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Saúde

3ª Caminhada da Prematuridade acontece neste domingo em SP

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São Paulo – A cidade de São Paulo recebe neste domingo (10) a 3ª Caminhada da Prematuridade. O evento busca chamar a atenção para os chamados nascimentos prematuros – que acontecem antes da 37ª semana de gestação. No Brasil, a prematuridade ocorre em 340 mil partos por ano, 11,5% do total. A caminhada tem início às 9h no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.

“O objetivo é alertar sobre o crescente número de partos prematuros e como preveni-los, além de informar sobre as consequências do nascimento antecipado para o bebê, para a família a e sociedade”, destaca Denise Leão Suguitani, fundadora e diretora executiva da Associação Brasileira da Pais, Familiares, Amigos e Cuidadores de Bebês Prematuros, entidade organizadora do evento.

Ela lembrou que um prematuro precisa de cuidados especiais, geralmente em unidades de terapia intensiva, e apresenta três vezes mais risco de morte e sequelas futuras na vida adulta do que um bebê que nasce depois da 37ª semana de gestação.

Uma das principais causas de parto prematuro espontâneo (quando não há problemas com a mãe ou com o bebê), segundo Denise, é o encurtamento do colo do útero. Normalmente, quando isso é detectado, por meio de ultrassom, a gestante é submetida a um tratamento com progesterona, hormônio que a mulher já produz naturalmente.

“Precisamos refletir sobre a qualidade do atendimento oferecido aos nossos prematuros e a suas famílias e clamar por políticas públicas de prevenção e tratamentos modernos, adequados e mais humanos”, acrescentou Denise.

Edição: Paula Laboissière

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Saúde

Estado do Rio tem 168.064 casos de covid-19 desde início da pandemia

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O Rio de Janeiro registra 168.064 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia. A atualização foi feita hoje (3) pela secretaria de Saúde do Estado, que divulgou também que foram registrados 32 óbitos e 839 casos da doença em 24 horas, desde ontem, em todo o estado. Agora o Rio soma 13.604 mortes pelo novo coronavírus e 144.850 pacientes recuperados.

A capital tem 72.079 casos de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Niterói registrou 9.079 pessoas infectadas pela doença. São Gonçalo, 8.610. Duque de Caxias, 6.428, e Macaé, 5.665.

Rio de Janeiro é também a cidade com mais mortes registradas por covid-19: 8.371. São Gonçalo tem 595 mortes. Duque de Caxias, 579. Nova Iguaçu, 435, e São João de Meriti, 324.

O balanço completo dos números do estado está em painel.saude.rj.gov.br

 

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Perda de olfato causada pela Covid-19 pode durar até dois meses

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Menina com máscara mexendo no celular
FreePik/prostooleh

Perda de olfato está entre os principais sintomas da Covid-19

Um estudo realizado pela Univesidade de São Paulo (USP) indica que a perda de olfato pode ter um período de duração mais longo após a recuperação da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Segundo a pesquisa, que foi realizada com 650 pacientes recuperados, o sintoma ainda pode perdurar por até dois meses.

O resultado preliminar dessa pesquisa, que está sendo conduzida no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, cerca de 5% pessoas que tiveram o sintoma após serem curadas ficaram sem sentir cheiro por mais tempo do que o comum.

Para os pesquisadores, isso mostra que a perda de olfato causada pode se tornar permanente em alguns casos se ajuda médica não for procurada rapidamente em estágios iniciais da Covid-19.

Desde abril, os autores do estudo acompanham pacientes que tiveram a Covid-19 confirmada pelo exame do tipo RT-PCR, que detecta a presença do novo coronavírus no corpo.

Entre os pacientes ouvidos, cerca de 80% afirmaram ter perda parcial ou total do olfato e 76% disseram ter perdido o paladar.

Depois de dois meses e meio do primeiro contato, os pesquisadores conseguiram encontrar novamente cerca de 140 dos participantes que tiveram os sintomas. Essa quantidade corresponde 5% das pessoas que afirmaram que tiveram o sintoma.

Outros estudos sobre os efeitos da Covid-19 no olfato estão em andamento em centros de pesquisa pelo Brasil e devem ter resultados divulgados nos próximos meses. Eles usam outras técnicas para medir a perda do olfato e não se baseiam apenas nos relatos dos pacientes.

Fonte: IG SAÚDE

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