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Política MT

Primeiro partido a declarar apoio a Mendes, Podemos prevê eleger dois estaduais e um federal; veja lista

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O Podemos de Mato Grosso realizou convenção estadual na noite desta segunda-feira (25), na Assembleia Legislativa, onde homologou os nomes de 25 candidatos a deputado estadual e nove deputados federais para a disputa eleitoral deste ano.

“Homologamos os nomes dos nossos candidatos para a disputa eleitoral deste ano. São homens e mulheres com ficha limpa, boas propostas e compromissados com a boa política para a defesa de um Mato Grosso que se desenvolva levando oportunidades para todos. A nossa meta para eleição deste ano é de eleger dois deputados estaduais e um federal”, disse o vereador Dilemário Alencar, presidente do Podemos em Mato Grosso.

A convenção do Podemos também deliberou que para o cargo de governador o partido apoiará a reeleição do governador Mauro Mendes (UB). Já para o cargo de senador, a ata da convenção ficará aberta até o prazo previsto pela legislação eleitoral para a executiva do partido decidir apoio a candidato de outra sigla partidária.

“O apoio à reeleição do governador Mauro Mendes foi decidido com base no resultado de uma gestão estadual que apresentou resultados positivos, não só para Cuiabá, mas para todos os municípios mato-grossenses. Fizemos isso pensando em Mato Grosso, que não pode voltar para trás. Lembro que Mauro Mendes assumiu há quatro anos um estado quebrado, com salários de servidores atrasados, viaturas da polícia sem fazer ronda porque o governo devia os postos de gasolina, a saúde não funcionava, as escolas em péssima situação e as estradas abandonadas. Hoje, temos uma gestão estadual superavitária, que paga os servidores e fornecedores em dia, e fazendo obras importantes em todo estado”, pontuou o líder do Podemos.

Consta na lista de candidatos a deputado estadual pelo Podemos os nomes dos vereadores Dilemário Alencar (Cuiabá), vereador Adriano Carvalho (Primavera do Leste), vereador  Arnildo Neto (Diamantino),  vereador Luciano Silva (Alta Floresta), vereador Lennon Corezomae (Barra do Bugres), vereadora Elaine Antunes (Tangará da Serra),  ex-vereador Marcelo Bussiki, dos  suplente de  vereadores Valdemir Bernardino,  Valmir da Farmácia, Nilson Portela, Marcão do Alho, Tenente Esteves, professor Kapitango, Gilson Lindo, Selma Duarte, Dulcineia de Sorriso, Telma Delgado e Selma Duarte.

Já na lista para deputado federal, conta os nomes do o ex-deputado federal Cabo Juliano Rabelo (Cuiabá), do médico Marcos Harter (Sorriso), do corretor Manoel Noshang (Nova Mutum), do professor Cesar Rascec (Juína), do advogado Cesar Lima, da ex-secretária de Assistência Social de Várzea Grande, a advogada Mara Araújo, e da servidora aposentada da Sema Leonice Lotufo.

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“Não tem nada de pressão é uma questão de foro íntimo”, diz Wallace ao anunciar recuo de disputa por vaga na AL

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Ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV): “ouvi o coração, não estava feliz com o projeto de voltar à política”

O ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV), anunciou a pouco sua desistência em disputar uma cadeira da Assembleia Legislativa nas eleições deste ano. “Eu estava neste projeto de candidatura a um ano, mas por uma questão de foro íntimo deixo a disputa. Não sei se quero isso para mim”, disse Wallace Guimarães com exclusividade para o portal ODOCUMENTO.

Conforme Wallace Guimarães, sua decisão foi exclusivamente por não estar feliz com o projeto de candidatura este ano. “Não tem nada  de pressão é uma questão de foro íntimo. Também não estou feliz em continuar com este projeto”, destacou.
O ex-candidato disse que a única coisa que o deixa entristecido é o fato das pessoas que já estavam engajadas no seu projeto de eleição para este ano. “Fico entristecido por conta das pessoas que já estavam no meu projeto de candidatura. E agradeço o meu partido o PV e a federação por conta do apoio que tive até o presente momento”, afirmou. “Posso ter acordado um pouco tarde, mas depois de uma conversa com minha família, filhos e amigos decidi deixar a disputa das eleições de outubro próximo”.
Conforme Wallace Guimarães, um dos motivos que mais pesou em sua decisão foi a atuação na medicina. Médico por profissão Wallace disse que pretende continuar com o trabalho que realiza no setor de saúde da cidade industrial. Ele diz ainda que vai continuar militando no partido e apoiando os projetos do PV em Mato Grosso mas que qualquer possibilidade de candidatura está afastada. “O PV tem bons quadros e a federação também e vamos estar na trincheira apoiando os companheiros”, completou.
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Júlio vê UB com força para eleger até 4 deputados estaduais e ‘estranha’ PSB na suplência de WF

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Partidos de Alckmin e Bolsonaro estão juntos em chapa de Wellington Fagundes ao Senado em MT

O ex-governador Júlio José de Campos (União Brasil), candidato a deputado estadual nas eleições deste ano, afirmou a jornalistas nesta segunda-feira (15), que a chapa do partido para a Assembleia Legislativa tem seis generais que vão disputar três vagas. “Eu digo que tem seis generais para três vagas. Vai ter uma cotovelada geral entre os seis para ver qual vai ser a promoção”, disparou.

Segundo Júlio Campos, a alta cúpula do partido se reuniu neste final de semana, decidiu oficializar e traçar a campanha. Já está mais ou menos organizado e “acredito que poderemos até fazer um quarto, mas com muita dificuldade, porque não conseguimos preencher o total de vagas”.

“Eram 25, conseguimos só 19 candidatos, e alguns com pouca penetração eleitoral, o normal é calcular que consigamos fazer três com certeza. E nenhum partido passará mais do que isso. É normal cada partido fazer uma vaga, a segunda vaga já é muito difícil para qualquer partido”, declarou.

Sobre a definição da segunda suplência de senador na chapa do senador Wellington Fagundes (PL), que disputa coligado com o União Brasil, Júlio Campos disse que “realmente é uma confusão para dar, vender e alugar. Eu mesmo nem sei quem é o segundo suplente. É do Lula (?)…é estranha essa composição, esdrúxula, fora do contexto. Não tem nem como explicar até para o eleitorado, mas em todos casos vamos aguardar o julgamento eleitoral. É o caso do vice da Márcia Pinheiro, ninguém sabe né”, opinou.

Segundo Júlio Campos, “é difícil explicar não só para o Bolsonaro, como para o eleitorado. É estranho, mas o eleitorado é que vai julgar”.

 

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