite é caracterizada por uma inflamação dos tecidos ao redor do implante, perda de osso junto ao implante, deixando expostas as roscas ou espiras deles e enfraquecendo sua sustentação no osso de suporte. Que podem começar a ocorrer a meses ou até anos após terem sido colocados.

Resumidamente: peri-mplantite é uma perda de osso ao redor dos implantes, já osseointegrados ou seja, fixos .

O termo peri-implantite é usado em razão das semelhanças clínicas com a periodontite. A evolução do quadro clínico leva, em último caso, à perda do implante dentário ou do dente no caso da periodontite.

Essa inflamação que atinge os tecidos moles e o osso o redor do implante pode ser resultado de algum trauma dental, mas na maioria dos casos está relacionado à má higiene do paciente acumulando a placa bacteriana, deixando expostas as roscas ou espiras dos implantes e enfraquecendo sua sustentação no osso de suporte

Muitos pacientes que já perderam um dente por ter uma formação de tártaro maior do que outras pessoas não devem achar que os problemas se acabaram com a colocação do implante dental. A formação do tártaro independe do dente ou do implante. Portanto muito cuidado, pois pode ser sua última chance de ter um dente fixo em sua boca! Procure fazer uma manutenção pelo menos a cada 6 meses para que seu dentista possa te avaliar.

Caso a peri-implantite não esteja em um estado muito avançado, em que seja preciso retirar o implante cirurgicamente, o tratamento pode ser simples. O profissional fará a limpeza, descontaminação e aplicação de antissépticos e o paciente deve seguir todas as orientações de higiene e cuidados para reverter o quadro e ter uma saúde bucal adequada.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Jovens relatam mudanças de rotina e de humor em estudo sobre pandemia

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Agência Brasil

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor
Foto: Getty Images

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor

Em um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a pandemia de covid-19, jovens brasileiros relataram mudanças de rotina, alterações de humor, piora na saúde e adoção de hábitos alimentares não saudáveis.

Entre diversas informações, a pesquisa revela que 48,7% dos adolescentes têm sentido preocupação, nervosismo ou mau humor, na maioria das vezes ou sempre.

Considerando apenas as meninas, o percentual sobe para 61,6%. No recorte por idade, o índice é maior entre adolescentes mais velhos, de 16 e 17 anos. Nessa faixa etária, tais sentimentos foram relatados por 55,3%, percentual superior aos 45,5% registrados no grupo entre 12 e 15 anos.

Intitulado ConVid Adolescentes – Pesquisa de Comportamentos, o estudo coordenado pela Fiocruz foi realizado em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Foram entrevistados 9.470 jovens de todo o Brasil na faixa de 12 a 17 anos. Os questionários foram respondidos de forma online entre junho e setembro. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (1º).

O aumento dos relatos de sedentarismo é outro dado que consta do estudo. O percentual de jovens que não fazem 60 minutos de atividade física em nenhum dia da semana foi de 43,4%. Antes da pandemia, o índice era de 20,9%. Os pesquisadores chamam a atenção para esta mudança, uma vez que jovens costumam praticar esportes, aulas de dança e outras atividades.

O tempo de uso de equipamentos eletrônicos como computador, tablet e celular aumentou. Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, 77% afirmaram ficar em frente a esses aparelhos mais de quatro horas por dia, sem contar o período em que eventualmente estão tendo aulas online.

O consumo de alimentos não saudáveis em dois dias ou mais por semana aumentou. Pratos congelados, chocolates e doces estão sendo 4% mais consumidos. De acordo com a pesquisa, 36% dos adolescentes entre 12 e 17 anos relataram queda na qualidade do sono durante a pandemia. A piora da saúde de forma geral foi apontada por 30% dos jovens.

Problemas relacionados com as aulas online também foram diagnosticados: 59% afirmaram ter dificuldades para se concentrar nas aulas a distância e 38,3% se queixaram da falta de interação com os professores. Em relação ao entendimento do conteúdo ministrado, 47,8% dos adolescentes relataram estar entendendo pouco e 15,8% disseram não estar entendendo nada.

Restrição Social

A grande maioria dos adolescentes afirmou ter aderido a medidas de restrição social. Esse grupo reuniu 71,5% dos entrevistados, e a restrição total foi relatada por 25,9%, enquanto 45,6% disseram adotar uma restrição intensa, em que só saem para supermercados, farmácias ou casa de familiares.

Há variações no recorte por regiões. O percentual alcança o maior patamar no Sul do país: 74,1% dos jovens dizem aderir a medidas de restrição social. O menor índice, de 66,1%, foi o da Região Norte. Esta foi também a região onde houve o maior índice de adolescentes que afirmaram ter tido diagnóstico positivo para covid-19: 6,1%, bem acima da média de 3,9% considerando todos os entrevistados.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa anuncia publicação de guia para autorização de vacinas

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Neste momento, representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anuncia sobre publicação do Guia sobre Requisitos Mínimos para submissão de Autorização Temporária de Uso Emergencial, em caráter experimental, de vacinas covid-19’.

O gerente de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes, participa de entrevista coletiva sobre o assunto.

Acompanhe ao vivo

Agência Brasil explica: conheça os tipos de vacina contra covid-19

As vacinas contra a covid-19 estão sendo desenvolvidas em velocidade sem precedentes, e, além da rapidez, os projetos em andamento buscam comprovar a eficácia e a segurança de tecnologias inéditas, que, futuramente, podem modernizar outras vacinas já em uso no mundo. Leia mais

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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