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Saúde

A importância da contenção após o uso de aparelhos

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A importância da contenção após o uso de aparelhos
Creative Commons/Flickr

A importância da contenção após o uso de aparelhos

Você finalmente tirou o aparelho, e agora você tem dentes retos e o sorriso que você estava esperando desde o início do seu tratamento. Não há muito com que se preocupar com seus dentes agora, certo?

Errado. Depois de acabar tratamento com aparelhos ou alinhadores, uma das piores coisas que você pode fazer é ignorar a última parte do processo: usar a contenção. Ortodontistas enfatizarão a importância de usar a contenção após o tratamento ortodôntico e com uma boa razão. Se você não usar ela como indicado, seus dentes podem começar a voltar para suas posições originais desalinhadas.

O que é contenção

Podem der placas como os alinhadores transparentes para menter sua mordida, aparelhos ou até fios de fixação na parte interna dos dentes que irão impedir dos dentes voltarem a posição inicial do tratamento ou posições incorretas.

Por que você deveria usar contenção depois do aparelho?

A principal razão pela qual você deve usar a contenção é ter certeza de que você pode manter seus dentes em alinhados. Ao longo do tratamento ortodôntico, seus dentes foram lentamente e cuidadosamente deslocados para o alinhamento ideal, e sua mordida pode ter sido corrigida também. Mas essas mudanças não são permanentes. Se você não usar essa contenção para manter seus dentes no lugar, eles provavelmente começarão a mudar novamente, mudando o sorriso perfeito em que você investiu tanto tempo e dinheiro.

Dr Bruno Puglisi diz que recebe diversos pacientes em que se cansaram da contenção, passando a não usa-la mais e acabaram por perder todo um tratamento, tempo perdido e ainda pior o dinheiro investido.

Quanto tempo você deve usar as contenções?

Se você quer que seus dentes fiquem em suas posições ideais e perfeitamente retas, você não pode parar completamente de usar suas contenções.

Normalmente, você deve usá-los por cerca de 8 horas por noite no caso dos móveis, mas o profissional irá definir cada caso individualmente.

Escute seu ortodontista pois ele sempre pensa no seu resultado final e na satisfação do seu trabalho.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Entenda os benefícios do banho frio

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Especialistas recomendam banho frio
Thinkstock/Getty Images

Especialistas recomendam banho frio

Escolher a temperatura da água não é apenas questão de gosto. A preferência por banhos mais quentes ou mais frios traz impactos diretos para a saúde, não apenas da pele, como de todo o corpo. A melhor saída, explicam especialistas, é a água fria. Isso porque as duas opções oferecem benefícios diferentes que devem ser levados em consideração, porém, se for necessário escolher entre as duas temperaturas, o banho gelado é o que traz mais efeitos positivos.

Um dos principais pontos dos banhos mais frios é o aparente efeito estimulante do sistema imunológico. Um estudo conduzido por pesquisadores holandeses, publicado na revista científica PLOS One, com mais de três mil participantes, constatou que, entre aqueles que passaram a adotar uma rotina de água gelada, houve um número de faltas no trabalho por motivos de saúde 29% menor que entre os que tomaram banhos quentes.

Outro impacto é na ativação do sistema nervoso simpático. A água fria, quando entra em contato com o corpo, estimula a liberação da noradrenalina, um hormônio que acelera o batimento cardíaco e aumenta a pressão arterial. O mecanismo promove a sensação de se sentir revigorado e é ligado a desfechos melhores de saúde.

Além disso, o banho frio diminui o fluxo sanguíneo na pele. Mas, quando ele acaba, e o corpo precisa se aquecer, o organismo passa a trabalhar para aumentar esse fluxo na superfície. O estímulo a esse sistema é associado a uma melhor circulação do sangue no corpo.

Há ainda evidências de que a água gelada constante ajuda a acelerar o metabolismo e a perda de peso, e que a liberação da noradrenalina mencionada anteriormente pode ajudar a combater sintomas de depressão. No entanto, pessoas com predisposição para problemas cardiovasculares devem estar atentas. A exposição imediata a águas muito frias pode provocar um choque térmico no corpo, e, em casos mais graves, precipitar um ataque cardíaco.

Apesar de o banho frio de fato oferecer mais benefícios, há também pontos positivos na água mais quente. O mais evidente é a sensação de relaxamento que ela proporciona. Há estudos mostrando que esse efeito pode levar a um sono melhor, ao alívio de fadigas musculares e da tensão corporal.

Temperaturas mais altas também podem ser boas para a circulação, mas de forma diferente da água gelada. Quando expostos ao calor, os vasos sanguíneos se alargam, o que promove um aumento do fluxo sanguíneo.

Esses efeitos, que abaixam a pressão arterial, podem, no entanto, ser negativos para determinadas pessoas. Naqueles mais suscetíveis a quedas de pressão, a água quente pode levar à tontura e até mesmo a mudanças abruptas que levam a quadros de desmaio. No banheiro, isso se torna ainda mais preocupante pois pode provocar um acidente.

Além disso, a água mais quente retira da pele óleos naturais, o que pode promover um ressecamento e, eventualmente, erupções cutâneas, especialmente em pessoas com problemas de pele. As mesmas substâncias também podem ser retiradas do cabelo, deixando-os mais secos e menos hidratados.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Síndrome Respiratória Aguda Grave recua em 21 estados e no DF

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam tendência de queda em 22 unidades da federação, segundo o boletim InfoGripe divulgado hoje (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As exceções são Roraima, onde há tendência de alta, e Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí, cujas incidências se mantiveram estáveis.

A análise considera as últimas seis semanas epidemiológicas, período encerrado em 6 de agosto. Em todo o Sul e Sudeste e em boa parte do Nordeste e Centro-Oeste, a probabilidade de queda nos casos de SRAG é maior que 95%.

O monitoramento dos casos de SRAG ganhou destaque durante a pandemia de covid-19, porque as hospitalizações causadas pelo SARS-CoV-2 passaram a dominar os casos virais dessa síndrome. Segundo a Fiocruz, nas últimas quatro semanas, 79,1% dos casos de SRAG viral foram causados pelo novo coronavírus.

Apesar de apenas o estado Roraima apresentar tendência de alta na análise das últimas seis semanas, quando os pesquisadores se debruçam sobre as capitais, há avanço na incidência da SRAG em Belém, Boa Vista e no Recife.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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