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130 milhões de clientes têm dados vazados, diz site; veja as empresas envolvidas

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Olhar Digital

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados vazados são vendidos online


Mais de 132 milhões de registros de consumidores de ao menos 14 companhias são vendidos em fóruns de hackers , aponta o site Bleeping Computer. As empresas afetadas variam de plataformas de delivery de refeições até sites de empréstimos financeiros. Segundo o veículo, no entanto, nenhuma das organizações confirmou os vazamentos.


As bases de dados foram anunciadas por um agente famoso por intermediar a venda de dados roubados de empresas por agentes maliciosos. Quando uma companhia tem seus sistemas violados, cibercriminosos geralmente fazem o download de bancos de dados com credenciais de contas de consumidores. Esse material é então vendido diretamente pelos autores do ataque ou negociado por meio de intermediários que representam os hackers.

Neste caso, o intermediário disse ao Bleeping Computer que as bases de dados foram obtidas por vazamentos ocorridos em 2020. Cada um dos pacotes contém diferentes informações sobre as contas de usuários, mas todos apresentam nome de acesso de usuários e hashes de senhas. Os preços variam de US$ 100 (R$ 535 em conversão direta) a US$ 1,1 mil (R$ 5,8 mil).

Entre as empresas afetadas encontram-se plataformas de games , entrega de refeições, streaming esportivo, moda online e empréstimos financeiros. As bases de dados incluem informações da DarkThrone, Efun, Fluke, Gooter, HomeChef, James Delivery, KitchHike, KreditPlus, Minted, Playwing, Revelo, Tokopedia, Yotepresto e Zoosk. O vazamento mais grave seria da Yotepresto. A empresa sozinha está associada a 91 milhões dos registros anunciados pelo intermediário.

O Bleeping Computer afirma que teve acesso a uma amostra da base de dados comercializadas nos fóruns e as informações contidas nos documentos parecem de fato ser reais. Segundo o site, as informações podem ser usadas por criminosos para realizar cadastros falsos em nome de usuários em outras plataformas.

O veículo entrou em contato com as 14 empresas, mas nenhuma delas confirmou a ocorrência de vazamentos em seus sistemas. O intermediário, diz o site, ainda anunciou dados de vazamentos de anos anteriores, incluindo credenciais de usuários da plataforma de games EpicGames e da plataforma de pagamentos WireCard.

Apesar das companhias ainda não confirmarem o vazamento, é prudente que consumidores das empresas supostamente afetadas alterem as senhas com novos códigos ainda não usados em outros serviços digitais. Caso as senhas atuais nessas plataformas sejam as mesmas utilizadas em outros sites, também vale alterar a senha dos últimos.

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Tecnologia

TikTok enganou Google para roubar dados dos usuários; entenda

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TikTok
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok rouba dados dos usuários


O TikTok usou de uma brecha no Android para coletar dados indevidos de seus usuários, de acordo com uma análise do jornal The Wall Street Journal. Em teoria, as informações são proibidas de serem acessadas e, mesmo assim, o aplicativo as coletou por 15 meses. 

De acordo com a reportagem, a rede social teve acesso a dados bastante específicos e pessoais, como o endereço MAC dos usuário. Se cruzado com outros dados, o MAC pode identificar as pessoas com facilidade, o que geralmente é utilizado para gerenciar anúncios. 

Tanto Apple quanto Google proíbem que os aplicativos coletem esse tipo de informação, mas uma falha no serviço do Google permitiu que o TikTok o fizesse. Para driblar ainda mais o sistema, a rede social adicionou uma camada extra de criptografia , fazendo com que os dados fossem enviados escondidos aos seus servidores.

De acordo com a análise do The Wall Street Journal, a coleta dos dados pessoais foi feita durante 15 meses, e terminou em novembro do ano passado. Atualmente, a prática não é mais realizada. 

Ao jornal, o Google respondeu que sabe da existência da brecha e que o TikTok não é o único aplicativo a se aproveitar dela. A empresa irá conduzir investigações para apurar o caso.

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Tecnologia

Google permite que celulares prevejam terremotos; entenda como

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Google
Unsplash/ROBIN WORRALL

Celulares serão utilizados como sismógrafos


Seu celular Android é capaz de muitas coisas e uma delas é salvar sua vida se você vive em uma área sujeita a terremotos. Isso é resultado da última atualização do Google Play Services, aplicativo nativo do Google que fornece funcionalidades essenciais aos usuários. Agora, a plataforma pode detectar quando um terremoto está prestes a acontecer e avisar para que as pessoas se protejam.

A capacidade surgiu da parceria do Google com o ShakeAlert, um sistema de alerta de terremotos com base na Califórnia, Estados Unidos, que usa uma rede de centenas de sismógrafos em todo o estado que “envia dados para um local central onde os sinais de movimento do solo são analisados, terremotos são detectados e avisos são emitidos”.

Segundo o ShakeAlert, o tempo de antecedência dos avisos varia de alguns segundos a dezenas de segundos – o que pode não parecer muito, mas que é o suficiente para que as pessoas tomem medidas simples de segurança que podem salvar vidas.

Além de enviar os alertas em parceria com o ShakeAlert, o Google também está transformando os celulares Android em sismógrafos improvisados para a detecção de terremotos. Usando o acelerômetro embutido em cada dispositivo, o Google programou os celulares para enviarem um sinal para um servidor quando detectarem algo que eles sintam que possa ser um terremoto.

Os alertas funcionam como os dos sistemas meteorológicos nacionais das regiões que sofrem com fenômenos naturais, já que são enviados para os celulares dos habitantes durante furacões e terremotos. No entanto, por ser resultado de um crowdsourcing – iniciativa que reúne os esforços de voluntários para a solução de um problema -, o serviço do Google fornece informações ainda mais localizadas.

Assim, se o Google recebe dados sobre um possível terremoto a partir de celulares Android , essas informações serão comparadas a outros resultados e analisadas para que não sejam confundidas com problemas que podem causar falsos alertas.

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