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7 RPG de ação estilo Diablo para jogar no PC e consoles

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Confira a lista de jogos RPG
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Confira a lista de jogos RPG

A franquia Diablo tem mais de 20 anos, se contarmos a partir do primeiro jogo, e se tornou muito popular com Diablo II e sua expansão Lord of Destruction. De lá para cá e especialmente depois do hiato de um novo jogo desde Diablo III, vários outros games se inspiraram no DNA da série, ou seja, recursos como visão isométrica, looting, “farmar” XP para melhorar habilidades e hordas de inimigos. Se você gosta de jogos estilo Diablo, então dá uma olhada na lista abaixo.

1. Path of Exile

Path of Exile traz uma verdadeira teia de possibilidades de personalização do seu personagem. Inclusive, ao olhar a rede de skills desbloqueáveis para seu char, realmente parece uma teia de aranha de tanta coisa interligada. O jogo evoluiu de tal forma, ao longo dos anos, que passou de mais um jogo inspirado em Diablo a um concorrente de peso para o jogo da Blizzard.

O game traz uma atmosfera sombria e, com isso, resgata um pouco da sensação de jogar um Diablo II, especialmente para os fãs mais nostálgicos. Além dessa questão visual, os mapas são bem diversos, há modos de jogo variados, um sistema interessante e bem útil (mas um pouco complexo, no início) de runas para despertar poderes extras em armas e armaduras e o jogo é constantemente atualizado.

Path of Exile, apesar de precisar que o jogador esteja conectado a internet para jogar, não chega a ser um MMO em si. É possível ver outros jogadores nas cidades, mas eles apenas poderão fazer parte da sua aventura se você permitir. O game é totalmente gratuito e só se gasta dinheiro real caso queira comprar itens cosméticos para seus personagens.

Dica: se ficar perdido(a) no mar de possibilidades de personalização do seu herói, a própria comunidade do jogo mantém várias wikis e fóruns dando dicas de builds.

2. Grim Dawn

Além da atmosfera gótica e apocalíptica, Grim Dawn traz um sistema híbrido de classes muito interessante. Como todo ARPG, você começa normalmente escolhendo seu personagem e classe, mas no decorrer da campanha, será possível fundir classes e customizar ainda mais seu gameplay. 

Há várias possibilidades de combinações e, inclusive, a própria comunidade do jogo se ajuda muito, compartilhando builds e dando dicas para outros jogadores, de acordo com o estilo que pretendem montar para o seu char.

Fora isso, os mapas do jogo são quase sempre repletos de elementos e passagens, e ficar perdido é uma possibilidade. Fazer backtracking será necessário também em alguns momentos, especialmente se optar resolver algumas missões secundárias e desafios. Essas sidequests podem ser obtidas durante a exploração, ao passar por algum NPC, ou mesmo nas cidades. Por isso, conversar com as pessoas é importante.

3. Torchlight 2

Torchlight 2 leva o dungeon crawler de uma forma muito divertida ao seu RPG de ação de visual colorido. O jogo condensa alguns dos pontos positivos da série Diablo e ainda acrescenta um sistema de pets que podem vender seus itens na cidade mais próxima, sem que você precise sair do seu local atual. Na época do seu lançamento, este era um dos recursos mais queridos pelos jogadores.

O título talvez possa ser considerado uma boa indicação de “jogo tipo Diablo” para quem nunca jogou nada do tipo, pois ao contrário dos outros exemplos desta lista, ele não é tão complexo de se entender com sistemas de árvores de habilidades, runas e classes híbridas. Vale dar uma chance ao primeiro Torchlight também. Há um terceiro jogo, mas ele não evoluiu tanto em relação ao 2.

4. Titan Quest

Titan Quest veste a mitologia grega no seu gameplay e aposta forte no sistema de looting e trituração de monstros mitológicos, como hidras e ciclopes. Há uma versão de aniversário do jogo, lançada em 2016, que dá uma melhorada nos visuais tanto dos cenários quanto das armas e armaduras. 

Titan Quest é um ARPG relativamente simples, você não precisará consultar extensas wikis para se entender com seu personagem, mas é um jogo interessante de testar dentro deste estilo também.

5. Warhammer 40,000: Inquisitor – Martyr

Warhammer 40,000: Inquisitor – Martyr talvez seja o game da franquia que mais se aproxima da fórmula Diablo por trazer uma visão isométrica (com a câmera na parte superior do cenário), loot e build para os personagens. 

O jogo se passa dentro do universo Warhammer 40k, então o jogador pode esperar um gameplay com armas e outros equipamentos característicos da série e, claro, Space Marines. Você pode escolher entre três diferentes classes e também dar uma olhada na expansão standalone Prophecy, caso curta a campanha principal do game.

6. The Incredible Adventures of Van Helsing

The Incredible Adventures of Van Helsing leva o RPG de ação para um período de tempo diferente da fantasia medieval, bem comum para este gênero. Agora, você está numa espécie era Vitoriana e o jogador, como é possível deduzir, controla o famoso caçador de monstros Van Helsing no início da carreira, digamos assim.

Pelo jogo ser inspirado em Drácula, de Bram Stoker, o grande vilão da história não é um demônio (o Diablo, por exemplo), mas sim um vampirão mesmo. Outro ponto diferente deste título é que como você joga com Van Helsing, não há escolha de classes, mas vale testar o game em diferentes dificuldades para experimentar novos desafios.

7. Book of Demons

Book of Demons é o jogo estilo Diablo mais “fora da curva” desta lista. É também um dos que mais ousou trazer algo diferente para a mesa do ARPG. A começar pelo seu design que foi construído de forma a parecer que se está abrindo um livro de histórias, daqueles que as figuras saltam da página.

Outro ponto interessante a se notar é que o combate é uma mistura do hack and slash conhecido de Diablo só que combinado a um sistema de deck building. Com isso, você terá que jogar cartas para ativar algumas ações, ao invés de recorrer a sua barra de atalhos. E ao contrário de Diablo, no lugar de coletar loot com armas, armaduras e outros itens, você precisará conseguir cartas para deixar seu deck cada vez mais poderoso.

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Bloqueado em redes sociais, Bolsonaro busca Telegram para propagar fake news

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Presidente Jair Bolsonaro teve suas redes sociais suspensas após divulgação de fake news
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro teve suas redes sociais suspensas após divulgação de fake news

Após o Facebook, YouTube e Instagram anunciarem a suspensão temporária de suas contas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passou a investir no Telegram para se comunicar com apoiadores. A informação é da jornalista Bela Megale, no jornal O Globo .

O aplicativo russo tem ganhado cada vez mais adeptos as ideologias de Bolsonaro e passou a contar com investimentos do próprio presidente e de seus filhos. Em seu canal, com mais de 1 milhão de inscritos, Jair Bolsonaro divulga vídeos, imagens, áudios e, às vezes, notícias falsas.

Na visão da equipe da presidência da República, o uso da plataforma é mais viável neste momento, já que não há um crivo ou possibilidade de bloqueio de contas pelas publicações feitas, mesmo que sejam informações falsas. Nesta semana, redes sociais suspenderam as contas do presidente após Bolsonaro divulgar em sua live semanal uma informação que associa a vacina contra a Covid-19 com possibilidade de infecção da AIDS. A informação foi desmentida pelo governo do Reino Unido, órgão em que Bolsonaro informou ter sido responsável pela pesquisa.

Outro ponto que conta a favor do aplicativo russo é não acatar decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sediado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a plataforma não tem representantes no Brasil, o que dificulta a comunicação de decisões judiciais que envolvem o aplicativo.

Devido ao aumento de fake news na plataforma de troca de mensagens, a Câmara dos Deputados deve discutir nas próximas semanas uma proposta que inibe o uso do aplicativo no Brasil. A proposta é relatada pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que pretende entregar seu texto até o fim desta semana.

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Facebook Papers revelam fuga de jovens, ameaça da Apple, discurso de ódio e mais

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Uma série de documentos internos vazados, conhecidos como Facebook Pappers, revelam alguns dos principais problemas que o Facebook vem enfrentando nos últimos 3 anos. Mas parece que, dessa vez, a rede de Zuckerberg está mais fragilizada: 45% dos jovens devem fugir da plataforma até 2023, e existe dificuldade para moderar desinformação em países emergentes. A cereja do bolo é a Apple ameaçar retirar Instagram e Facebook da App Store porque a rede social estava sendo usada para recrutar, selecionar e traficar seres humanos.

App Store, Facebook e Google (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
App Store, Facebook e Google (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Facebook enfrenta seu maior escândalo desde o episódio da Cambridge Analytica, que acessou dados de 80 milhões de usuários sem permissão.

Seguido do depoimento da ex-gerente de produto do Facebook, Francis Haugen, que disse ao Congresso dos EUA que a empresa prioriza lucro sobre o “bem-estar”, a rede social de Mark Zuckerberg agora enfrenta o vazamento de documentos internos bem reveladores.

Após tráfico humano, Facebook sofreu pressão da Apple

Para começar, o Facebook foi usado no Oriente Médio para compra e venda de seres humanos. A rede social já sabia do problema de tráfico humano na região antes de 2018, mas a questão escalonou em 2019. “[Nossa] plataforma permite todos os três estágios da exploração humana (recrutamento, facilitação e exploração) por complexas redes de contatos na vida real”, revela o documento interno.

Com isso em mente, há 2 anos atrás, a Apple ameaçou banir o app do Facebook e do Instagram da App Store. Somente após a pressão de Cupertino, a empresa de Zuckerberg resolveu montar uma força tarefa para monitorar redes de compra e venda de pessoas.

“Remover nossos apps das plataformas da Apple teria sérias consequências aos negócios, incluindo privar milhões de usuários ao acesso de IG & FB”, aponta o documento obtido pela CNN . “Para mitigar esse risco, nós formamos um grande grupo de trabalho que operava 24 horas para criar uma estratégia de resposta”.

Facebook é incapaz monitorar conteúdo mesmo com IA

Além disso, o Facebook tem dificuldade para controlar desinformação em países que não falam inglês. Após ser acusada de facilitar o genocídio dos Rohingya, em Mianmar, a rede social se comprometeu a contratar mais pessoas locais para monitorar fake news.

Mas um documento de 2021 revelam que o Facebook simplesmente não contratou o suficiente para impedir conteúdo enganoso em países que falam árabe, como Arabia Saudita, Iêmen e Líbia. Também há dificuldades para moderar discursos de ódio na Índia, um dos maiores mercados da plataforma no mundo.

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Samidh Chakrabarti, líder de Integridade Cívica do Facebook, escreveu em um memorando interno em 2019:

“A dura realidade é que nós simplesmente não conseguimos cobrir o mundo inteiro com o mesmo nível de monitoramento.”

Uma das formas que o Facebook encontrou para tentar resolver a falta de moderação foi o uso de inteligência artificial.

Desde 2019, a companhia se gaba de que as ferramentas autônomas são capazes de identificar desinformação e discurso de ódio dentro da rede social, e chegou a dispensar moderadores humanos para priorizar sua IA. Novamente, documentos relatam que isso não está dando certo.

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Reprodução)
Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (Imagem: Reprodução)

De acordo com um grupo de pesquisadores, o Facebook só toma alguma ação — seja apagar, banir o post ou o autor — em apenas 3% a 5% de publicações com discurso de ódio. Esse número é ainda menor quando se tratam de postagens que contém violência: 0,6%.

Outro documento aponta que esse percentual não deve ir de 10% a 20%, porque é “extremamente desafiador” para a IA do Facebook entender o contexto em que a linguagem é utilizada no post.

Jovens e adolescentes estão deixando o Facebook

Por fim, o Facebook Pappers revela que os jovens estão deixando de usar o Facebook e migrando para outras redes. E a plataforma de Zuckerberg não sabe como atraí-los de volta.

Dados de um pesquisador dão as dimensões do êxodo: nos EUA, a taxa de usuários adolescentes no Facebook caiu 13% desde 2019. Nos próximos 2 anos, espera-se que 45% dos jovens deixe completamente a rede, segundo documentos revelados pelo The Verge . Francis Haugen contou ao Congresso que a empresa sabia dos efeitos nocivos do Instagram sobre a saúde mental de garotas adolescentes, mas não fez nada a respeito.

Com informações: ArsTechnica , Cnet e Mashable

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