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Wrangler, o mais off-road dos jeeps já chegou ao Brasil

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A nova geração do Jeep Wrangler, ícone da marca, está sendo lançada oficialmente no Brasil, com a chegada da versão Sahara às 191 concessionárias Jeep, nas carrocerias de duas e quatro portas. O SUV com maior capacidade off-road do mundo foi inteiramente renovado, com nova mecânica, mais moderna e eficiente, e um nível de tecnologia sem precedentes na história do modelo.

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Ícone da marca, o novo Jeep Wrangler chega ao mercado brasileiro combinando sua história lendária – com origem no pioneiro Jeep Willys MB de 1941 – com uma inigualável combinação de capacidade off-road, design autêntico da Jeep, liberdade ao ar livre, motorizações avançadas e eficientes, comportamento dinâmico superior no asfalto e uma série de recursos inovadores de segurança e tecnologia.

Produzido na fábrica original da Jeep, em Toledo, Ohio (EUA), a nova geração do Jeep Wrangler está disponível na versão de acabamento Sahara, sempre com capota rígida removível e dividida em três partes. Esta última, com mais espaço interno e praticidade para o dia a dia, conta ainda com o pacote de acabamento Overland, que inclui rodas com desenho diferente e capota e capa do estepe na cor da carroceria – peças são pretas na versão menor. Os preços sugeridos são de R$ 259.990 (2p) e R$ 274.990 (4p).

Inédita no país, a versão Rubicon está prevista para o próximo semestre, com todos os diferenciais que o tornam ainda mais apto para o fora de estrada. Mas vale ressaltar que todo Wrangler já nasce com o selo Trail Rated que comprova seu potencial off-road, ao atender as exigências da Jeep em cinco quesitos: tração, distância do solo, articulação, manobrabilidade e capacidade de submersão.

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O Jeep Wrangler 2019 reforça uma capacidade off-road lendária graças a dois sistemas 4×4 avançados e, pela primeira vez na história do Wrangler, uma caixa de transferência de duas velocidades com tração integral permanente e uma relação reduzida de 2,72:1 na versão Sahara. Chamada de Selec-Trac, essa nova caixa de transferência é intuitiva e permite que o condutor o configure e esqueça, enquanto a força é constantemente entregue às rodas dianteiras e traseiras. Entretanto, continuam existindo as posições específicas para off-road, com a tração 4×4 dividida igualmente entre os dois eixos e a 4×4 reduzida. Tudo sempre selecionado pelo robusto seletor ao lado da alavanca de câmbio.

No Wrangler Rubicon, o sistema Rock-Trac 4×4 tem eixos Dana 44 de última geração e alto desempenho com relação reduzida de 4:1. Os outros recursos exclusivos são: diferenciais de bloqueio eletrônico Tru-Lok, barra estabilizadora dianteira com desconexão eletrônica, suspensão 5 cm mais alta, pneus lameiros BF Goodrich de 33 polegadas e mais proteção sob a carroceria. 

Um rosto familiar      


Jeep Wrangler
Divulgação

Jeep Wrangler traz as características retrô, inspiradas nos utilitários de combate da Segunda Guerra Mundial

O novo Wrangler 2019 é baseado em um desenho imediatamente reconhecível graças a detalhes de estilo tradicionais da Jeep. O novo design exterior do Wrangler é ousado e rústico, com linha de cintura mais baixa e janelas maiores para melhor visibilidade externa, especialmente nas trilhas.

O novo motor turbo do Wrangler de 2 litros a gasolina, de 4 cilindros em linha e injeção direta oferece 272 cv de potência e 40,8 kg de torque. Juntamente com um novo câmbio automático de 8 marchas (três a mais que antes), seu torque supera o do propulsor da geração anterior, o Pentastar V6. A maior eficiência energética é auxiliada ainda pelo sistema Stop/Start e até pela assistência da direção, que agora é eletro-hidráulica.

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A injeção direta, juntamente ao turbo, permite combustão mais eficiente e um maior desempenho, com sistema common-rail de alta pressão. Essas altas pressões produzem melhor pulverização do combustível e entrega de combustível mais precisa, dando mais rendimento.

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O novo câmbio de oito marchas entrega melhor desempenho em trilhas off-road e mais suavidade no asfalto. Um conjunto único com dois níveis de overdrive melhoram a economia de combustível em rodovia, gerando reduções em ruído, vibração e aspereza.

À frente do motorista, salta aos olhos a tela colorida de 7” no centro do quadro de instrumentos, com inúmeras possibilidades de configuração e uma simpática surpresa ao dar a partida – um dos vários easter eggs espalhados pelo veículo. Nesse visor, também podem ser selecionadas muitas das informações do monitor central do Uconnect.

O novo Wrangler foi testado ao longo de cerca de 4 milhões de quilômetros – um dos maiores testes de qualquer veículo norte-americano da FCA . Os testes foram conduzidos em condições extremas em diferentes ambientes e climas, desde o calor escaldante do Arizona até o frio do Alasca. O modelo foi submetido a testes globais em vários países ao redor do mundo, como Brasil, China, Índia e Itália. Além disso, de todos os testes padrão e testes laboratoriais, o Jeep Wrangler visitou os pântanos do norte do Michigan, a trilha Rubicon e muitos outros lugares.

Fonte: IG Carros
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Jeep Renegade Limited:  quando o máximo nem sempre é o melhor

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Jeep Renegade branco
Carlos Guimarães/iG

Jeep Renegade Limited vem com luzes diurnas de LED, rodas de aro 19 e grade pintada de cinza grafite de série

Quando o Jeep Renegade recebeu retoques visuais e novos equipamentos, em outubro último, houve quem duvidou que as poucas mudanças seriam suficientes para manter o SUV com apelo no mercado. De fato, perceber as alterações no carro beira o jogo dos sete erros. Mas, não é que acertaram na receita?

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Conforme os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o Jeep Renegade é o SUV mais vendido do Brasil no acumulado de janeiro a abril, com 21.313 unidades, seguido pelo Nissan Kicks (16.604) e Honda HR-V (15.646), considerando os modelos compactos.

Na versão topo de linha Limited (R$ 105.990), o Renegade vem com um pacote recheado de equipamentos que inclui faróis com luzes diurnas de LED, rodas de liga-leve de aro 19, multimídia com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas, mostrador digital colorido e configurável no cluster , entre outros itens.

Com bancos de couro, material que também reveste o volante, o interior do SUV compacto da Jeep agrada. Claro que você vai ter que se acostumar com o volante com 18 botões, considerando os que ficam escondidos na parte de dentro do aro. Mas é só. De resto, temos pontos positivos com o o bom ângulo de visão dos retrovisores, além de porta-objetos que realmente funcionam e som de boa qualidade entre os principais destaques.

Acelerando o Jeep Renegade Limited


Painel do Jeep Renegade
Divulgação

Interior do Jeep Renegade Limited é caprichado e tem até mostrador no cluster colorido e configurável

O que desanima no Renegade Limited é a falta de fôlego do motor 1.8, que deve continuar sendo usado pela FCA, mas nessa versão topo de linha do SUV compacto deve dar lugar ao novo 1.3 FireFly turbinado em breve, provavelmente, até o início do segundo semestre. Por enquanto, se precisar de mais agilidade, uma saída é usar as hastes atrás do volante para subir o giro do preguiçoso 1.8.

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Nas primeiras marcações do contagiros o carro não responde com rapidez nas ultrapassagens. É preciso reduzir marcha e manter o ponteiro entre 3.750 rpm e um pouco acima dos 5.000rpm se quiser alguma rapidez. Caso contrário, deixando o câmbio automático de seis marchas assumir o controle é preciso paciência, uma vez que a ordem é manter o motor em baixa rotação para economizar combustível.

Afora a certa apatia do motor 1.8 e do câmbio pacato, mesmo com centro de gravidade relativamente alto, o Renegade tem estabilidade surpreeedente, com um acerto de suspensão exemplar. Consegue absorver bem as irregularidade do piso e manter o carro firme nas curvas, ajudado pelos pneus 235/45R e controles eletrônicos de estabilidade e tração.


Jeep Renegade Limited
Carlos Guimarães/iG

Versão mais equipada do Jeep Renegade tem itens exclusivos, mas faltou lanterna de LED na traseira, como acontece no modelo europeu

A direção com assistência elétrica também é outro item bem ajustado no carro, assim como os freios, que são a disco nas quatro rodas e bem equalizados, o que evita sustos, mesmo pisando com mais força no pedal. Ponto também para o isolamento acústico, bem como para os ângulos de entrada (27°) e saída (31°) e a distância livre do solo (21,1 cm). Isso tudo facilita passar por buracos, lombadas, valetas e outros tipos de obstáculos pelo caminho.

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Ainda em função do motor 1.8, que deve ser substituído pelo 1.3 turbo (que rende cerca de 150 cv) pelo menos nas versões mais equipadas do Renegade, o consumo não é dos mais animadores. Conforme o Inmetro, o carro faz 6,4 km/l de etanol na cidade e 8 km/h na estrada, números que passam para 9,4 km/l e 11,6 km/l, respectivamente, como gasolina. 


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Mesmo com mudanças no estepe para aumentar o volume do porta-malas, o espaço ainda continua com apertados 320 litros, tamanho compatível com o de hatches médios e até aguns compactos. Entretanto, isso não  assustou muitos compradores de SUVs, já que o Reegade se mantém na liderança de vendas hoje em dia.

Conclusão

Na versão Limited, o Jeep Renegade logo deverá ganhar novo motor 1.3 turbo, o que vai resolver a questão de falta de fôlego e do consumo do SUV, o “Calcanhar de Aquiles” do carro. Portanto, pelo menos por enquanto, levando em conta o preço, o rival Creta Prestige (R$ 104.990) custa quase o mesmo e ainda vale mais a pena.

Ficha técnica

Preço:  a partir de R$ 105.990

 Motor: 1.8, quatro cilindros, flex

Potência : 139 cv (E)/135 cv (G) a 5.750 rpm

Torque: 19,3 kgfm (E) / 18,7 (G) a  3.750 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira e traseira) 

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 235/45 R19 

Dimensões: 4,24 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,73 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque : 60 litros

Porta-malas: 320 litros 

 Consumo: 9,4 km/l (cidade) /11,6 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 11,8 segundos 

Vel. Max: 178 km/h 

Fonte: IG Carros
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Nova Honda Gold Wing chega às lojas com preços e equipamentos de SUV médio

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Honda Gold Wing
Divulgação

Honda Gold Wing 2019: Lista de equipamentos que chega a se assemelhar com a de vários carros

A nova Honda Gold Wing acaba de chegar ao Brasil. Já nas concessionárias, a moto é oferecida com três anos de garantia por R$ 136.550 na versão normal Bagger — na cor cinza fosco — e R$ 156.550 na versão Tour, na cor vermelha. Entre as novidades, está um novo chassi, motor, ciclística e design renovado. Com isso, deverá melhorar o desempenho e reduzir o consumo de combustível.

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A Honda Gold Wing é equipada com motor 1.8 boxer, cabeçote Unicam de quatro válvulas, que produz 126 cv e 17,34 kgfm. O movimento é transmitido por meio do câmbio de dupla embreagem DCT, com 7 marchas. Vale lembrar que é possível mudar o comportamento do motor com um seletor de modo de condução com quatro opções: Tour, Sport, Econ e Rain, com a alternativa de trocar as marchas manualmente, com comandos no manete esquerdo.

Entre os equipamentos, a GL 1800 Gold Wing da nova geração é equipada com acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em rampas e sistema Start-Stop. Além disso, traz faróis full-LED, novo assento, freios combinados e central multimídia de 7 polegadas com conectividade Apple CarPlay.

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Outro recurso bastante interessante são as 26 posições de ajuste (eletrônico) na pré-carga da mola. Com eles, é possível intervir na regulagem da pré-carga da mola do amortecedor traseiro em função do que se vai levar. Ou seja, há quatro as opções de ajuste: piloto, piloto+bagagem, piloto+passageiro e piloto+passageiro+bagagem. Item de série na versão topo de linha. Ou seja, é a motocicleta mais “carro” que se pode comprar.

Segundo Alfredo Guedes Jr., engenheiro da Honda, com a evolução da Gold Wing, o consumidor terá “melhor desempenho, menor consumo de combustível e mais prazer para percorrer grandes distâncias. Além disso, a Gold Wing é a primeira moto a ter conectividade com Apple CarPlay”.

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Rival americana


Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi

A pintura com acabamento feito à mão e os cromados “cromadíssimos” dão vida ao visual da Harley-Davidson CVO Limited

Apesar da tradição da Honda, há os saudosistas que possam preferir a Harley-Davidson CVO , que parte de R$ 155.900 na versão Street Glide e chega a R$ 172.900 na versão Limited. Criada pela subdivisão especial da H-D, a marca pegou a sua motocicleta “normal” mais luxuosa, a Ultra Limited, e a submeteu a uma radical customização de fábrica, equipando-a, inclusive, com alguns componentes produzidos artesanalmente.

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Harley-Davidson
Divulgação

Interior da CVO Limited segue a linha da Honda Gold Wing, com uma série de equipamentos

A CVO é equipada com o motor Milwaukee-Eight de 117 polegadas cúbicas (1.923 cc), que produz 17 kgfm de torque, mas não possui potência declarada pela fabricante. Entre os equipamentos da rival da Honda Gold Wing , destacam-se central multimídia com navegador com GPS, conexão Bluetooth com o celular, comando por voz e até monitoramento da pressão dos pneus em tempo real. Além disso, a marca diz que é possível ouvir o seu poderoso sistema de som, mesmo acima dos 120 km/h.

Fonte: IG Carros
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