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Política MT

Derrotados em 2020 a prefeito de Cuiabá tentarão AL ou Câmara Federal no ano que vem

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Com chances, ex-candidatos a prefeito e vice de Cuiabá, em 2020, tentarão cadeira no Legislativo (AL-MT ou Câmara Federal ) nas eleições de 2022

Por: JORGE MACIEL

DA REDAÇÃO

Dois anos após a barulhenta e calorosa campanha para prefeitura de Cuiabá em 2020, os principais candidatos, parte veterana em embates eleitorais, outra parte  debutante, tentarão ou a Câmara Federal ou um assento na Assembleia Legislativa, conforme ODOC apurou junto aos próprios atores ou em conversas com seus assessores.

Aécio Rodrigues, nome emergente com forte penetração no eleitorado jovem e de maduros

Entre os principais nomes figuram o ex-prefeito cuiabano por dois mandatos, Roberto França, 72, do Patriotas. França foi vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito de Cuiabá entre 1996 e 2000. Segundo assessores, ele é sondado pelo partido para disputar uma das 25 vagas na AL MT, mas não há uma posição definida.

_“Um homem de valor, tendo sido um prefeito arrojado e invejado, mas parece ter ficado decepcionado com as eleições, após a derrota a prefeito”, diz um assessor próximo.

Em outro cenário estão os ex-vereadores Abílio Júnior (Podemos) e Felipe Wellaton (Cidadania), que formaram chapa para tentar derrubar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), então candidato à reeleição. Eles venceram no primeiro turno, mas foram derrotados por Pinheiro no segundo turno: Abílio teve 129,7 mil votos contra 135,8 mil do seu oponente. Em termos der futuro, Abílio deve concorrer à Câmara dos Deputados e Felipe vai, dizem assessores, buscar uma cadeira no parlamento mato-grossense.

Grata surpresa nas eleições, com uma campanha voltada aos direitos civis, às mulheres e à lei, a advogada Gisela Simona (Pros) talvez tenha sido a de melhor desempenho proporcional. Na maratona para a prefeitura de Cuiabá, a ex-titular do Procon MT voltou a mostrar ser boa de urna: cravou 52.191 votos, desempenho superior ao pleito passado onde obteve 50.182 votos para deputada federal, não tendo sido eleita apenas por questões de legenda.

** Veja também – Gisela é cobrada para candidatura federal

A dupla de vereadores Abilio e Welaton quase chega em 2020, e terão caminhos parecidos no ano que vem

Atualmente, Gisela estuda a convocação do seu partido, que a vê com enormes de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados, o que daria uma solidez maior ao partido, em Brasília. Há fortes indícios de que ela opte, entretanto, pela candidatura à Assembleia Legislativa. O seu companheiro de chapa, o maestro Fabrício Carvalho, do PDT, também deve seguir essa mesma direção.

Maior decepção nas eleições de 2020, o ex-prefeito Roberto França (Patriotas), considerado um prefeito realizador, mesmo apoiado pela máquina estadual, não chegou aos 26 mil votos – foram 25.523 no total. França estuda se aposentar com um mandato de deputado estadual, onde já esteve e chegou à presidência da Casa.

Candidato isolado – sem grande estrutura e sem coligações fortes – , Aécio Rodrigues é cuiabano, tem 46 anos, é professor, empresário, bacharel em direito, administração, especialista em políticas e estratégias para o setor público e faz mestrado em administração.

Na campanha para prefeito, ele surpreendeu o eleitor com um discurso moderado e convincente, arrematando a confiança, principalmente dos leitores mais jovens ou os do ‘primeiro voto’.  Empresário bem-sucedido, Aécio é um político da nova geração, respeitado entre os mais idosos e experientes,  e deve concorrer a uma das cadeiras da ALMT.

Na esteira das eventuais candidaturas, fala-se em Gilberto Lopes, servidor público, filiado ao PSOL, no ex-juiz federal Julier Sebastião, do  PT, e Paulo Henrique Gandro (Novo), todos com possibilidade de entrar na disputa.

Nas convenções partidárias dos partidos, certamente muitos ou quase todos estarão habilitados a buscar caminhos nos legislativos federal ou mato-grossense.

Gisela, que fez uma campanha forte na decolagem e quase vai para o segundo turno na campanha a prefeita

Roberto França, ex-prefeito, com reconhecimento nos papos, não nas urnas há dois anos

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Política MT

Chefe de gabinete de Emanuel tem prisão revogada pela Justiça após depoimento e terá que usar tornozeleira

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Gestor foi preso na terça-feira, durante a” Operação Capistrum”

O desembargador Marcos Machado, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, (TJMT), revogou nesta sexta-feira (22), a prisão temporária do chefe de gabinete do prefeito afastado de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), Antônio Monreal Neto. A decisão do magistrado ocorre horas após Monreal prestar depoimento para o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), no Ministério Público de Mato Grosso (MPE), e atende pedido do advogado de defesa Francisco Faiad.

O gestor estava detido no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) desde a última terça-feira (19), quando foi deflagrada a “Operação Capistrum”, que apura um esquema de nomeações e pagamentos ilegais de bônus na Secretaria Municipal de Saúde, para indicados vereadores e outros políticos aliados do prefeito.

Ele terá que cumprir algumas medidas restritivas , entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica, que será instalada na próxima segunda-feira (25), além de não manter contato com qualquer servidor da prefeitura e testemunhas arroladas no processo, e não deixar a residência no período noturno.

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Presidenciável tucano quer candidatura própria em MT e ampla frente partidária para derrotar Bolsonaro em 2022

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Arthur Virgílio esteve em Cuiabá nesta sexta-feira [Foto – Reprodução]

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), que esteve em Cuiabá nesta sexta-feira (22), para se apresentar como pré-candidato a presidente da República nas prévias que o partido faz no País para as eleições de 2022, defendeu que o tucanato tenha uma candidatura à sucessão do governador Mauro Mendes (DEM). Questionado sobre o tema, Virgílio disse que “eu acho que Mato Grosso tem que lutar pelo poder aqui, até porque nós já tivemos governadores no Estado, como o Dante de Oliveira e o Rogério Salles. O partido que é partido luta pelo poder, luta para chegar ao poder e fazer coisa boa, fazer reformas e transformação para o povo”, declarou em coletiva com a imprensa.

O pré-candidato está percorrendo as capitais e maiores cidades do País na disputa com os governadores João Dória (São Paulo) e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. “É a oitava cidade que visito em três dias, estou animado e lutando muito para ganhar as prévias”, acrescentando que apesar de ser uma eleição ilimitada, “as prévias representam um grande avanço”.

Segundo Arthur Virgílio, o “Brasil hoje amanheceu com uma crise terrível. Saíram mais 4 pessoas da equipe econômica e isso é de uma gravidade enorme. Fica difícil você conseguir substitutos a altura diante da condição salarial, já que eles ganham absurdos no mercado financeiro enquanto a remuneração do serviço público é deprimente. Não sei como [Paulo] Guedes [ministro da Economia] vai fazer”, destacou.

Segundo Virgílio, “o PSDB é oposição ao presidente, embora exista uma ala bolsonarista que eu sinceramente gostaria que saísse do partido. Que fique com 12, ou 8, mas que fique com soldados fiéis”, disse.

Para Arthur Virgílio, a melhor solução para 2022 em nível nacional seria a união de partidos e lideranças do chamado Centrão. “Nós achamos que tem muita gente boa no país. Agora, é fundamental unirmos as pessoas do Centro, que não seja na onda dessas emendas malucas, que estão destruindo a economia, comércio, instituições e a república. Então, dá para se fazer uma boa aliança”, afirmou.

 

 

 

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