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“A Fazenda 12”: Após briga, Stéfani sonha que está socando Luiza Ambiel

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Luiza Ambiel e Stéfani Bays
Reprodução Record TV

Luiza Ambiel e Stéfani Bays


Luiza Ambiel e Stéfani Bays andaram se desentendendo recentemente em “A Fazenda”.  A briga, que não passou de uma discussão na vida real, tomou outros rumos nos sonhos da ex-“De Férias Com o Ex”. Nesta segunda-feira (19), a peoa admitiu para Jakelyne que sonhou que dava socos em Ambiel.

“Fiquei com medo do meu sonho. Falei: ‘Meu Deus, vai se tornar realidade. Deus me livre’. Olha que loucura, sonhei que eu e a Lu, a gente se socava lá …”, disse Sté. A sequência da cena, no entanto, foi cortada pela transmissão 24 horas de “A Fazenda 12”.

Durante a conversa, Jake também contou um sonho que teve recentemente: “Sonhei que a Jordana dava uma surra de chicote em uma menina aqui dentro, porque ela tinha pegado metade do tomate”.

Fonte: IG GENTE

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Filme sobre Eduardo e Mônica é ‘catarse coletiva’, diz diretor na CCXP Worlds

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Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds
Reprodução/CCXP Worlds

Os atores Gabriel Leone e Alice Braga e o diretor René Sampaio em painel na CCXP Worlds


Neste sábado (05), foram revelados detalhes sobre o filme Eduardo e Mônica , inspirado na música de mesmo nome composta por Renato Russo para o Legião Urbana. O diretor René Sampaio e os atores Gabriel Leone e Alice Braga, que dão vida ao casal, participaram de painel sobre o longa na CCXP Worlds


Eduardo e Mônica conta a história de um casal de personalidades e universos completamente diferentes, mas que começam a se aproximar e a viver uma história de amor. Trata-se de uma história real, já que o compositor se inspirou em um casal de amigos.

Os atores contaram que mergulharam muito no universo da música e de Renato para conseguir evocar a energia catártica e nostálgica da canção para o público. “O Renato também tinha muito do Eduardo e da Mônica”, diz Gabriel para o curador da CCXP Worlds, Marcelo Forlani.

Para Alice, o filme é uma verdadeira homenagem para a figura de Renato Russo e uma maneira de celebrá-lo no imaginário do público brasileiro. “Esse filme foi uma oportunidade de poder fazer o coração dele bater um pouquinho através do nosso”, diz a atriz.

Esse é o segundo filme de René baseado na obra do líder do Legião Urbana. Ele também adaptou a história de Faroeste Caboclo em 2013, que foi estrelado por Fabrício Boliveira e Isis Valverde. No painel, ele revela que a intenção é fazer uma trilogia das músicas de Renato, mas não revela qual deve ser a terceira adaptação.

“Eu sou fã do Legião Urbana desde moleque, conheci em uma festinha aos 12, 13 anos, e a obra do Legião já fazia sentido para mim naquela época. Ao longo dos anos não só continuou fazendo sentido como passou a conquistar mais pessoas”, afirma o diretor.

os atores caracterizados de eduardo e monica
Divulgação

“Eduardo e Mônica foi uma oportunidade de poder fazer o coração do Renato bater um pouquinho através do nosso”, diz Alice Braga


Uma dessas pessoas é o intérprete de Eduardo. Gabriel conta que se considera um grande fã do Legião Urbana e que quem o introduziu à banda foi os pais. “Dar vida a esse personagem, criado da cabeça e da alma do Renato, foi muito especial. Foi a realização de um sonho para mim e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade muito grande como fã”, conta o ator.

Alice também conta que é uma grande admiradora principalmente da obra de Renato Russo como compositor e poeta. O roteirista Jorge Furtado, grande amigo de sua mãe, Sônia Braga, foi quem apresentou a música a ela.

A atriz também conta que ‘Eduardo e Mônica’ representou uma virada em sua carreira, já que foi sua primeira comédia romântica. “Foi uma experiência linda. O René queria me tirar desse lugar do drama, do peso, e me trazer para uma coisa mais solar, mais viva.

O lançamento de ‘Eduardo e Mônica’ seria em março deste ano, mas foi adiado por causa da pandemia. Mesmo assim, o filme já foi premiado no Festival de Edmonton, no Canadá. René conta que foram feitas diversas propostas para levar o filme ao streaming, mas recusou.

“A gente faz questão que o filme vá para o cinema porque é um evento. É para levar a família, celebrar em conjunto, uma catarse coletiva. O público merece ver na tela grande”, diz o diretor. Alice complementa que é muito importante que ‘Eduardo e Mônica’ vá para o cinema depois da pandemia. “Vai ser muito bom para o coração poder falar de amor”, diz a atriz.

‘Eduardo e Mônica’ ainda não tem uma data de lançamento, mas o filme foi lançado no fim de 2019. Veja aqui:


Fonte: IG GENTE

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CCXP Worlds: Ator diz que 1ª cena de Sr. Barriga em Chaves não estava no roteiro

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Edgar Vivar para a CCXP Worlds
Reprodução/CCXP Worlds

Edgar Vivar conta histórias sobre os bastidores de Chaves em painel da CCXP


Neste sábado (05), a  CCXP Worlds recebeu o ator Édgar Vivar para um painel sobre o seriado mexicano Chaves . Durante o painel, ele revelou que a primeira aparição do Sr. Barriga , um de seus personagens na série, não estava originalmente no roteiro. 


Segundo ele, a primeira vez que o personagem foi introduzido para o público foi acidental. “Eu lembro da primeira vez em que o  Sr. Barriga apareceu na vizinhança. Foi um episódio memorável, marcante, porque minha aparição foi acidental. Eu não estava no roteiro”, diz o ator. Trata-se do episódio O Despejo, em que o Sr. Madruga é colocado na rua.

O resultado foi tão bom que o criador e protagonista da série, Roberto Gómez Bolaños, aprovou e manteve sua participação. A partir desse momento, eles estabeleceram que o Sr. Barriga sempre seria recebido com desdém ao chegar na vila. “Sempre me trombavam, jogavam tijolos, água ou tinta em mim”, conta.

Perguntado sobre sua relação com os fãs, Vivar conta que é muito comum que as pessoas o vejam na rua e dizem não ter dinheiro para pagar o aluguel. Além disso, há quem se ofereça para pagar o dinheiro que Sr. Madruga deve na série.

Alguns fãs chegaram a fazer o cálculo de quanto o personagem estaria devendo caso os 14 meses de aluguéis fossem cobrados hoje em dia. “Me falaram que daria algo em torno de 120 mil euros”, lembra o ator.

Ao contrário do que é mostrado na série, Vivar garante que sua relação com Ramón Valdés, intérprete do Senhor Madruga, era de muita amizade. “Ele vivia perto da minha casa, éramos vizinhos. Ele passava aqui muitas vezes. Era um cara muito engraçado, muito transparente”, lembra. Ramón faleceu em 1988, vítima de câncer no estômago.

Entre as histórias sobre os bastidores, Vivar conta sobre como foi seu encontro com Bolaños. O ator conta que foi indicado por um diretor de comerciais e foi chamado para uma entrevista na Televisa.

“Ele [Roberto] perguntou se eu já tinha trabalhado na televisão, e eu disse que só tinha feito teatro e comerciais. Ele disse que nesse tipo de programa a gente não usaria ponto. E eu perguntei: ‘o que é um ponto?’. E ele respondeu que eu estava contratado”, lembra.

Vivar comentou ainda o fato de que os  canais de televisão deixaram de exibir o programa depois que o filho de Bolaños, Roberto Gómez Fernández, adquiriu os direitos autorais da Televisa. “Eles estavam em negociação, mas foram suspensas. Espero que vocês possam voltar a assistir Chaves no próximo ano”, afirma Vivar.

Fonte: IG GENTE

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