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Política Nacional

37% dos eleitores de Ciro têm Lula como 2ª opção, e 10%, Bolsonaro

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37% dos eleitores de Ciro têm Lula como 2ª opção, e 10%, Bolsonaro
José Cruz/Agência Brasil – 14.08.2018

37% dos eleitores de Ciro têm Lula como 2ª opção, e 10%, Bolsonaro

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira aponta que 37% — quatro em dez — dos eleitores do pré-candidato do PDT à Presidência,  Ciro Gomes, têm Lula como segunda opção de voto. Apenas um em dez ou 10% afirmam que poderiam votar em Bolsonaro. Segundo o levantamento, o pedetista é o pré-candidato mais citado como segunda opção de voto (20%).

Segundo a pesquisa, 30% dos eleitores afirmam que ainda podem mudar o voto. Já outros 69% garantem estar decididos a votar no candidato que escolheram. O índice é parecido com o levantamento anterior, feito em março, quando 32% dos ouvidos admitiam uma mudança e 67%, não.

Entre os eleitores de Ciro, 37% estão totalmente decididos a votar no PDT. Já 63% afirmam que ainda podem mudar. Entre os que votam em Lula, 78% não cogitam outra opção de voto, índice de 75% para os eleitores de Bolsonaro. Como segunda opção, Lula tem 17% e Bolsonaro, 12%.

Trinta e um por cento dos eleitores de Lula citam Ciro como segunda opção. Migrariam para Bolsonaro 16% e outros 10% indicaram João Doria (PSDB), que desistiu da corrida eleitoral na última segunda-feira. Doria seria também a segunda opção de 14% dos eleitores de Ciro. Em pesquisa entes da desistência, o Datafolha registrou que o nome do tucano obteve 3% de intenção de voto. Dos que declararam voto em Bolsonaro, 21% se dividem entre Ciro e 20% em Lula como segunda alternativa. Doze por cento escolhem Doria e 7%, o general Santos Cruz (Podemos). Entre os eleitores de Doria, agora sem candidatos, 29% optariam por Lula e 27% por Ciro. Para outros 12% a alternativa é Bolsonaro.

A maior parte dos eleitores de Simone Tebet (MDB), 37%, prefere Ciro em segundo lugar. Caso não votem na candidata emedebista, migram para Lula 20% e para Bolsonaro, 18%.

Na pesquisa de voto estimulada, os eleitores se dividem assim: 7% indicam voto nulo, em branco ou em nenhum pré-candidato. Outros 4% não sabem em quem votar. Entre os que votam nulo, em branco ou em nenhum candidato, 44% dizem que têm essas opções porque não consideram os pré-candidatos preparados para ocuparem a Presidência da República. Trinta e seis por cento indicam não se interessar por política ou eleições; 18% indicam ter um voto de protesto e 3% não sabem.

Os eleitores indecisos afirmam, numa maioria de 86%, que ainda se informam sobre os candidatos e acham cedo para definir seu voto. Já 8% afirmam que não há candidatos preparados e, por isso, não sabem em que votar. Outros 5% citam que não sabem o motivo de estarem indecisos.

De acordo com o Datafolha, no primeiro turno Lula lidera com 48% e Bolsonaro aparece em segundo, com 27%. Ciro tem 7%, seguido de Tebet e André Janones (Avante), cada um com 2%. No cenário espontâneo, 29% dizem que não sabem em quem votar. Trinta e oito por cento indicam Lula, 22% Bolsonaro, 2% Ciro e 1% Tebet.

Em votos válidos, Lula alcança 54% contra 30% de Bolsonaro — nesse cenário, Lula venceria no primeiro turno. Os petistas têm mirado em Ciro, com a estagnação da terceira via na intenção de votos, para pregar um voto útil no primeiro turno.

A maioria dos ouvidos pelo Datafolha, 66%, afirma ter escolhido seus candidatos por achá-los ideais. Já 33% dizem que a escolha foi feita por falta de opção.

Sessenta e seis por cento dos que declararam voto em Lula dizem que veem o petista como ideal. Já 33% o citam por não ter escolha melhor. Entre os eleitores de Bolsonaro, 59% o veem como ideal e 40% afirmam não ter outra opção. A maioria dos que escolhem Ciro ou Tebet afirma que é por falta de opção. No caso do pedetista, 25% o consideram ideal contra 73%. Vinte e dois por cento dos eleitores da emedebista a veem como ideal, contra 78%. Janones é outro candidato visto como ideal por seu público: 57% o consideram dessa maneira. Já 43% o escolhem por falta de opção.

O levantamento do Datafolha ouviu 2.556 pessoas em 181 cidades do país nas últimas quarta e quinta-feira. A pesquisa contratada pela Folha de S. Paulo tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada no TSE com o número BR-05166/2022.

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Política Nacional

CAS votará no início de julho regulamentação da profissão de gari

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O projeto que regulamenta a profissão de gari (PL 3.253/2019) será votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no início de julho. Do senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta, que tem como relator o senador Lucas Barreto (PSD-AP), fixa o piso salarial e a jornada de trabalho da categoria, bem como as condições para exercer a profissão.

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova projeto que proíbe a participação de beneficiário de condicional em manifestações públicas

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Deputado Delegado Antônio Furtado discursa no Plenário da Câmara
Furtado: proibição evitará problemas para o apenado e para a sociedade

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3840/21, que proíbe os beneficiários de saída temporária ou de livramento condicional de participarem de manifestações e reuniões públicas. O texto aprovado altera a Lei de Execução Penal.

O relator, deputado Delegado Antônio Furtado (União-RJ), recomendou a aprovação do texto. “A lei já prevê restrições para o comportamento do apenado. Todas possuem, em comum, o objetivo de orientá-lo para um caminho no qual não se veja envolvido em confusões durante o cumprimento de sua sentença, o que pode repercutir positivamente nas suas avaliações durante esse período”, disse o parlamentar.

“Parece-nos óbvio que incluir a impossibilidade de participar de manifestações e reuniões públicas contribuirá para o conjunto de medidas que têm o propósito de evitar problemas para o apenado e para a sociedade”, concluiu o relator.

Segundo o autor da proposta, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), a mudança visa maior segurança da população. “É temerário permitir que indivíduos que ainda se encontram cumprindo pena participem de manifestações em que podem estar presentes centenas de milhares de pessoas”, afirmou.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

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