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Economia

Projeto da LDO prevê crescimento de 2,7% da economia em 2020

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 A economia deverá crescer 2,7% em 2020. A estimativa consta do projeto da proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, apresentada hoje (15) pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

A proposta prevê inflação de 4% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Tanto as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) como de inflação são importantes para determinar as projeções de receitas e de gastos para o Orçamento do próximo ano.

As estimativas para o PIB estão em linha com as do mercado. Segundo o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central, o PIB deve crescer 2,58% em 2020, e o IPCA deve encerrar o próximo ano em 4%. Há quatro semanas, a estimativa do Boletim Focus estava em 2,8% para o PIB e 4,2% para a inflação.

A LDO define os parâmetros e as metas fiscais para a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Pela legislação, o governo deve enviar o projeto até 15 de abril de cada ano. Caso o Congresso não consiga aprovar a LDO até o fim do semestre, o projeto passa a trancar a pauta.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC
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Economia

Governo diz que Nova Previdência vai gerar economia de R$ 350 bi para estados

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 CCJ da Câmara
Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Projeto da reforma da Previdência foi aprovado na noite desta terça-feira na CCJ da Câmara

No dia em que partidos do Centrão ameaçam tirar estados da reforma da Previdência , a equipe econômica divulgou um estudo que prevê que a medida traria economia bilionária para os entes. De acordo com as projeções, os governos locais deixariam de gastar R$ 350,6 bilhões nos próximos dez anos se adotarem as mudanças nas regras em análise pelo Congresso. 

A estimativa havia sido antecipada pelo GLOBO no fim de março. Na ocasião, a projeção era de economia de R$ 330 bilhões, um pouco menor que o número divulgado nesta quarta-feira porque o levantamento preliminar ainda não incluía o Distrito Federal.

A reforma da Previdência encaminhada pelo governo ao Congresso prevê que todas as mudanças previstas na proposta sejam válidas imediatamente para estados e municípios. Nesta quarta-feira, após o projeto ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), líderes partidários articulam alterar o texto para que as alterações só afetem a União. Eles argumentam que teriam todo o ônus político de aprovar medidas impopulares junto a servidores.

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De acordo com o estudo, a maior parte do impacto fiscal esperado para estados viria da mudança de regras nas aposentadorias de servidores civis, que gerariam economia de R$ 299,02 bilhões, 85% do total. Os outros R$ 51,64 bilhões poupados seriam resultado das alterações nos regimes dos policiais militares e bombeiros.

Como mostrou a reportagem do GLOBO, a economia é consequência das novas regras de cálculos para os benefícios, nas alíquotas de contribuição e no tempo de atividade dos servidores previstas na proposta de emenda à Constituição ( PEC ) da Previdência, que será agora analisada na Comissão Especial, onde deve ser alterada.

No Rio, a economia esperada é de R$ 32,01 bilhões, pouco menos de 10% do total. Maior economia do país, São Paulo será o estado onde o impacto fiscal será maior, de R$ 59,06 bilhões, sempre em dez anos. O governo estima, para a União, que a reforma da Previdência resultaria em uma economia para os cofres públicos de mais de R$ 1 trilhão, mas analistas já esperam que esse valor não será atingido por causa da esperada desidratação que o texto deve sofrer a partir de agora.

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Em comunicado, o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, afirma que, com a economia esperada, seria possível que alguns governos locais consigam sanar seus déficits previdenciários. No ano passado, só quatro estados fecharam com saldo previdenciário positivo: Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins. Os demais registraram déficit que, somado, chegava a R$ 90 bilhões anuais.

Fonte: IG Economia
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Economia

Rio e Fortaleza foram as capitais que mais fecharam vagas de emprego em 2019

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clt
Jana Pêssoa/Setas

O Rio destoa das demais capitais da região Sudeste: São Paulo, por exemplo, criou 21.754 empregos formais neste ano

Rio de Janeiro e Fortaleza foram as capitais que mais fecharam vagas de trabalho formais em 2019. De janeiro a março, o saldo do emprego nessas cidades, que corresponde à diferença entre o número de admissões e desligamentos, foi de -7.028 e -5.192, respectivamente. Os números foram divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) nesta quarta-feira (24).

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O resultado negativo no Rio destoa do desempenho das demais capitais do Sudeste. São Paulo, por exemplo, criou 21.754 empregos com carteira assinada neste ano e lidera o ranking nacional. Belo Horizonte e Vitória, por sua vez, registraram saldo positivo de 6.447 e 441 novos postos de trabalho, nesta ordem, e ocupam a terceira e a décima posição na classificação geral.

Os números de Fortaleza, em contrapartida, condizem com os resultados negativos anotados em todo o Nordeste. Das cinco capitais que mais fecharam vagas formais em 2019, três são da região: a capital cearense, São Luís (-3.231) e Teresina (-2.994). Apenas Salvador, João Pessoa e Natal registraram saldo positivo, tendo criado 1.949, 26 e três vagas formais no período, respectivamente.

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A única região onde todas as capitais mais contrataram do que demitiram foi a Centro-Oeste. Nos três primeiros meses do ano, Brasília , Goiânia, Campo Grande e Cuiabá foram responsáveis por criar, juntas, mais de 8,6 mil postos de trabalho com carteira assinada. É um saldo muito maior do que o registrado em todas as cidades das regiões Norte e Nordeste combinadas (-72.685).

Panorama nacional


brasil de moedas
iStock

No total, 179.543 empregos com carteira assinada foram criados em todo o Brasil nos três primeiros meses de 2019

Em 2019, o saldo do emprego em todo o País ainda está no azul. No total, 179.543 vagas com carteira assinada foram criadas no período, resultado das 4.112.356 contratações menos 3.932.813 desligamentos.  O mês de março, porém, registrou o primeiro resultado negativo em três meses: -43.196.

Em nota divulgada hoje, o Ministério da Economia afirmou os números de março “não alteram a tendência de retomada gradual da economia”, já que o acumulado do ano ainda é positivo. A pasta também aponta que a queda na criação de novos empregos é um reflexo do grande número de contratações registrado em fevereiro (173.139), “acima das expectativas”.

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A diferença entre os dois últimos meses, ainda de acordo com o ministério, aconteceu porque “os setores que normalmente admitiam nesta época do ano [março] anteciparam as contratações para fevereiro, e aqueles que demitiam concentraram as demissões em março”, o que “provocou tendências opostas entre os meses.”

Fonte: IG Economia
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