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VETO

Selma diz que não tem restrições a Taques, mas ‘certas companhias’ dificultam aliança

Por: Da Redação
Ex-juiza reforça discurso de não subir em palanques com acusados de corrupção
Ex-juiza reforça discurso de não subir em palanques com acusados de corrupção

A juíza aposentada Selma Arruda (PSL), pré-candidata ao Senado negou que a determinação do governador Pedro Taques (PSDB) para que a Casa Militar lhe conceda escolta de segurança signifique que ela e o tucano irão fazer uma aliança para as eleições de outubro. A ex-magistrada disse que não tem restrição ao tucano, mas reforçou o discurso de não aceitar subir em um palanque com o governador enquanto ele estiver acompanhado e recebendo apoio de partidos ou políticos acusados de corrupção.

Ela destacou que as conversas com outros partidos estão sendo conduzidas pelo deputado federal Victório Galli, presidente regional do PSL. “Essa tratativas estão sendo tratadas pelo deputados Victório Galli que tem conversado com outras lideranças partidárias”

“Existem pessoas ali com que eu não me sentiria confortável e não é o governador Particularmente, eu prezo muito a pessoa dele. Agora, a questão dele ter concedido a segurança foi mais humanitária porque ele também já passou pelo mesmo problema, já foi ameaçado e ficou sem escolta também. Ele teve essa mesma negativa quando ele saiu da Procuradoria [Geral da República]. Então, ele teve essa sensibilidade. Ele mesmo me falou isso e não acredito que tenha relação com a coligação”, disse durante em entrevista ao Jornal do Meio Dia da TV Vila Real desta quarta-feira (13).

Selma porém, preferiu não confirmar que a decisão de não aceitar uma coligação com Taques seja definitiva, já que o tucano poderia abrir mão de alguns apoios que de quem está sendo investigado por corrupção. “Daqui até lá, temos muito o que conversar, até porque as companhias podem mudar”.

Questionada sobre um possível acordo com o Democratas, Selma acredita que não seja possível. “Eu acho que é difícil, por que lá já existem candidatos, então eu não teria espaço. Embora eu sempre diga que não tenho vaidade de exigir que seja esse ou aquele cargo que eu vá disputar, é claro que eu tenho que procurar uma coligação onde caiba a minha candidatura”.

Ela destacou que as conversas com outros partidos estão sendo conduzidas pelo deputado federal Victório Galli, presidente regional do PSL. “Essa tratativas estão sendo tratadas pelo deputados Victório Galli que tem conversado com outras lideranças partidárias”

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