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O Documento - TRE quer que Selma apresente extratos bancários detalhados e inclui MPE na ação

DECISÃO

TRE quer que Selma apresente extratos bancários detalhados e inclui MPE na ação

Por: Da Redação
Senadora eleita é acusada de suposto caixa 2 e abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral
Senadora eleita é acusada de suposto caixa 2 e abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), concedeu mais cinco dias para que a juíza aposentada e senadora eleita Selma Arruda (PSL) apresente extratos bancários detalhados que revelem movimentações financeiras e origem de recursos usados durante a campanha eleitoral. A decisão é do desembargador do TRE, Pedro Sakamoto, com data de 15 de outubro.

Selma e seu 1º suplente, Gilberto Possamai (PSL) são acusados de suposto caixa 2 e abuso de poder econômico, durante pré-campanha eleitoral , na contratação de uma agência de publicidade ao preço de R$ 1,8 milhão.   A magistrada aposentada nega as acusações e diz que o contrato com a Genius só foi para "promoção pessoal e auxílio nas palestras que realizou em Mato Grosso".

De acordo com a decisão, os dois terão que apresentar os estratos bancários no período de abril a setembro deste ano. “Antes de deliberar definitivamente acerca da necessidade da medida, haja vista a concessão de novo prazo para a apresentação de defesa, franqueio aos requeridos a possibilidade de apresentarem extratos mais detalhados e que incluam as movimentações financeiras de suas poupanças integradas, nos moldes descritos pelo MPE de modo a aferir a origem e o destino dos recursos que transitaram em suas contas no período em questão, notadamente, porque inexiste urgência para a apreciação desse requerimento”, diz trecho da decisão.

Selma e Possamai também poderão apresentar outros documentos que "entenderem necessários para a comprovação da regularidade da movimentação financeira no período questionado".   

Sakamoto também determinou o ingresso do Ministério Público Federal(MPF) na ação, para evitar uma possível segunda ação com os mesmos objetivos desta em análise. "Admito o ingresso do Ministério Público Eleitoral como litisconsorte ativo facultativo, reconsiderando, nesse particular, a decisão de Id. n.º 87067 e determinando que as anotações pertinentes sejam feitas na autuação do feito", diz trecho.

 

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    FATO XV - DELAÇÃO ALAN MALOUF - STF PROCEDIMENTO n° 1.1111.000.001718/2017-14 -0 - (SELMA ARRUDA) - Narra Alan Malouf que Fábio Galindo - ex-promotor de justiça, que compôs a Secretaria de Segurança do Estado do Mato Grosso - após se exonerar, ofereceu ao colaborador e a outro empresário (dado não ficou suficientemente claro) uma "estratégia" para blindar o colaborador de ações junto ao GAECO, informando ser muito próximo do coordenador, Marco Aurélio e da juíza da 7 vara de Cuiabá, Selma Arruda. Cobrou-lhe R$ 3.000.000,00, para tanto. Aponta, como possível elemento de corroboração o levantamento das ERBs de Fábio Galindo no dia 20.3.2016, apontando os terminais utilizados por ele à época. Decisão JUDICIAL do STF: vedação ao envio à 7" Vara Criminal Comum de Cuiabá porque mencionada nas declarações DO DELATOR A JUÍZA SELMA ARRUDA.