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6 dicas imperdíveis para manter tudo sob controle durante a mudança de casa

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As palavras “mudança de casa” podem causar arrepios em muitas pessoas. Só de pensar em desmontar móveis, empacotar roupas, itens pessoais, eletrodomésticos e todo o resto, para depois arrumar no novo endereço já é cansativo. Sem contar as alterações que precisam ser feitas em pacotes de internet, televisão, telefone
, cadastros do banco, etc.

Sem uma organização bem feita, a mudança de casa
pode se tornar uma verdadeira bagunça e trazer muitas dores de cabeça. Assim, seguir uma programação para evitar imprevistos durante o processo é muito importante.

Para ajudar a fazer com que o processo da mudança seja renovador em vez de bastante cansativo, a Zelas Conecta
criou um infográfico com seis dicas
imperdíveis para você conseguir manter tudo sob controle. Confira!

Seguindo as dicas da Zelas Conecta, sua mudança de casa
será mais tranquila e o momento de aproveitar o conforto do novo lar chegará muito mais rápido.

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Mulher

Salão é acusado de fazer blackface ao reproduzir meme da cabeleleila Leila

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Salão de beleza é acusado de blackface
Reprodução/Twitter

Salão de beleza é acusado de blackface


Na manhã desta sexta-feira (7) começou a circular nas redes sociais um vídeo de um salão de beleza reproduzindo o  meme da “cabeleleila Leila”. O problema, no entanto, é que os funcionários que apareciam na gravação utilizavam perucas para simular um cabelo crespo e foram acusados de blackface.


“Blackface não é engraçado, a gente tá em 2020. Usar peruca assim e se pintar de escuro além de ser extremamente escroto é racista”, disse um usuário do Twitter. 

Logo após a polêmica começar, o vídeo foi rapidamente tirado do ar. Procurado, o salão LD Beauty Services, localizado em Indaial, Santa Catarina, disse que se pronunciaria logo mais em uma live.


Fonte: IG Mulher

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Mãe perde guarda da filha após menina passar por ritual do candomblé

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Uma mãe de Araçatuba, cidade do interior de São Paulo, perdeu a guarda da filha de 12 anos após a menina passar por um ritual de iniciação no candomblé. Segundo reportagem do Uol, alguns familiares que são contra a religião de matriz africana fizeram denúncias alegando que a jovem era abusada. 

candomblé
Arquivo/Agência Brasil

Mãe perde a guarda da filha após ritual do candomblé

A avó da garota é evangélica e teria feito uma denúncia ao Conselho Tutelar da Cidade, alegando que a menina estava sofrendo maus tratos e abusos sexuais. Após algumas denúncias, os conselheiros foram acompanhados de policiais ao terreiro onde a adolescente estava com a mãe, que é manicure, e tentou explicar que elas não poderiam deixar o terreiro enquanto estivessem passando pelo ritual. Mesmo assim, elas foram levadas ao Instituto Médico Legal (IML), que não identificou hematomas ou lesões corporais. 

A única coisa de diferente na jovem era o cabelo raspado. Ela estava passando por um ritual chamado de “feitura de santo”. Nessa tradição religiosa, a pessoa deve passar 21 dias no terreiro entrando em contato com a religião e raspar o cabelo faz parte do processo, que simboliza um renascimento. 

Mãe e filha foram liberadas, mas foram feitas novas denúncias dizendo que a garota estava sendo mantida à força no terreiro. Os policiais foram novamente ao local, mas não encontraram ninguém, pois a menina já estava em casa com os pais. Após isso, foi feita uma denúncia à Promotoria alegando que o cabelo raspado foi uma lesão corporal e a Justiça interferiu dando a guarda da jovem para a avó materna.

Sem a guarda

Há uma semana a manicure só pode falar com a filha por telefone e em visitas presenciais de cinco minutos. “O pior de tudo é que em nenhum momento ouviram minha filha ou a mim. Simplesmente a tiraram de mim. Eu nunca a obriguei a nada, esse sempre foi o sonho dela. Ela está chorando a todo momento, me liga de dez em dez minutos querendo vir para casa”, disse a mãe da menina. 

“Eu estou arrasada. Já estava antes por conta do preconceito. Agora que tiraram minha filha de mim, tiraram o meu chão. Nunca imaginei passar por isso por conta de religião. Eu estava presente o tempo inteiro, acompanhei tudo, nada de ilegal foi feito, que constrangesse a ela, ou que ela não quisesse, sem consentimento dela, ou sem o pai ou a mãe, foi tudo feito legalmente”, a manicure continuou. 

O Conselho Tutelar e os familiares que estão com a guarda da adolescente não se pronunciaram. Os pais da menina falam que foram vítimas de intolerância religiosa. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante a liberdade religiosa e, além disso, a lei nº 13.257, de 2016, garante que pais e mães transmitam suas crenças aos filhos. 

Fonte: IG Mulher

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