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Saúde

7 dúvidas comuns sobre tatuagem

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7 dúvidas comuns sobre tatuagem
Redação EdiCase

7 dúvidas comuns sobre tatuagem

Tatuadores respondem questionamentos e dão dicas para você garantir uma boa tattoo

A arte da tatuagem cresceu e se popularizou muito nos últimos anos. Hoje em dia, quem tem uma tatuagem no corpo não é mais julgado e discriminado por conta disso. São desenhos que contam história, mostram personalidade ou apenas enfeitam o corpo.

Com o aumento da procura, aumentaram também os estilos de desenhos e surgiram novos tatuadores, técnicas e estúdios. Não é à toa que tatuagem é um assunto que tende a gerar tantas dúvidas. Por isso, os tatuadores Elvis, do Elvis Tattoo Art, e Caio Garcia respondem alguns dos principais questionamentos.

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1. Como deve ser feita a escolha do desenho?

É importante que o cliente tenha uma noção do desenho ou, pelo menos, o estilo/significado do que ele quer tatuar. A escolha do desenho deve ser feita de acordo com sua personalidade, com seu gosto, independente da opinião de outras pessoas. Muitas vezes, as pessoas escolhem desenhos que estão na moda , o que não é recomendado porque a tatuagem é para sempre.

2. Como escolher um estúdio de tatuagem?

Ter boas referências sobre o local e saber se ele está legalizado para prática de tatuagem é fundamental. É importante se certificar que os materiais usados pelo tatuador são esterilizados por uma autoclave ou totalmente descartáveis. Você também deve analisar a higiene do local. Outro ponto importante é conhecer o trabalho do tatuador antes de fazer sua tattoo, para garantir o estilo que você gosta.

3. Existe algum cuidado antes de tatuar?

É importante se alimentar antes da tatuagem, além de evitar o uso de álcool ou outros tipos de drogas. Cuidados como a assepsia da pele com álcool e depilação do local em que será tatuado devem ser feitos pelo tatuador na hora da tatuagem. Além disso, quanto mais hidratada estiver a pele, melhor.

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4. Como relaxar na hora de fazer a tatuagem?

Colocar uma música ambiente que você goste ou levar fones de ouvido para escutar a sua playlist pode ser uma boa opção. É importante que o tatuador explique todo o procedimento para que você possa ficar tranquilo na hora.

5. Dói muito tatuar a pele?

Todo mundo pergunta isso quando está pensando em fazer uma tatuagem ou conversando com alguém que já fez. Entretanto, a dor é uma sensação muito relativa e cada pessoa tem uma percepção diferente. Uma opção é fazer algo bem pequeno da primeira vez, para ver como é a sensação. Mas, em geral, os locais mais doloridos são pé, costelas, joelho, palma da mão, peito e locais com articulações. Regiões com muitas terminações nervosas normalmente são as mais doloridas.

6. Qualquer área do corpo pode ser tatuada?

A princípio, sim. Mas existem regiões que desbotam com muita facilidade, como é o caso da palma da mão, o espaço entre os dedos, a sola do pé, o joelho, o cotovelo e a parte interna dos lábios. Por isso, não são muito indicadas. Se você for tatuar nesses locais, deve ter um cuidado maior.

7. Qualquer pele pode ser tatuada?

Qualquer pele pode ser tatuada, mas regiões com pintas, cicatrizes ou queloides devem ter a autorização de um dermatologista. Caso contrário, não é aconselhado. Além disso, é importante se certificar se há alguma alergia aos pigmentos que serão utilizados na tatuagem.

Confira mais notícias sobre saúde na revista ‘Cuidando da saúde’

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

InfoGripe aponta tendência de crescimento nos casos de SRAG no país

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O Boletim Infogripe, divulgado hoje (4) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta a retomada do crescimento no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) no país, sendo a maior parte deles, 77,6%, positivos para Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. O boletim desta semana mostra que a possível interrupção do crescimento sinalizada na última edição não se manteve

A análise é referente ao período de 19 a 25 de junho. Nesse período houve crescimento tanto na tendência de longo prazo, considerados os casos das últimas seis semanas, quanto na tendência de curto prazo, consideradas as últimas três semanas.

Segundo o Infogripe, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (covid-19). Entre as mortes registradas no período, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1% para influenza A, 0,1% para influenza B, 1,4% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 94,5% para Sars-CoV-2 (Covid-19).

Entre os bebês e crianças de 0 a 4 anos de idade, o boletim mostra que os casos de covid-19 se aproximam dos de VSR. Esses dois vírus corresponderam a 36% e 39%, respectivamente.

Os dados mostram que 16 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Nos estados das regiões Sudeste e Sul há indícios de possível interrupção na tendência de crescimento nas últimas semanas, que devem ser reavaliados nas próximas atualizações para confirmação.  

Apesar do crescimento dos casos de SRAG no país, o boletim mostra que entre a população adulta observa-se sinal de desaceleração, especialmente nas faixas etárias a partir de 50 anos. Nas crianças e adolescentes observa-se manutenção sinal de queda entre os grupos de 0 a 4 e 5 a 11 anos.

Em 2022, de acordo com o boletim, foram notificados 175.110 casos de SRAG, sendo 86.005 (49,1%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 65.440 (37,4%) negativos, e ao menos 14.317 (8,2%) aguardando resultado laboratorial.

Este ano, referente aos casos de SRAG, foram registradas 28.812 mortes, sendo 21.957 (76,2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 5.442 (18,9%) negativos, e ao menos 597 (2,1%) aguardando resultado laboratorial.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Esquizofrenia: estudo mostra ligação com abuso emocional na infância

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Pesquisadores identificam forte ligação entre abuso emocional na infância com sinais do transtorno na fase adulta
Camila Quintero Franco / Unsplash

Pesquisadores identificam forte ligação entre abuso emocional na infância com sinais do transtorno na fase adulta

Um novo estudo publicado na revista científica PLOS One identificou, pela primeira vez, uma forte ligação entre casos de abuso emocional durante a infância e o desenvolvimento de quadros característicos de  esquizofrenia na idade adulta. Conduzido por pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, o trabalho analisou outros 25 estudos sobre o tema, que envolveram mais de 15 mil participantes.

De acordo com os responsáveis, as evidências mostraram que todas as formas de abuso — sexual, física e emocional — foram associadas ao desenvolvimento de experiências ligadas ao distúrbio psiquiátrico , como paranoia, ouvir vozes e retraimento social. Porém, o abuso emocional em menores de 18 anos foi o que demonstrou a relação de forma mais significativa, elevando em 3,5 vezes a chance de surgimento dos sinais. Além disso, quanto mais traumático o abuso, mais grave foram as manifestações na idade adulta, afirmam os pesquisadores.

“Nossa pesquisa mostrou uma ligação significativa entre abuso emocional na infância e experiências semelhantes à esquizofrenia em adultos saudáveis, e que o abuso emocional é um preditor mais forte de experiências semelhantes à esquizofrenia do que outros tipos de abuso. Isso é algo que os profissionais de saúde mental devem considerar ao procurar combater as causas profundas de quadros ligados à esquizofrenia”, avalia o pesquisador da universidade Diamantis Toutountzidis, autor do estudo, em comunicado.

Os cientistas explicam que situações de trauma na infância já foram ligadas em diversos estudos ao desenvolvimento da esquizofrenia, mas dessa vez eles decidiram analisar o impacto de cenários de abuso emocional — que muitas vezes são longos e mais comuns — com o surgimento de sinais menos graves da doença, que não levam necessariamente a um diagnóstico formal.

Eles acreditam que os resultados, além de encontrar uma relação, indicam também um novo entendimento sobre a esquizofrenia. Para os cientistas, assim como o autismo, a doença pode fazer parte de um espectro e se manifestar em diferentes graus. Segundo eles, isso justificaria o fato de pessoas até então saudáveis terem episódios com sintomas relacionados ao distúrbio, ainda que não sejam diagnosticados com ele — eventos que seriam intensificados por casos de abusos na infância.

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Fonte: IG SAÚDE

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