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Sam acha que Daenerys é uma psicopata, diz John Bradley de “Game of Thrones”

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A nova temporada de “Game of Thrones” estreou na HBO   no último domingo (14), mas ainda está dando o que falar. O ator John Bradley, o Samwall Tarly na trama, falou em entrevista ao The Wrap nesta segunda (15) sobre os pensamentos de seu personagem em relação à Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), depois que a rainha contou a ele o que fez a sua família. 

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John Bradley
Divulgação

John Bradley fala sobre seu personagem em “Game of Thrones”

“Sam agora está bem ciente de que Dany é desequilibrada, volátil e perigosa”, disse John Bradley de ” Game of Thrones “, que completou dizendo que seu personagem também acha que Daenerys beira a psicopatia.

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“Quando ela está contando pra ele sobre sua família, ela fala sem nenhuma compaixão, ela fala de um jeito bem frio e pragmático e isso soa meio psicopático, o fato dela não ter oferecido nenhum conforto a ele. Naquele momento, ele vê o quão perigosa ela é, e decide contar a verdade para Jon.”

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Depois de receber a notícia sobre o destino de sua família, Sam decide contar para seu melhor amigo Jon Snow (Kit Harington) que na verdade Aegon Targaryen, o legítimo rei de Westeros, acima de Daenerys, o que deve gerar um grande conflito para o restante da temporada.

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A temporada final de ” Game of Thrones ” está sendo exibida na
HBO Brasil
 aos domingos, às 22h00 horas.

Fonte: IG Gente
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Suzy Rêgo se emociona ao reencontrar pai durante “Encontro”

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Durante o “TBT do Encontro” no ” Encontro com Fátima Bernardes” desta quinta-feira (25), Suzy Rêgo se emocionou ao reencontrar o pai, que ela não via há dois anos.  “Que presente”, comemorou a artista. “Ela é minha popstar”, disse o pai da atriz, todo orgulhoso.

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Suzy Rêgo  e o pai
Reprodução/Globo

Suzy Rêgo se emocionou ao reencontrar pai


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Durante o programa, Suzy Rêgo relembrou um momento em uma foto com os pais em 1984 e contou para Fátima Bernardes que não costuma vê-los com tanta frequência.

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“Eles moram em Recife. Meu irmão mora lá com eles. A minha irmã mora na Inglaterra. Há dois anos eu cheguei de surpresa no aniversário dele (do pai) de 80 anos”, contou ela. “Ele consegue viajar, mas não é muito fã de avião. A minha mãe vem com mais frequência”, disse Suzy Rêgo .

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Fonte: IG Gente
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Inspiração para a Rio2C, fundador da SXSW faz críticas ao Rio de Janeiro

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Séries de TV de sucesso, como “Girls” e “Silicon Valley”, aplicativos como o Foursquare, a banda americana Hanson e o músico britânico James Blunt… É enorme alista de produções e artistas revelados no SXSW, como o encontro também é chamado. Ele começou “organicamente”, nas palavras de um de seus fundadores, o americano Louis Black, de 69 anos, que participou ontem da Rio2C.

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Rio2C
Reprodução/Instagram

Rio2C trouxe desconfianças dos texanos

A Rio2C , que começou despretensioso e levantando desconfianças dos texanos, foi crescendo a cada ano, a ponto de atrair grandes empresas, celebridades como Ryan Gosling, Tilda Swinton e Danny Boyle e até políticos: neste ano, foi lá que a corrida presidencial dos Estados Unidos de fato começou, com participações de pré-candidatos como Beto O’Rourke e Elizabeth Warren.

Na última edição, o SXSW contou com 65.000 inscritos. Entre eles, 1.666 do Brasil, com a presença de empresas como Embraer e Globo. “O South by Southwest era uma comunidade punk, nunca foi diferente. A música punk era libertadora, porque não era importante nem saber tocar um instrumento, e sim ter algo a dizer”, define Louis Black , ao explicar que um dos diferenciais do festival foi entender que negócios, inovação e criatividade andam juntos.

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“Estão esperando Deus?”


Louis Black
Agência O Globo

Louis Black




Ao promover conferências sobre tecnologia e mídia, o SXSW soube estar à frente dos desafios que os avanços tecnológicos trouxeram para a indústria fonográfica.

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“Naquela época, todo mundo pensava que você tinha que estar em uma grande gravadora, e no fim isso não queria dizer nada. O SXSW era sobre aprender a fazer música que transcendesse uma companhia. Quanto mais você conhece o negócio, mais controle você tem para fazer a arte que você quer”.

Na Rio2C, evento que discute a indústria criativa por aqui, Black falou com carinho do Brasil. Ele contou que seu pai, que serviu ao Exército americano durante a Segunda Guerra Mundial, viveu dois anos por aqui, onde fez vários amigos. Por isso, na sua casa, sempre havia visitas brasileiras. Mas sua primeira vinda ao Rio foi em 2011, quando sentia um clima de otimismo na cidade. Agora, ele pede que os brasileiros “não prestem atenção a esses idiotas que botam vocês para baixo”.

Black diz que seria “arrogante” achar que tem algo a ensinar aos cariocas sobre criatividade.

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“A ironia é que (fizemos o SXSW) em Austin, uma cidade pequena. Não temos a história insana que vocês têm. Que porra somos nós para dizer? Veja o que vocês fizeram: vocês mudaram o jazz, mudaram a música popular, trouxeram um espírito de amor e paixão para tudo que fizeram, e agora vocês acordam e dizem que não são mais o Rio? Estão esperando Deus descer e buscar vocês? Não vai acontecer”, brinca.

“As pessoas ricas da América Latina mandam seu dinheiro para Nova York ou Londres. Se pegassem dez por cento desse dinheiro e botassem nas crianças das favelas, ficariam mais ricos do que são capazes de imaginar”, continua.

Black completa o raciocínio traçando um paralelo com o rap, que surgiu nos guetos dos Estados Unidos, e que, para ele, é a manifestação cultural mais revolucionária das duas últimas décadas.

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“Hoje, cada casa na favela tem uma TV e conexão com a internet. Bizarro ou não, essa é alfabetização de hoje. Porque alfabetização não é entender as regras da gramática, e sim saber se comunicar. Imagine quando a música começar a sair de lá”, finaliza ele, inspiração para a Rio2C .

Fonte: IG Gente
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