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Turismo

4 lugares paradisíacos que já foram reabertos ao redor do mundo

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Em muitos lugares, o turismo é o setor mais importante para a economia local, sendo assim, as restrições geradas pela pandemia do coronavírus teve grande impacto negativo em algumas cidades. Agora, com a flexibilização  do isolamento social em diversos países, o mercado de turismo está correndo atrás de uma forma de voltar a ter lucro de forma segura.

Veja abaixo quatro cidades que reabriram seus principais pontos turísticos nos últimos meses.


Atenas, Grécia

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Pixabay/Reprodução

Turistas de 29 países estão autorizados a frequentarem as praias mais famosas de Atenas, mas o Brasil não está na lista

A Grécia começou com um plano geral de reabertura para os setores de turismo. No dia 15 de junho, turistas de 29 países já estavam autorizados a entrar no país. Segundo o Ministério do Turismo, os turistas podem entrar no país em vôos diretos para Atenas e a cidade Tessalônica.

Lisboa, Portugal

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Pixabay/Reprodução

Os moradores que estão frequentando as praias devem estar cientes que a qualquer momento elas podem ser interditadas novamente

A abertura das praias de Lisboa aconteceram em 6 de junho, apenas para turistas de países da UE (união Europeia) com regras estritas de distanciamento sociais, como ficar a 1,5m de pessoas que são sejam do seu grupo, e regras específicas para a higienização de bares e restaurantes na região da praia. 

Pattaya, Tailândia

pattaya
Pixabay/Reprodução

O número de pessoas nas praias de Pattaya estão sendo controlados pelas autoridades tailandesas

As autoridades tailandesas estão controlando o número de pessoas na areia por meio de guardas na entrada das praias e turistas não estão autorizados a entrarem. As pessoas também são recomendadas a se manter cerca de 1 metro de distância umas das outras e respeitarem as regras de distanciamento social.

Dubai, Emirados Árabes

dubai
Pixabay/Reprodução

Dubai reabriu as fronteiras para turistas de todo o mundo

Dubai reabriu as praias e os parques para locais no fim de maio e, além das regras de distanciamento, o governo municipal exige o uso de máscaras. No dia 7 de julho, os Emirados Árabes abriram as fronteiras para turistas de todo o mundo, mas para embarcar é necessário apresentar o resultado negativo do teste para Covid-19 feita no máximo 96 horas antes do vôo.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

“Tem gente que é contratada só para descascar batata”, conta ex-tripulante

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O trabalho em cruzeiro é cheio de mistérios e particularidades, um dos maiores deles é sobre como é a alimentação dos tripulantes. Se você já esteve a bordo, já deve ter se questionado do que aquelas pessoas que estão sempre prontas para te servir se alimentam. O iG Turismo conversou com a ex-tripulante Bruna Ortunes para falar sobre as curiosidades da alimentação de quem vive em alto mar.


tripulantes
Freepik/reprodução

Os tripulantes como pilotos e copilotos tem um buffet próprio para fazerem as refeições


“No navio somos divididos entre staff e crew members, os crew members são os funcionários que não têm acesso aos passageiros, como as equipes de limpeza, da cozinha e da segurança e os staffs são os que lidam com os passageiros”, conta Bruna. “Só os staffs podem comer no buffet, onde os hóspedes comem, mas sempre horários que eles não estão, por exemplo antes do show, quando estão se arrumando nas cabines”.

Já os crew members, segundo ela, são limitados a uma cozinha específica para tripulantes que existe dentro do navio, onde outros crew members cozinham. “Nessa cozinha, cada um tem uma função muito específica, como lavar arroz ou descascar batata. Um amigo meu ficou só descascando batatas por meses, depois ele me disse que tinha até pesadelo”, relata.

tripulantes
Freepik/reprodução

A comida pode variar muito dependendo da nacionalidade do funcionário que está cozinhando

Também existe uma hierarquia dentro da cozinha para funcionários, pois ela é dividida entre a parte para pessoas da segurança, pilotos, copilotos e todos os tripulantes identificados com as faixinhas no ombro e outro pros staffs. Quem cozinha para os staffs e crew members são outros staffs e crew members, portanto, não são cozinheiros profissionais, o que quer dizer que não é uma comida especialmente saborosa.

“As opções não variam muito, tem muito macarrão, muita pizza… Então para quem trabalha sete meses acaba ficando cansativo. Eu praticamente só comia macarrão, pizza e filé de frango, também tem muita salada, o que eu aproveitada, acabei perdendo 15 kg durante a temporada”, relata Bruna.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Meu perrengue de viagem: Perdi meu RG e fiquei preso no destino sem meus amigos

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Perder um documento durante uma viagem pode causar diversos problemas para o viajante e o estudante universitário Gustavo Motax sentiu isso na pele. Ele foi viajar com um grupo de amigos de carro, mas o automóvel quebrou e a única opção era voltar de ônibus. O problema é que ele não conseguia embarcar porque não encontrava seu RG. Gustavo conta que foi deixado no destino pelos amigos, que precisavam voltar para trabalhar, e precisou resolver o problema sozinho.

Gustavo com os amigos
Arquivo pessoal

Gustavo com os amigos


A história de Gustavo faz parte da série especial do iG Turismo “Me Perregue de Viagem”, que já contou a história de Camila, que  planejou uma viagem para o Caribe e acabou hospedada em uma oca com os índios, e de Thaís, que acabou  casando com um “cafetão” holandês que conheceu durante uma viagem para a Europa. Agora, confira os perrengues do estudante que perdeu seu documento:

“Um belo dia fui viajar de São Paulo para São José do Rio Preto de carro com meus amigos. No caminho, o carro quebrou e passamos algumas horas torrando no sol, sem água e nem comida, até que conseguimos chegar na tal chácara. Ficaríamos três dias por lá, mas no segundo dia o carro quebrou de vez. Chegou o dia de virmos embora, tivemos que acionar o seguro, ou seja, teríamos que voltar de ônibus para casa, mas cadê meu RG?

Lascou tudo mesmo! Fiz um Boletim de Ocorrência, porém não era permitido embarcar só com a versão digital do BO. Meus amigos tinham que ir embora, pois iriam trabalhar no dia seguinte e eu tive que ficar lá sozinho para resolver isso.

Anoiteceu e, depois de muita, mais muita insistência, consegui embarcar em um ônibus. Estava vestindo uma bermuda e uma regata e esfriou muito. Voltei passando frio a viagem toda, meu joelho virou pedra, juro que me senti o Jack congelando no ‘Titanic’, saía até fumacinha da minha boca. Tinha uma mulher sentada do meu lado com dois cobertores e, claro, ela não ofereceu um.

Chegando em São Paulo, eu fui tentar levantar da poltrona do ônibus e cai de bunda no chão, estava sem forças nas pernas por causa do frio. Fui até o metrô mancando, cheio de dores e roxos pelo corpo. O detalhe que eu descobri depois é que o RG sempre esteve dentro de uma jaqueta. Eu não o perdi, só que coloquei o documento dentro da roupa e dentro da minha mala e ele acabou voltando com o carro quebrado no guincho”.

Fonte: IG Turismo

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