conecte-se conosco


Mulher

6 dúvidas frequentes sobre maquiagem

Publicado

6 dúvidas frequentes sobre maquiagem
Redação EdiCase

6 dúvidas frequentes sobre maquiagem

Maquiadora responde às principais perguntas e dá dicas incríveis

Maquiagem é um assunto amplo e que costuma gerar diversas dúvidas. Por isso, a maquiadora Mychelle Pavão responde aos principais questionamentos e dá dicas para criar makes incríveis.

7 dicas para a extensão de cílios durar mais

1. Sardas precisam ser disfarçadas?

O gosto pelas sardas varia muito. Algumas mulheres não gostam e procuram apagá-las, enquanto outras as consideram charmosas. A tendência hoje é uma pele cada vez mais natural e saudável. É preciso aprender a valorizar ou disfarçar as sardas, e não sumir de vez com elas. 

Para suavizar a aparência das sardas, deve-se usar a combinação clássica de base , corretivo e pó. Opte pela base líquida, para não ficar uma camada grossa e artificial na pele. O blush também ajuda a suavizá-las. Para sardas mais acobreadas, use blush mais rosado. Para maçãs mais rosadas, use um blush mais terroso ou, até mesmo, um pó facial num tom mais escuro.

2. Maquiagem carregada e olho preto no ambiente de trabalho, pode?

No trabalho, sua aparência tem que ser saudável. Para dar personalidade e ousadia a sua aparência, opte por batons coloridos como coral, rosados e avermelhados, mas nada além disso. Se você trabalha à noite, como dançarina ou hostess, está liberada. À noite a incidência de luz é bem menor e a maquiagem não fica tão gritante. Nunca se esqueça: sombra preta é dramática e sexy, e tem hora e lugar certo para isso.

3. Existe idade para o batom colorido?

Hoje as meninas começam a se maquiar muito cedo, e as senhoras de 70 anos também não passam despercebidas. Tudo é uma questão de o tom combinar com sua cor de pele. Se uma menina de 10 anos quiser usar um batom laranja, não precisa ser aquele laranjão matte, pode ser um gloss mais suave tonalizado para o laranja. Temos que tomar cuidado com tom sobre tom: sapato laranja, saia laranja, blusa laranja e batom laranja não são desnecessários.

Conheça as causas da queda de cabelos em crianças

4. Criança pode se maquiar?

Muitas crianças hoje querem se maquiar. Temos que estar atentos à composição da maquiagem que elas usarão. Primeiramente, o produto deve ser registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (produtos brasileiros) e a maioria das maquiagens infantis são hipoalérgicas.

Crianças têm pele mais fina, mais sensível e mais propensa a alergias, por isso nunca devem usar maquiagens para adultos. Outro fator importante é o psicológico, fique atenta a quanto isso interfere no ego, na autoconfiança e na dependência da criança. Tudo com moderação e cuidado, ok? Pode-se usar maquiagem para adultos mais ou menos a partir dos 13 anos.

5. Batom vermelho pode ser usado durante o dia?

Claro que pode! Quando se trata de cores, o bom senso é tudo. Além de ser um clássico para todos os tons de pele, tem que ter atitude, já que ele nunca passará despercebido. Lembre-se de que o batom vermelho é lindo, mas não sozinho. O cuidado com outros elementos da maquiagem, como a pele e olhos mais discretos, também tem que ser levados em consideração. A harmonia desse conjunto a deixará linda, sem ser vulgar e exagerada. Ande com um espelhinho e o batom desejado na bolsa, para retoques. Cuidado com os dentes manchados de batom e escolha o melhor tom para você.

6. Dormir com maquiagem realmente estraga a pele? Por quê?

Estraga e muito! A maquiagem cobre os poros e isso impede que a pele respire, causando o envelhecimento. No caso da máscara para cílios, ela também entope a glândula ciliar, podendo causar terçol. O processo certo é: demaquilante para rosto e olhos, tônico facial para controlar o pH da pele, água termal é opcional, mas é antienvelhecimento e ajuda peles irritadas e cansadas.

Confira mais dicas de maquiagem na revista ‘Inspire-se! Maquiagem’

Fonte: IG Mulher

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mulher

Laura Keller mostra como recuperou forma física pós-gravidez

Publicado

A atriz Laura Keller
Instagram/Reprodução

A atriz Laura Keller

A atriz Laura Keller mostrou nas redes sociais o antes e depois pelo qual o corpo dela passou depois de dar à luz Jorge Emanuel, 2, seu primeiro filho. Ela chegou a ganhar 23 kg e diz ter tido receio de não conseguir voltar à forma física de antes da gravidez.

Entre no canal do  iG Delas no Telegram e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!

Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), Laura fez um desabafo sobre as frases desmotivacionais que recebeu e postou momentos em que se exercita e tenta colocar uma peça de roupa que tinha antes da gestação.

“Na gravidez engordei 23kg. De 63kg para 86kg. Minhas roupas não entravam em mim, estava inchada e com retenção. Diziam que eu não ia conseguir, porque depois que tem filho, o corpo não volta. Realmente mudou, ser mãe me deixou melhor, mais maravilhosa, madura, segura, mulher”, escreveu.

Ela conta ainda que as mudanças do corpo não a desanimaram. “Um antes e depois com muito amor e satisfação. Amei cada momento do meu corpo na gestação e puerpério. Aproveitei cada fase, tive muito bom humor. Mas quando sabemos até onde podemos chegar, o foco vem e agimos para conquistar. Se ame muito sempre e corra atrás do que te faz bem e feliz”, escreveu Laura, que recebeu diversos comentários e elogios.

Siga também o perfil geral do Portal iG no Telegram !

Fonte: IG Mulher

Continue lendo

Mulher

Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

Publicado

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

Entre no  canal do iG Delas no Telegram e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!

Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Foto: Reprodução/Freepik

“O orgasmo traz relaxamento para as mulheres”, afirma médica

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

Siga também o perfil geral do Portal iG  no Telegram!

Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana