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Economia

2º parcela de auxílio de R$ 600 é adiada e não há previsão de quando acontecerá

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O governo federal não iniciará os pagamentos da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 nesta segunda-feira (27). De acordo com a Caixa Econômica Federal , a liberação depende do repasse de recursos pelo Ministério da Cidadania.

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No início de abril, o governo havia anunciado o início dos pagamentos da segunda parcela nesta semana. Os nascidos em janeiro, fevereiro e março já iriam receber hoje. A Caixa ainda informou que, por enquanto, não existe um calendário para o pagamento da segunda parcela do auxílio.

Caixa Econômica Federal
Arquivo/Agência Brasil

Caixa Econômica Federal


Benefício Emergencial 

Segundo a última atualização da  Caixa , divulgada no último sábado (25), 47,6 milhões de pessoas já finalizaram cadastro com sucesso para receber o benefício emergencial que busca inibir a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) .

O banco público diz que 37,2 milhões de trabalhadores já foram contemplados pelos depósitos, que totalizam R$ R$ 26,2 bilhões. Dos que já estão inscritos, faltam, portanto, pouco mais de 10 milhões a serem beneficiados, além dos que podem ter direito e ainda não foram atrás de solicitar o ‘coronavoucher’. Segundo estima prévia, o total de beneficiados poderia chegar a 70 milhões de brasileiros.

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Buscando evitar aglomerações nas agências e lotéricas, a Caixa pede que os trabalhadores só saquem o dinheiro em último caso, já que ele poderá ser movimentado a partir do aplicativo  Caixa TEM , criado exclusivamente para o auxílio. É possível realizar transferências de até R$ 600 (sendo até três gratuitas a cada mês) – com limite diário de R$ 1.00, pagar contas, consultar extrato e saldo e quitar boleto. Saiba como usar o app aqui .

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Economia

Ministério da Economia volta atrás e diz que participou da negativa à Pfizer

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Ministério da Economia
Agência Brasil

Ministério da Economia

A equipe do Ministério da Economia admitiu à CPI da Covid que omitiu documentos num primeiro momento. A pasta disse que “realizou uma nova busca nos arquivos” e encontrou e-mails trocados com a Casa Civil tratando da MP que buscava facilitar a compra de vacinas.

Segundo apuração da revista Veja, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não participou das tratativas. O ministério é acusado de aconselhar o veto às vacinas por conta do teto de gastos. 

Uma das exigências da farmacêutica era que o governo precisaria assumir os riscos e custos de eventuais efeitos adversos. Esse dispositivo foi retirado da MP publicada em janeiro. Guedes diz ter tomado conhecimento dela só em março, mas os papéis da CPI mostram que ele  participou da discussão da minuta da MP em dezembro.

Nos e-mails recuperados, a Economia aparece recomendando o veto à Pfizer por causa da possibilidade de responsabilização de possíveis efeitos colaterais.  “Todos que, porventura, sofrerem efeito reverso da vacina acionarão o Estado (até febre), e por consequência o servidor que responde em regresso. Regra temerária”, dizia o texto.

Guedes deve ser convocado para depor na CPI assim que os trabalhos forem retomados após o recesso. O relator, senador Renan Calheiros, disse ao site Metrópoles que a convocação dele, é “imprescindível”.


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Economia

SP: prefeito sanciona cobrança extra para aplicativos como Uber e iFood

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Prefeito Ricardo Nunes
MARCELO PEREIRA / SECOM

Prefeito Ricardo Nunes

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que autoriza uma cobrança extra para aplicativos de entrega e transporte de passageiros. Proposta de autoria dos vereadores Milton Leite e Adilson Amadeu (DEM) pede que os aplicativos paguem uma taxa por quilometragem rodada ou corrida realizada. 

Apesar do valor da tarifa ainda não ter sido definido, os vereadores defendem que seja de R$ 2,00. O projeto é uma tentativa de proteger a cidade de empresas que pagam Imposto sobre Serviços (ISS) em outras cidades.

A lei segue sendo apenas autorizativa, e não significa que a taxação será posta em prática. 

“Tem uma questão muito importante de ser observado de que não é uma emenda que obriga a prefeitura a fazer qualquer cobrança de taxa. É uma emenda autorizativa, ela diz o seguinte: ‘autoriza a prefeitura a fazer…’. A gente pode fazer ou não fazer. Então, não teria por que vetar, uma vez que é uma lei que só me autoriza se for necessário fazer”, disse o prefeito.

Associações, empresas e representantes de motoristas de aplicativos se posicionaram contra a medida. A expectativa é que, se passar a valer, as entregas por aplicativo fiquem mais caras e o lucro de motoristas parceiros caia.

“A medida – em tempos de crise sanitária e econômica – pode onerar mais os consumidores, reduzir a renda de parceiros e impactar negativamente toda a economia local”, afirmou, em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).

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