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A motocicleta e a música

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Os Motokas
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Motos e música sempre foram como carne e unha na história dos amantes dessas duas artes impecáveis

O que você faz com sua mente enquanto pilota uma motocicleta? Claro, sei que toda atenção deve ficar na pilotagem, principalmente em meio ao trânsito à sua volta, mas há momentos em que, na intimidade de seu capacete, as ideias voam alto.

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Lembro bem, lá pelos anos 70 e 80, quando as estradas longas e vazias eram parte importante da minha vida, que eu tinha as melhores ideias de pautas para escrever posteriormente, às vezes até “escrevendo” na mente parágrafos inteiros que se tornariam textos impressos. E para não esquecer as melhores ideias, cheguei a instalar um gravador com microfone no capacete, o que nunca deu muito certo. Como motos e música combinam bem, ouví-las na estrada também era um dos meus projetos.

Foi assim que também instalei alto-falantes de fones de ouvido dentro do capacete. Mais uma vez a invenção não foi muito prática, de forma que voltei a organizar pensamentos enquanto cumpria longos percursos em uma motocicleta. Só agora, décadas depois, passei a curtir música nas motos de forma confortável, graças aos modernos sistemas de áudio das grandes estradeiras.

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De qualquer forma, a música sempre foi grande companheira dos motociclistas e, por esse motivo, listar as melhores sobre o tema pode render um bom papo de mesa de bar.

O quê? Claro, a primeira música que vem à mente só podia ser ” Born To Be Wild “, do Steppenwolf, que ficou célebre juntamente com o filme Easy Rider , em 1969. Mas existem muitas outras músicas, algumas pouquíssimo conhecidas, que merecem ser lembradas.

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Vamos, então, começar com as menos óbvias. Lá atrás, em 1966, Erasmo Carlos cantava “O Homem Da Motocicleta”, composição ingênua para os dias de hoje, mas que pode ser considerada a versão de duas rodas da famosa “Rua Augusta”, de Eduardo Araújo, da mesma época, graças a versos como “quem tem medo sai da frente”, ou “freio é coisa que existe só para enfeitar”.

Assim como no cinema, os anos 60 foram muito propícios para músicas relacionadas às motocicletas, pois foi a época da rebeldia, o que sempre combinou muito com elas. Ainda em 1957 a música “Motorcycle Mike”, de Dave Day, já dava uma ideia do momento musical daquele período,

Ou a música “Bad Motorcycle”, do conjunto vocal feminino The Storey Sisters, que em 1958 já insinuava que as motocicletas eram irresistíveis para as moças.

No ano seguinte, a cantora Terry Ann confirmava esse status com a música “Motorcycle Jack”, que termina com o ronco do motor de uma motocicleta.

Um conjunto dessa época, com um nome bem sugestivo, era o Tico & The Triumphs. Inglês, naturalmente. Em 1961 eles emplacaram a música “Motorcycle”, com o ronco de um motor acelerando na introdução. Meio falso, já que esse ronco parecia mais com o do motor de um automóvel Triumph de quatro cilindros, mas valeu a intenção.

No ano seguinte, o jovem cantor popular alemão Benny Quick fez sua versão da canção, chamando-a de “Motorbiene”. Dessa vez o som do motor na introdução era nitidamente o de uma motoneta, dois tempos, provavelmente uma Vespa. Bem adequado, já que biene, em alemão, significa abelha.

Há também uma versão brasileira de “Motorbiene”, de 1964, com o conjunto instrumental mineiro Brazilian Boys. Os arranjos são até melhores que os das canções originais, mas não há som de motor na introdução (aos 16 minutos e 30 segundos).

Em 1964, as músicas sobre motocicletas continuavam explorando a sua rebeldia, como em “She’s A Bad Motorcycle”, do grupo de Chicago The Crestones.

A fase ingênua das músicas sobre motos acabou no fim da década, quando o filme Easy Rider consagrou para todo o sempre a música “Born To Be Wild”. Confesso que já não suporto mais ouví-la em reuniões motocicísticas, como se não existisse mais nenhuma outra música importante para ser tocada.

Outras músicas, no entanto, seguiram o sucesso de “Born”. Em 1970, os irmãos Allman, do Allman Brothers Band, gravaram “Midnight Rider”, sobre um cavaleiro em fuga, uma alusão à motocicleta e a estrada.

Mais interessante é uma música de Jimi Hendrix, inspirada no filme de Peter Fonda, com nome bem parecido com o do filme: “Ezy Ryder”. Apesar de ter uma música sua na trilha oficial (“If Six Was Nine”), sua homenagem ao filme só foi conhecida após sua morte, em um álbum póstumo.

Uma banda pouco conhecida, a Sailcat, gravou “Motorcycle Mama”, na qual conecta mulheres e motocicletas. O mais interessante são as imagens do clip, que mostra personagens femininas bem conhecidas pilotando motos.

Já o cantor Sammi Hagar, conhecido por ser o vocalista da banda Van Halen, ainda na sua banda anterior Montrose chama a sua namorada para um passeio de scooter em “Bad Motor Scooter”, música de 1974.

A guitarra de Neil Young sempre me impressionou, mas na canção “Motorcycle Mama”, de 1978, quem solta a voz é a cantora Nicolette Larson. Vale a pena ouvir.

Em “Unknown Legend”, ele mesmo canta e pilota sua Harley-Davidson pela Rota 66.

Falando um pouco de “roquinhos” mais leves, jamais poderíamos deixar de citar o conjunto Os Paralamas do Sucesso, que emplacaram nos anos 80 com “Vital e Sua Moto”. O Brasil estava conhecendo a popularidade crescente das motocicletas e a balada contava como Vital podia fazer tudo sobre duas rodas.

No ano seguinte, 1984, o desconhecido grupo Espírito da Coisa balançou a turminha do postinho com a bem humorada “Ligeiramente Grávida”. Versos como “subi na Kawasaki , o coração fez tic tac…”, ou “aquele motor de mil cilindradas causa reações inesperadas..” só nos faz concluir que se tratava de uma Kawa Z1000.

Fiz uma lista de cerca de 60 músicas enaltecendo a motocicleta, por isso sei que vocês poderão ouvir estas e mais algumas. São muitas. E deixei para o fim duas delas, especiais.

Uma das motocicletas mais representativas da minha história é o título desta canção de 1991, de Richard Thompson: “1952 Vincent Black Lightning”. A história é triste, o jovem rebelled James entregando sua adorada Vincent ’52 na hora de sua morte.

Por fim, fechamos com nosso querido Zé Rodrix, com “Jesus Numa Moto”, de 2000. Nessa balada, ele resume sua geração dos anos 60 e 70.

Se todas essas músicas referem-se a motocicletas, o que dizer de um conjunto chamado Os Motokas? O grupo surgiu no início dos anos 70 fazendo covers de bandas conhecidas e animavam bailinhos no Rio de Janeiro. Mas não tocavam músicas sobre motocicletas. Além do nome bastante sugestivo, eles são os responsáveis por uma coletânea de 13 LP’s, cada um com 30 canções, sempre com uma modelo montada em uma motocicleta na capa.

Rose Di Primo, Alcione Mazzeo, Nadia Lippi e outras musas dos anos 70 em companhia das mais cobiçadas motocicletas também dos anos 70. Se não for interessante ouvir o trabalho do grupo, que depois mudou o nome para Roupa nova, pelo menos vale a pena conhecer as capas. Motos e música são irmãs de mães diferentes.

Fonte: IG CARROS

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Ford vai investir US$ 580 milhões para fazer nova Ranger na Argentina

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Rangerr
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Pelas projeções e imagens vazadas até agora, tudo indica que a nova Ranger será parecida com a F-150 que aparece na foto

A Ford confirmou nesta terça-feira (1º) que irá investir US$ 580 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) para produzir, a partir de 2023, a nova geração da picape Ranger na fábrica argentina de General Pacheco.


De acordo com a fabricante, 70% desses recursos serão investidos na modernização da unidade industrial, enquanto os 30% restantes serão aplicados na localização de vários componentes do novo modelo, o que será feito em parceria com fornecedores locais.

Ainda segundo a Ford, assim como acontece com o modelo atual, cerca de 70% da produção dessa nova Ranger será destinada aos mercados de exportação na América Latina. A nova geração da picape será produzida ainda na Tailândia e África do Sul.

“Este é um passo importante para a Ford na América do Sul, para implementar um novo modelo de negócio mais eficiente, ágil e inovador, construído sobre segmentos em crescimento, com um portfólio de SUVs, picapes e veículos comerciais vibrantes e modernos, afirmou Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e mercados internacionais.

A filial argentina da Ford produz a picape Ranger desde 1998. A nova geração da picape irá substituir o modelo lançado no mercado internacional em 2011 e que desde então segue em linha com algumas alterações mecânicas e duas reestilizações, a última delas revelada no ano passado.

Antes da nova Ranger, a Ford confirmou para o próximo ano a Ranger Black, uma nova versão da picape média que será exclusiva para o Brasil e repete o visual “all black” do conceito mostrado no Salão de São Paulo de 2019.

Nova Amarok

Nova VW Amarok
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Nova VW Amarok ainda está na fase dos esboços, que por sua vez dará início ao desenvolvimento do conceito


Essa nova geração da Ford Ranger servirá de base também para a nova Volkswagen Amarok , resultado de uma parceria global assinada pelas duas empresas para o desenvolvimento conjunto de veículos comerciais.

Mas segundo a imprensa argentina, a Volkswagen recuou do plano de produzir a nova Amarok no país vizinho, optando por seguir com a produção da Amarok atual por mais tempo na Argentina, ao mesmo tempo em que produz a picape de segunda geração na África do Sul. Isso chegou a provocar dúvidas sobre a viabilidade de a Ford prosseguir sozinha com a produção da Ranger na Argentina.

Fonte: IG CARROS

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Novo Audi A5 Sportback entra em pré-venda no mercado brasileiro

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Audi A5 Sportback
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Audi A5 Sportback com motor 2.0 turbo, de 190 cv, pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos, diz a fabricante


A Audi inicia no mercado brasileira a pré-venda do novo A5 Sportback, que chega com mudanças no visual e novos conteúdos tecnológicos. O carro chega nas lojas em janeiro, em duas versões e com preços a partir de R$ 284.990.


O novo A5 Sportback , que chegou nas concessionárias europeias no início do ano, traz uma nova grade frontal Singleframe, mais larga e que segundo o fabricante foi inspirado no icônico Audi Sport quattro de 1984, faróis do tipo LED Matrix, escape com ponteiras trapezoidais e lanternas traseiras com nova assinatura visual e setas traseiras dinâmicas.

No interior, o destaque vai para o novo sistema multimídia com tela de maior dimensão e sensível ao toque, que veio acompanhado de uma lista de equipamentos tecnológicos com controlador automático de velocidade adaptativo, alerta de saída involuntária de faixa e volante esportivo multifuncional com aletas para troca de marcha.



A Audi não divulgou a lista de equipamentos completas das duas versões, que serão oferecidas no Brasil com a mesma mecânica, centrada em um motor 2.0 TFSI de 190 cv e 32,6 kgfm e no câmbio automatizado S tronic de sete marchas e dupla embreagem. Conjunto que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos.

Dotado de tecnologia híbrida-leve, que traz um motor elétrico de pequenas dimensões projetado para reduzir a carga de trabalho do propulsor convencional, o veículo pode se deslocar com o motor a combustão desligado em velocidades entre 55 e 160 km/h, além do start-stop começar a funcionar em 22 km/h. O que resulta em um ganho em termos de consumo de gasolina.

O novo A5 Sportback será oferecido no Brasil em nove opções de cores externas e três combinações diferentes para o acabamento interno. Nessa fase inicial de pré-venda, a Audi promete uma supervalorização do usado que for usado na negociação pelo carro novo.

Fonte: IG CARROS

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