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Opinião

A busca por novos caminhos

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Wilson Fuá

Temos vários caminhos individuais a seguir, e estes são tão únicos e ao mesmo tempo tão dispersos que as vezes sentimos a necessidade de misturar semelhanças com os caminhos dos outros, o que alguns chamam de “inveja”, mas na viagem da vida só tem um lugar e o seu viver tem hora marcada para começar e terminar, toda a sua história terá um fim com sucesso ou o fracasso, o que depende muito do seu resultado individual e raramente não tem interferência dos palpiteiros, mas seguir em busca permanente dos objetivos depende muito de você mesmo.

Tenha certeza que vale a pena viver a vida real, viver e comemorar esta nossa existência, ela é única e não volta mais. Aproveite sua vida, viva o real, marque um encontro, compartilhe emoções de estar com as pessoas numa mesma cidade, em vários lugares dessa cidade tem pessoas a te esperar: solidão eletrônica sai dessa.

Ninguém viverá sua vida para você. Comemore a sua vida, ela é um milagre da natureza, junto com você existem milhões de seres vivos que estão simplesmente cumprindo o seu instinto de sobrevivência e às vezes até compartilham alguns acordos que por aqui combinamos chamar de casamento.

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Nunca abandone suas metas pela metade, todos nós somos dotados de capacidade suficiente para alcançar nossos sonhos e objetivos planejados, mesmo que durante o percurso de vida até possa aparecer algumas decepções, por um momento podemos até apertar o botão de “pause”, por vários momentos podemos mudar ou reavaliar os nossos conceitos, porém desistir do prazer de viver: “NUNCA”.

Economista Wilson Carlos Fuá – É Especialista em Administração Financeira e Recursos Humanos

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Opinião

JORGE MACIEL VLT: vamos ‘levar’ tudo?

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(*) JORGE MACIEL

Esse enredo das “O obras do VLT”, tema recorrente após a interrupção das obras ao fim de 2014, terá certamente um ‘remake’ na direção do atual governador Mauro Mendes. A ideia do reaproveitamento da estrutura que jaz, carcomida e morta -, não é transe exclusivo seu. Já vimos esse filme e poderemos até, de 2023 para frente, voltar a assistir a um VLT 3, como os filmes de Stallone. O que quer o atual governador é a reedição indolente do que quis Pedro Taques em 48 meses – sem contar as garantias do então secretário de Cidades, o deputado Wilson Santos, que jurou, sabe-se lá se fazendo figa ou não, que os trilhos e seus trens chegariam, pelo menos, até o bairro do Porto, até 2018.

O bom senso – já que o contribuinte não tolera mais ver impostos fugirem como fumaça pelo vão dos dedos – seria aproveitar o traçado necrosado, criando-se nova alternativa menos morta de transporte. Ou que se faça outra coisa qualquer, mas qualquer outra coisa mesmo, menos o  ‘déjá vu’ desse desavergonhado desperdício, sem o custo-benefício da razão. Há toda sorte de impedimentos para a materialização do [im]provável VLT.

Primeiro, o VLT não seria (como nunca o foi) –  uma opção ideal de transporte público, tanto pela carestia dos bilhetes como pela miúda capacidade de solucionar o problema de demanda de transporte urbano cuiabano/várzea-grandense – o BRT é bem mais racional e mais barato, por exemplo. Depois, no momento atual, seu custo não é compatível com a capacidade de [novo] investimento do Estado. Com orçamento deste ano estimado em pouco mais de vinte bilhões de reais – e um buraco de quase três mais a queda vertiginosa da arrecadação, Mato Grosso não tem e seguramente não terá dinheiro para por o trem nos trilhos – com recursos de outras fontes ou não. Ademais, no imaginário coletivo, por estas bandas, VLT é a mais completa tradução de ladroeira. Pode até ser que no “Aurélio” o termo signifique outra  nada ardilosa, mas no ‘cuiabanês’ VLT é a leitura exata da sigla “Vamos Ladroar Tudo”.

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Tecnicamente, seis anos depois de ter provocado a falência de empresas, tornar o trânsito um pandemônio e incomodar a população de duas cidades, até hoje, o VLT teria que ser reinventado. No que está, pouca coisa poderia ser reaproveitada.

O desnivelamento e outras patologias físicas que atingiram os trilhos e “dormentes” de concreto, corrosão, erosão, não têm mais restauro – embora o que foi feito nem represente 5% do projeto nas duas linhas, sentidos VG/CPA e Coxipó/Centro.  A contaminação do lastro por resíduos sólidos, pó, lama, chuvas, poças sem dreno e ferrugem impedem a continuação das obras, a partir do que está. Na engenharia que trata de metrôs e trilhos, o nivelamento tem que ser de alta precisão sob o risco de trepidação e descarrilamentos. Isso tudo sem contar que os bondes estão atirados ao sol inclemente e às chuvas e poeira, dias após dias, meses após meses, anos após anos. Na visão geral, o que há posto é o aparente espectro de ferro-velho.

Gastar mais recursos públicos com esse delírio não é coisa que se faça ou se pense. O dinheiro, bem perto de dois bilhões de reais, que zeraria o déficit habitacional do Estado, levando-se em conta que o dinheiro viria da Caixa, por exemplo, já foi gasto com viagens, carros, mansões,  fazendas, bois (…). Impunemente.

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Ao alardear a retomada das obras do VLT, como teimou Taques embebecido pelos sopros da estupidez de amigos e assessores, Mendes faz-nos pensar que  tenha perdido o juízo. Tomara que seja um sintoma passageiro! Pão-duro e responsável como é, Mauro talvez tire o VLT da cabeça e ponha outra coisa no lugar.

Bem fez o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que mandou recompor os canteiros das avenidas, onde toda arborização tombou precoce e precipitadamente ao sabor de dementes e insensatos. O que fez Emanuel Pinheiro, sob reproches de Mauro Mendes, deveria ser seguido pela prefeita Lucimar Campos, de Várzea Grande.

Com tanta demanda social à vista, com parcos recursos em caixa, o melhor seria dar um fim a um projeto traumático que só causou males e que, mesmo que ficasse pronto, seria muito mais um cômico  enfeite de luxo que a solução para o caos urbano provocado por ruas abarrotadas de veículos e pela profusão de sinaleiros. Os recursos consumidos por esse projeto não voltarão jamais, até porque Silval Barbosa e a leva de gente que se regalaram com o dinheiro que seria para trens e trilhos, caíram no esquecimento, posto que a chamada justiça trocou milhões de reais da pilhagem por bijuterias inúteis conhecidas por tornozeleiras eletrônicas de pouca valia. Falar em VLT, no momento, é o mesmo que exaltar o desatino. Quem pensa que ao sonhar com tal coisa esteja curtindo um sonho plácido, em verdade, padece de um ofegante pesadelo individual e coletivo.

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(*) Jornalista em Cuiabá

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Opinião

DIRCEU CARDOSO – Afastamento e suicídio de policiais

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Três policiais do Rio de Janeiro e dois de São Paulo são afastados do trabalho todos os meses por problemas de ordem psicológica ou psiquiátrica. Esse quadro, além de indicar membros da classe como verdadeiras bombas humanas, possíveis de explodir a qualquer instante e lugar, também é responsável pela elevada taxa de suicídios entre os 425 mil homens e mulheres policiais distribuídos pelos 26 estados e distrito federal. Embora não exista uma estatística nacional, sabe-se que São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são os estados com maior número de policiais a tirar a própria vida nos últimos anos. Em São Paulo, 182 suicidaram-se entre 2006 e 2016 e o quadro se agravou a partir de 2012. Segundo dados da Ouvidoria das Polícias, só em 2017 e 2018 ocorreram 71 casos e o mais grave é que, destes, 20 foram em 2017 e os outros 51 em 2018, um crescimento de 73%, que preocupa o ouvidor Benedito Mariano.

As estatísticas estaduais também demonstram o afastamento por transtornos mentais de 5.625 policiais em Pernambuco (de 2012 a 2018), 4.115 em São Paulo (2008 a 2018), 2068 em Santa Catarina (2013 a 2018), 1914 em Mato Grosso do Sul (2012 a 2018) e 1014 em Alagoas (2015 a 2018).

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Mesmo parciais, os números conhecidos fornecem elementos para o raciocínio sobre o problema. Devemos compreender que esses distúrbios decorrem da atividade estressante e de questões pessoais, familiares e sociais. Pela característica de sua atividade, o policial resiste até onde aguenta para só depois pedir ajuda, quando não opta pelo desfecho extremo, afirmam profissionais que trabalham no seu atendimento. As considerações de psicólogos, militares e principalmente dos vitimados podem ser encontradas em diferentes publicações jornalísticas e livros que abordam o problema.

Entre as muitas reformas de que a sociedade brasileira é carente, destaca-se a problemática dos policiais. Não têm sido raras as greves que, mesmo proibidas, ocorrem em vários estados, o bico que hoje praticamente institucionalizado diante dos baixos salários, e questões supervenientes como impossibilidade de suprir as necessidades familiares, dívidas, moradia de risco e outras carências. Os governantes têm o dever de voltar suas atenções para esse drama que é dos policiais mas se projeta automaticamente na sociedade a que ele serve e, deprimido, pode instabilizar com decisões equivocadas que podem levar à própria morte e a de terceiros.

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Os regulamentos militares são rígidos. O policial é, por isso, um profissional diferenciado. Carrega consigo deveres obrigações críticas e nem sempre dispõe de recursos próprios ou mesmo da corporação para se proteger e cumprir sua jornada sem problemas. Seu trabalho é de larga relevância à sociedade, mas não se deve esquecer que ele também é um ser humano com necessidades e carente de cuidados, principalmente de seus empregadores, que são os governos estaduais…

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 

[email protected]                                                                                                     

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