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Saúde

7 tipos de alimentos ricos em proteínas

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7 tipos de alimentos ricos em proteínas
Redação EdiCase

7 tipos de alimentos ricos em proteínas

Esses nutrientes contribuem para o funcionamento do corpo e auxiliam no emagrecimento

As proteínas são essenciais para o funcionamento do corpo humano, pois ajudam na construção da pele, músculos, ossos e outros tecidos. Além disso, também auxiliam no processo de emagrecimento, pois possuem lenta digestão e aumentam a sensação de saciedade. 

São nutrientes que podem facilmente ser encontrados em diferentes tipos de alimentos, sejam eles de origem vegetal ou animal. Por isso, a nutricionista Thatyana Freitas listou alguns alimentos ricos em proteínas e os benefícios oferecidos por eles. 

1. Laticínios (leites e derivados)

Apresentam proteína de alto valor biológico, cálcio e vitaminas A, D e E. Os laticínios são responsáveis pela formação e manutenção muscular. 

> Entenda a relação entre alimentação e bom humor

2. Carnes magras (aves, peixes e carne vermelha)

Possuem vitaminas A, D, E e K, aminoácidos, proteínas e minerais (ferro, zinco, cálcio, fósforo, magnésio, sódio e potássio). As carnes magras fornecem matéria-prima para a formação das células e hormônios. 

3. Ovo

O ovo é uma fonte importante de proteína. Além disso, possui tiamina, riboflavina, folato e vitaminas B6 e B12, que são substâncias essenciais para a produção de energia mais estável.

Na gema, encontra-se uma substância denominada colina, que atua diretamente no cérebro, preservando a memória. A albumina, que é encontrada na clara, ajuda na formação muscular e gera saciedade. 

> Cardápio vegetariano: café da manhã, lanche, almoço e jantar

4. Leguminosas (lentilhas, feijões, ervilhas, soja e grão-de-bico)

Contêm proteínas, carboidratos complexos, vitaminas do complexo B, fibras solúveis e insolúveis e sais minerais. Em geral, este grupo contribui para o controle dos níveis de colesterol no sangue. 

5. Cereais (arroz, aveia, centeio e cevada)

Possuem proteínas, fibras, vitaminas, minerais e carboidratos complexos. Os cereais auxiliam no bom funcionamento do intestino e são os principais fornecedores de energia para as células. 

> 6 alimentos que fazem parte da dieta mediterrânea

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Oleaginosas auxiliam na redução do colesterol (Imagem: Shutterstock)

6. Oleaginosas (nozes, castanhas, amendoim e pistache)

Apresentam proteínas, selênio, fibras e gorduras boas (mono e poli-insaturada). As oleaginosas atuam como antioxidantes e auxiliam na redução do colesterol. 

7. Quinoa

Possui cerca de 20 aminoácidos diferentes, proteínas, carboidratos, fibras, ômega 3 e 6, minerais, vitaminas do complexo B e um alto valor nutritivo biológico.

Esse alimento contribui para o fortalecimento da imunidade e para a preservação da elasticidade das fibras musculares. Além disso, contém fitoestrógenos, que são responsáveis por ajudar a amenizar os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual) e da menopausa. 

Confira mais notícias sobre saúde na revista Cuidando da saúde

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid em SP: SMS solicita que pessoas 35+ recebam 2ª dose adicional

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SMS de São Paulo solicita que população acima de 35 ano recebe segunda dose de reforço
Reprodução: BBC News Brasil

SMS de São Paulo solicita que população acima de 35 ano recebe segunda dose de reforço

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) enviou, na manhã desta terça-feira (5), um ofício ao Ministério da Saúde (MS) solicitando que a população acima de 35 anos de idade seja incluída no calendário de vacinação com a segunda dose adicional (DA2) contra a Covid-19 . A estimativa populacional desse contingente é de cerca de 1 milhão de pessoas.

Ao todo, a cidade já aplicou mais de 33 milhões de doses. Até ontem (4), 2.260.434 de doses foram aplicadas como 2ª dose adicional, cobrindo 56,8% do público elegível. Outras 7.742.644 doses foram aplicadas como 1ª dose de reforço, equivalente a 81,3% de cobertura vacinal.

Para o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, a dose de reforço é essencial para continuar protegendo a população de quadros mais graves da Covid-19.

“São Paulo é a capital mundial da vacina e essa grande adesão da população à vacinação mostrou sua eficiência e importância para evitar que casos de Covid-19 se agravem e levem a internações. Pedimos à população que procure a UBS mais próxima de sua casa ou trabalho e não deixe de se vacinar.”


Atualmente, são esperadas cerca de 627 mil pessoas que, por razões desconhecidas, deixaram de receber a segunda dose (D2) contra a Covid-19 na capital. Há também 2,5 milhões de pessoas aptas para a primeira dose adicional da vacina (DA1) que ainda não procuraram os postos.

Por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a SMS realiza rotineiramente busca ativa dessa população e disponibiliza, de segunda a domingo, inclusive em feriados, a vacinação em diversos postos por toda a cidade.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Infarto de repetição: entenda o problema vivido por Mario Frias

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Mario Frias, ex-Secretário Especial da Cultura e pré-candidato a deputado federal por São Paulo
Roberto Castro/ Mtur

Mario Frias, ex-Secretário Especial da Cultura e pré-candidato a deputado federal por São Paulo

Mario Frias, ex-secretário da cultura do governo Bolsonaro, foi hospitalizado após sofrer um ataque cardíaco , na noite de segunda-feira (4), em Brasília. Este é o terceiro infarto de Frias, que tem apenas 50 anos, desde que assumiu a Cultura do governo Bolsonaro, em junho de 2020.

O cardiologista Marcelo Franken, diretor da Socesp – Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e gerente de cardiologia do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explica que múltiplas recorrências não são comuns, mas “quanto mais recorrências, maior a chance de acontecer novamente”.

“A taxa de recorrência de um infarto, ou seja, o risco de ter um novo evento cardiovascular em um período de 12 meses após o primeiro, varia de 3 a 7%. A probabilidade disso acontecer é maior nos primeiros 30 dias e diminui ao longo do tempo”, diz Franken.

Alguns fatores podem influenciar esse risco. São eles: a adesão ao tratamento, a resposta do organismo do próprio paciente (alguns podem reagir mal ao stent e precisam de uma nova intervenção, por exemplo) e características da doença cardiovascular que o paciente enfrenta. A boa notícia, é que é possível evitar que isso ocorra por meio da reabilitação cardíaca e da prevenção secundária.

A prevenção secundária consiste em evitar que um novo infarto ocorra ou que a doença aterosclerótica nas coronárias progrida. A reabilitação cardíaca faz parte disso e consiste em um conjunto de medidas que visam fazer com que o coração volte a funcionar como era antes do infarto.

Isso inclui a prática de atividade física supervisionada por cardiologista; adequação do estilo de vida, com alterações na alimentação, no sono e no tabagismo, por exemplo; e uso adequado das medicações.

“A adesão ao tratamento é um fator determinante para a recorrência. Por exemplo, se o paciente fez uma angioplastia para colocação de um stent, ele precisa tomar remédios que evitam a trombose do stent. Se ele não toma a medicação corretamente, há maior risco de formação de coágulo. O mesmo vale para todos os outros fatores de risco, como controle do diabetes, da hipertensão, do colesterol, da alimentação, da prática de atividade física, do sono, do tabagismo e do stress”, ressalta o médico.

Pessoas que já tiveram uma recorrência, precisam intensificar ainda mais o tratamento e o controle dos fatores de risco. Para Franken, em pacientes com múltiplas recorrências, um bom caminho pode ser pesquisar alguns fatores genéticos que possam aumentar o risco. Por exemplo, investigar se há alguma doença genética que favorece a formação de coágulos ou que altera o metabolismo dos lipídios, levando ao aumento do colesterol ou ainda que faz com que a pessoa tenha uma resposta inadequada aos medicamentos.

Controlar o stress e cuidar da saúde mental também são fatores fundamentais na prevenção secundária da doença cardiovascular.

“É difícil falar para uma pessoa ‘não se estressar’, mas ela pode adotar medidas que ajudem a controlar o  stress no dia a dia, como prática de atividade física, meditação, ter uma boa qualidade do sono, ter momentos de lazer e socializar. Tratar quadros de depressão e ansiedade também é muito importante”, diz o diretor da Socesp.

“Tudo se torna mais intensivo com esse tipo de paciente. Visitas mais periódicas, controle mais periódicos dos fatores de risco. Temos remédios novos para o controle de risco do colesterol, espetacular. A tecnologia medica tem evolui muito e muito rápido para trazer esses números”, completa o diretor.

Também é recomendado que esse paciente tenha um acompanhamento médico mais rigoroso e frequente.

Fonte: IG SAÚDE

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