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6 dicas para levar o cachorro na cerimônia de casamento e não ter problemas

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Cães  são tratados cada vez mais como membros da família e levados pelos donos para todos os lugares. Em cerimônias de casamento muitos noivos querem que seus pets façam parte e optam por dar tarefas de destaques para eles, como carregar as alianças. Mas, de acordo com Alê Loureiro, cerimonialista e parceira do ICasei, essas tarefas não podem ser dadas para todos os cachorros. 

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cachorro em casamento arrow-options
shutterstock

Levar o cachorro no casamento é uma ação cada vez mais popular


Segundo Alê, alguns cachorros não lidam bem com muita gente ou barulho. “O ideal é que o convidado especial goste de estar perto de diversas pessoas, para que não se assuste e acabe causando problemas como fugir, avançar nos convidados ou pular na noiva e sujar seu vestido, por exemplo”, conta.

A cerimonialista dá algumas dicas para deixar o animal a vontade antes, durante e depois da cerimônia:

  1. Chegar com antecedência ao local do casamento, para que o pet se ambiente com o espaço;
  2. Ensaiar as funções que o cão irá fazer;
  3. Deixar o cão como primeiro na fila na hora de tirar foto, para evitar que fiquem muito cansados ou estressados;
  4. Levar alguma comidinha ou brinquedo preferido para deixá-los entretidos;
  5. Trazer um adestrador no grande dia ou alguém com quem ele conviva bastante e em quem confie;
  6. Levar o animal para fazer suas necessidades antes que a cerimônia comece. 

E, além de levar as alianças, há quem goste da companhia do pet durante toda a cerimônia. “Ele também pode apenas fazer a caminhada e acompanhar o casal durante os dizeres no altar, dependendo de seu comportamento e do que está acostumado a vivenciar com os donos”, complementa Alê. Por isso é sempre importante ter em mente que se o cão for muito ansioso ele não reagirá bem ao evento.

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Outro cuidado é com o transporte do animal . Ele não pode ficar a madrugada inteira na festa, muitas luzes, barulho e cheiros podem perturbá-lo. Por isso providencie alguém que possa levá-lo de volta para casa em segurança depois da cerimônia. Sempre tenha certeza de que o ambiente onde ocorrerá o casamento aceita animais, caso contrário, melhor deixar o amigo peludo em casa.

Fonte: Canal do Pet
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Homem faz desabafo sobre as dificuldades de ter um pet e viraliza

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Se você deseja adotar um animal de estimação , precisa estar ciente de que com ele vêm inúmeras responsabilidades. Mesmo assim, há pessoas que não pensam nas consequências e acabam abandonando por não conseguirem arcar com esse comprometimento. Cansado de ver isso acontecendo todos os dias, o jogador de Baseball Austin Conway foi ao seu Facebook fazer um apelo sobre as dificuldades de cuidar de um bichinho.

Homem abraçando cachorro com um prato de comida à mesa arrow-options
Reprodução/ Facebook

Austin indignado com a situação de as pessoas desistirem da responsabilidade de se ter um pet faz apelo em publicação

“Se você não está 100% comprometido e devoto à ter um bichinho durante toda sua vida, não pegue um para começar,” expressou primeiramente em uma publicação.

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Logo depois, Austin voltou à rede social para publicar um texto sobre sua cadela Stella, onde comenta sobre as dificuldades que enfrentou ao adotar ela, ainda mais por ela ser de uma pastor alemão, raça de grande porte que tem a fama de ser agressiva.

No texto, Austin evidencia que foi difícil encontrar um lugar para morar que aceitasse a cachorra e que muitas vezes acabou pagando um aluguel caro. Ele ainda explica que Stella rouba sua comida, bagunça suas coisas e que precisa de sua atenção nas horas mais improváveis do dia. E que mesmo com essa grande responsabilidade, ele não se vê desisitindo dela, fazendo um apelo ao fato de as pessoas não assumirem o animal como algo sério. “Ela é família, e se você não vê seu animal do mesmo jeito, por favor nos faça um favor e não tenha um pet até que o veja”. 

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A publicação já atingiu mais de 400 mil curtidas, 60 mil comentários e 200 mil compartilhamentos. Os internautas rapidamente se mobilizaram fazendo comentários como “Essa é sua garota. Ela nunca irá amar outro como ama você”, “Que história maravilhosa…tanto amor vendo vocês dois”, “Você está tão certo…eles são família…você é um cara incrível”.

Rosto de homem com os olhos fechados apoiado na cabeça do cachorro arrow-options
Reprodução/ Facebook

“Ela é família, e se você não vê seu animal do mesmo jeito, por favor nos faça um favor e não tenha um até que o veja”

Fonte: Canal do Pet
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O que fazer quando o gato é diagnosticado com FIV ou FeLV?

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Para alguns donos, manter o gato dentro de casa o tempo todo é tarefa muito difícil – mesmo que o ambiente seja muito bem preparado para entreter o bichano. Já aqueles felinos que moram em apartamento, a maioria é fruto de um resgate ou adoção e já viveu na rua ou conviveu com outros gatos . Sabe o que os dois casos têm em comum? Ambos ficaram expostos a duas doenças muito comuns e perigosas: FIV e FeLV

Mais popularmente conhecidas como AIDS felina (FIV) e Leucemia felina (FeLv), as doenças são causadas por vírus que agem exclusivamente nos gatos com efeito parecido aos dos humanos. É comum em ambientes com muitos gatos e na rua.

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Mulher segurando gatinho listrado próximo ao rosto arrow-options
Divulgação

Os donos de gato precisam ficar atentos às doenças FIV e FeLV


Seu animal pega a doença através do contato, ou seja, por lambeduras, mordidas, arranhões, e também pela amamentação ou por via placentária. Tanto a FIV, quanto a FeLV são silenciosas, por isso sempre fazer exames no seu gatinho deve fazer parte da rotina. Dentre os sintomas estão perda de peso, anemia, tumores, depressão, dificuldade de respirar, febre, problemas nas gengivas, mucosa alterada nos olhos, nos rins, no baço e no fígado (que aumentam de tamanho).

As consequências costumam ser cruéis: insuficiência renal crônica, linfoma, infecções respiratórias, rinotraqueíte, broncopatias, conjuntivites, gengivites, entre outros. Mesmo assim, o animal pode viver bem com as doenças. “O gatinho portador pode ter uma vida longa e saudável, desde que hajam algumas ponderações e, por isso, fazer o teste no animalzinho adotado é muito importante”, afirma o veterinário Vitor Castro, especialista em felinos e sócio da AmahVet. 

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Mas então, o que fazer ao descobriu que o bichano possui alguma das duas ou as duas doenças? Mesmo que não tenha cura, não é necessário desespero. Mas Vitor dá algumas dicas para ajudar o gato a viver melhor. Veja. 

  1. Evite estresse:   não dê festas, nem receba visitas com muita frequência. Evite mudanças de endereço e viagem com os pets sempre que possível e, quando for inevitável, prepare o animalzinho para a alteração repentina de rotina. “Deixar a caixa de transporte sempre à mostra ajuda bastante. Usar florais ou Catnip (erva que provoca uma sensação de relaxamento e bem-estar) também é indicado para reduzir o estresse antes de eventos como esses”, orienta.
  2. Faça Check-ups:  visitas frequentes ao veterinário, inclusive para fazer exames, são essenciais. Antes das consultas, o uso das substâncias citadas acima também é bem-vindo, já que o pet terá que sair de casa.
  3. Enriqueça o ambiente:  gatos gostam de prateleiras em lugares altos e de arranhadores. Esses brinquedos melhoram a saúde mental do animal e são indicados para todos os felinos, especialmente para os portadores de FIV ou FeLV. “O ideal é que os tutores tenham arranhadores de diferentes texturas para manter o interesse do pet”, afirma.
  4. Ofereça ração de qualidade:  ter uma boa alimentação é essencial para que as doenças oportunistas não ataquem o bichinho de estimação. “Indico sempre o uso de uma ração superpremium e, nesses casos, esse cuidado é ainda mais importante”, salienta o veterinário. 
  5. Crie um ambiente indoor:  é recomendado criar os gatinhos dentro de casa para evitar contato com outros animais que podem ser portadores de doenças contagiosas, além de atropelamentos, maus-tratos e outras situações de risco. “No caso dos portadores de retroviroses é fundamental limitar o acesso a rua. Esses animais devem morar em casas teladas ou apartamentos sem rotas de fuga, para ter um ambiente controlado e o mais seguro possível.”
  6. Mantenha a vacinação em dia:  além da quádrupla (também chamada de V4) que protege contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e clamidiose e da vacina contra a raiva, já existe no mercado a imunização contra a FeLV. “A FeLV é um pouco pior do que a FIV pois os sintomas acabam aparecendo com o passar dos anos. Por isso se o gatinho for diagnosticado apenas com imunodeficiência deve ser vacinado contra a Leucemia Felina”, salienta. E se o teste deu positivo apenas para FeLV a vacina também pode ser usada caso haja interesse em introduzir mais um gato no ambiente. “Nesse caso será preciso vacinar o gatinho saudável”, explica.
  7. Castre, especialmente as fêmeas:  animais castrados são mais comportados dentro de casa, além disso, com essas doenças, se ficarem gestantes têm grandes chances de abortar ou ter filhotes natimortos.

Fonte: Canal do Pet
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