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Saúde

8 dicas para estimular o bebê a engatinhar

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8 dicas para estimular o bebê a engatinhar
Redação EdiCase

8 dicas para estimular o bebê a engatinhar

Ortopedista pediátrica explica como incentivar o desenvolvimento das habilidades motoras das crianças

O desenvolvimento motor e cognitivo durante o primeiro ano de vida é intenso e fascinante. Em pouco tempo, aquele serzinho recém-chegado ao mundo é capaz de rolar, sentar, sustentar a própria cabeça e explorar o mundo ao seu redor. Cada criança tem um ritmo e cada etapa tem a sua necessidade de atenção, uma vez que novos riscos podem surgir no caminho do pequeno. 

A Dra. Natasha Vogel, ortopedista pediátrica, lembra que entre 7 e 10 meses o bebê pode iniciar os movimentos de engatinhar. “Para isso, os bracinhos e pernas devem estar fortes para sustentar o tronco e elevá-lo do chão”, destaca. 

> Cuidados com os primeiros dentes do bebê

Dicas para incentivar o bebê a engatinhar

Há diversas formas de engatinhar: com 4 apoios (mãos e joelhos no chão), de bumbum com o auxílio das mãos, deslizando de barriga para baixo, entre outras. “O mais importante é o bebê ser capaz de explorar o ambiente e fortalecer os seus músculos para poder aprender a caminhar. É muito importante que pais e cuidadores incentivem o desenvolvimento das habilidades motoras das crianças”, diz a médica. 

Algumas crianças , no entanto, não curtem engatinhar e tentam pular essa etapa tão importante para o desenvolvimento. Para esses casos, a Dra. Natasha dá algumas dicas:

1. Ofereça estímulos

Os estímulos devem ser oferecidos com a criança acordada e tranquila.

2. Coloque a criança de bruços

Coloque a criança de bruços, mas sempre com supervisão de um adulto. Bebês com mais de 6 meses podem ficar de 20 a 30 minutos nessa posição.

> Refluxo gastroesofágico em bebês: veja como evitar

3. Utilize espelhos

Usar espelhos pode ser divertido. Além disso, pode ativar a curiosidade natural da criança e estimular o engatinhar.

4. Engatinhe com o bebê

Engatinhar com o seu bebê pode ser encorajador e um bom exemplo para o pequeno.

5. Não exagere na prática

A criança pode ficar irritada e chorar se os pais exagerarem nos estímulos. Está tudo bem se a brincadeira tiver de parar. É importante que ele tenha associações positivas durante os treinos.

6. Mostre objetos

Mostre objetos que despertem o interesse da criança e que não estejam tão perto dela.

7. Coloque obstáculos no caminho

Conforme a criança for criando habilidade, podemos colocar pequenos obstáculos nos caminho (almofadas, caixas, travesseiros).

> Receitas de papinhas salgadas para bebês

8. Brinque com o bebê

Se envolver na brincadeira e se esconder atrás dos obstáculos e brincar de “ACHOU” também pode ser uma boa dica.

Atenção redobrada ao bebê

No entanto, se o bebê já engatinha, é necessário ter atenção redobrada com o ambiente para prevenir acidentes. O bebê nunca deve ficar sem supervisão de um adulto, por exemplo, o berço deve ter o colchão abaixado . Também é preciso colocar grades em escadas e na porta de cômodos perigosos, como cozinha e quintal.

“Também é preciso tirar objetos pequenos do chão para evitar que o bebê leve à boca. É necessário cuidado com quinas, tomadas, fios soltos e sempre deixar a criança longe de locais com água, porque apenas 5 cm de profundidade são suficientes para um afogamento”, alerta Dra. Natasha.

Confira diversas receitas de papinhas para o seu filho.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vídeo: implante biodegradável alivia a dor sem usar medicamentos

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Implante biodegradável para aliviar a dor não utiliza medicamentos e pode combater o vício em opioides.
Divulgação / Northwestern University 1.7.2022

Implante biodegradável para aliviar a dor não utiliza medicamentos e pode combater o vício em opioides.

Um dispositivo biodegradável desenvolvido por pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, pode se tornar em breve uma importante estratégia para o alívio de dores, atuando por meio de um implante no corpo sem a necessidade de medicamentos.

Por isso, os responsáveis pela iniciativa afirmam que o aparelho, primeiro do tipo, pode ser uma importante alternativa às medicações analgésicas com alto poder aditivo, como os opióides. Em estudo publicado ontem na revista científica Science, os cientistas detalham o projeto e a eficácia em testes com animais.

O dispositivo tem apenas cinco milímetros de largura e é inserido na área onde a sensação é desejada, envolvendo os nervos que enviam o sinal da dor até o cérebro. Ele funciona por meio de ativação externa, sob demanda, e parte de um conceito simples: o de que aplicar temperaturas mais baixas sobre uma região ajuda a minimizar a dor.

Quando ativado, ele resfria esses nervos sensitivos, deixando-os dormentes e bloqueando o sinal da dor para o cérebro. O comando externo permite ainda que o usuário altere a intensidade do efeito. Com o tempo, quando o aparelho já não é mais útil, o próprio corpo absorve o material, dispensando a necessidade de uma cirurgia para remoção.

“A tecnologia explora mecanismos que têm algumas semelhanças com aqueles que levam os dedos a ficarem dormentes quando estão frios. Nosso implante permite que esse efeito seja produzido de forma programável, direta e localmente para os nervos alvo, mesmo aqueles profundamente dentro dos tecidos”, explica o pesquisador de bioeletrônica John Rogers, professor da universidade e líder do desenvolvimento do dispositivo, em comunicado.

Para os cientistas, a novidade tem maior potencial para pacientes que precisam de fortes analgésicos após procedimentos cirúrgicos, por exemplo. Eles afirmam que os médicos poderão inserir o dispositivo já durante a operação, eliminando a necessidade do uso de medicamentos que têm um alto poder aditivo, como os opióides, no pós-operatório.

“Embora os opióides sejam extremamente eficazes, eles também são extremamente viciantes. Como engenheiros, somos motivados pela ideia de tratar a dor sem (o uso de) drogas – de maneiras que possam ser ativadas e desativadas instantaneamente, com controle do usuário sobre a intensidade do alívio”, defende Rogers.

Dispositivo é solúvel em água; veja vídeo


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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ministério viabiliza reajuste de salário para agentes de saúde

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Mais de 280 mil agentes comunitários em saúde e de combate a endemias profissionais em todo Brasil serão beneficiados com duas portarias que oficializam o aumento da remuneração desses profissionais. Elas liberam R$ 2,2 bilhões em crédito adicional para custear a medida.

A normativa do governo atende o que determina a Emenda Constitucional nº 120, de 5 de maio de 2022, aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo a norma, o incentivo federal para o financiamento desses profissionais não deve ser inferior a dois salários mínimos.

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, “os agentes comunitários de saúde e endemias são os olhos e ouvidos do Sistema Único de Saúde (SUS) na casa dos brasileiros”. Os profissionais são essenciais para a integração entre serviços de saúde da Atenção Primária e a comunidade, e devem estar vinculados às Unidades Básicas de Saúde (UBS) e credenciados pelo Ministério da Saúde.

Salário reajustado

Com a mudança, a remuneração por agente passa a ser de R$ 2.424,00. Já os agentes de combate a endemias têm outra função. Eles trabalham na prevenção de doenças como dengue, zika, chikungunya, raiva, febre amarela e leishmaniose. Também são responsáveis pelas ações de orientações da população quanto aos principais sintomas e ajudam no controle dos casos suspeitos em cada região e na vacinação de cães e gatos contra raiva.

Para o presidente da Federação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias (Fenasce), Luis Claudio, “esse momento é histórico, pois uma luta de 11 anos hoje se consagra com esse reajuste. Esses profissionais não medem esforços para levar o SUS até a população, principalmente, aquela vulnerável”, explicou.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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