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Política MT

Presidente Bolsonaro sinaliza com neutralidade na disputa ao Senado em MT, afirma Neri Geller

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sinalizou ao PP que ficará neutro na disputa pelo Senado em Mato Grosso este ano. A sinalização ocorreu durante encontro com a bancada do PP no Congresso Nacional, realizado nesta quarta à noite, em Brasília, na presença do pré-candidato do partido ao Senado, Neri Geller, e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Bolsonaro foi ao encontro conhecer os 15 novos integrantes da bancada do Partido Progressista do Congresso Nacional, que agora conta com 57 deputados e seis senadores, totalizando uma bancada de 63 parlamentares, uma das maiores do Congresso Nacional.

O PP também possui os ministros da Casa Civil,  Ciro Nogueira, o principal ministro da área política do Governo, e das Comunicações, Fábio Faria. “Conversei com o presidente juntamente com o ministro Ciro Nogueira, no sentido de trabalhar a neutralidade. É bom para o presidente também que seja assim”, observou Neri.

Em encontro mais cedo com Nogueira, na Casa Civil, o ministro garantiu ao parlamentar estar convencido que o melhor para o presidente é manter-se isento nos estados onde há mais de um candidato da base aliada na disputa pela vaga ao Senado.

“Defendemos seu nome, deputado Neri, para o Senado em Mato Grosso. O presidente sabe do seu trabalho de apoio à base do Governo. Nosso compromisso é manter a neutralidade e estamos trabalhando para que o presidente fique isento nos estados em que temos dois postulantes ao Senado”, assegurou o ministro da Casa Civil.

Segundo Neri Geller, o presidente sabe que ele esteve sempre ao seu lado mesmo nas pautas mais impopulares. “Eu apoio e apoiei o governo Bolsonaro. Em vários projetos, mesmo os mais impopulares, que fui designado pelo governo a defender na Câmara dos Deputados, não me furtei e tive muito êxito como foi o caso do Licenciamento Ambiental” pontuou.

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1 comentário

1 comentário

  1. Ramos disse:

    Quem.vai querer apoio de cidadão que mantém pastor envolvido em.escandlo de corrupção? Desviar dinheiro da educação.. dinheiro das crianças mais pobre ém.troca de ouro! Absurdo. Fora bolsonrao

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Política MT

Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Política MT

Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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