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Política MT

Senador destina R$ 1,5 milhão e assegura reforma de hospital em Barra do Bugres

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Uma emenda do senador Fábio Garcia (União Brasil) no valor de R$ 1,5 milhão vai assegurar a reforma do hospital municipal Roosevelth Figueiredo Lira, em Barra do Bugres. Com o aumento dos aportes do governo do Estado ao município e os recursos federais da emenda dos senador, o hospital que atende Barra do Bugres e região poderá ser reformado para atender com eficiência a população.
Nesta segunda-feira (25) o senador se reuniu com o governador Mauro Mendes e o secretário da Casa Civil Rogério Gallo, onde confirmou a destinação da emenda para ajudar o município, aportando os recursos financeiros necessários para o início da reforma da unidade de saúde.
“Barra do Bugres está crescendo, completou recentemente 78 anos de emancipação, voltou a realizar o Fest Bugres com recorde de público e sua economia vem se fortalecendo. O crescimento também aumenta as demandas na área de saúde, que é prioritária para o cidadão, por isso nos empenhamos nesta emenda que vai ajudar bastante, complementando os investimentos do governo Mauro Mendes”, disse Fábio Garcia.
A prefeita de Barra do Bugres, Azenilda Pereira (MDB), participou de uma reunião com os secretários Rogério Gallo e de Saúde, Kelluby de Oliveira, para discutir o complemento do aditivo financeiro para a reforma do hospital municipal. Uma comissão da Secretaria de Saúde fará uma visita técnica ao município, para atualizar a real situação estrutural do prédio do hospital. “A reforma do nosso hospital vai ser realizada graças ao empenho do governador Mauro Mendes, do senador Fábio Garcia e de vários deputados, resolvendo um problema que afeta milhares de pacientes de Barra do Bugres e região”, disse a prefeita.
Antes de retornar a Barra do Bugres, a prefeita recebeu um telefonema do governador Mauro Mendes, confirmando o aumento dos recursos estaduais e também federais, através da emenda do senador Fábio Garcia.

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Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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