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O Documento - Taques e o fim (defendido) do VLT

JORGE MACIEL

Taques e o fim (defendido) do VLT

Por: JORGE MACIEL

Quando nos próximos dias receber mais informações de assessores diretos e a procuradoria-geral do Estado exarar parecer sobre a viabilidade ou não da continuação das obras do VLT, o governador Pedro Taques decidirá, acatando ou não a sugestão, se continua ou aborta as obras do VLT, que aqui chamo de o “Bebê da Rosimeire”, nascido do ventre do ex-governador Silval Barbosa e sua trupe, empreiteiros e parlamentares os quais são conhecidos de cor e salteado pela população.

O governador do Estado teve o lampejo da premonição, já no início de 2013, de que o VLT em Cuiabá, em pleno arroubo da Copa 2014, seria um problema. No Senado Federal, ‘bateu duro’ contra, cuspiu, esperneou, sei lá, mas foi voto vencido e uma leva de políticos e gestores se regalaram com o início das obras que jorravam propinas e não foram além dos 10%em execução.

No começo da sua gestão, Taques até que se assanhou para continuar as obras, considerando que a população já pagara – e caro, mais de um bilhão e meio de reais – e que concluir as obras era o mais razoável. Por ele, em setembro, um primeiro trecho seria concluído até o ano que vem (Várzea Grande-Porto). Ocorre que a operação da Polícia Federal chamada de Descarrilho (melhor seria Descarrilo) provocou sobressaltos ainda mais devastadores do que supunha a vã filosofia popular e o próprio governo: os estragos fiscais e financeiros e a quantidade de  envolvidos no esquema estão além do se media há algum tempo.

Com revelação recente de novos nomes e montantes pela Polícia Federal, Taques, imediatamente, suspendeu as conversas que vinha mantendo com o Consórcio VLT, enlameado, junto com políticos numa trama, onde forrar as contas bancárias e ampliar o poder aquisitivo era o único fim. As obras era o que de menos interessava – como está provado nos trilhos, estação, armações e vagões entregues e carcomidos pelo tempo, poeira, sol e chuvas e o nunca mais.

Pedro Taques deve a aguardar, tecnicamente, uma posição do seu pessoal, mas, pelo seu desejo antigo de não permitir a conta no bolso do contribuinte, deverá esquecer o VLT e trilhar outras alternativas, o BRT (aquele corredor para ônibus sanfonados), por exemplo, leiloando os vagões, livrando-se da herança maldita. Há quem defenda a continuidade das obras, mesmo com todos os prejuízos. O razoável seria, porém, manter preso e prender quem provocou os estragos e buscar outras formas de transporte para a Cuiabá, além de se se livrar dos canteiros mortos entre a capital e Várzea Grande. Nessa área, Cuiabá carece de muitas coisas, precisa de investimentos variados, de avenidas, praças, áreas de lazer. Menos de linhas do VLT

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