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O Documento - Preso em operação, ex-ministro recebeu ‘mensalinho’ de R$ 250 mil, diz PF

NERI GELLER

Preso em operação, ex-ministro recebeu ‘mensalinho’ de R$ 250 mil, diz PF

Por: Da Redação
Neri Geller foi alvo de operação da PF nas primeiras horas desta sexta-feira
Neri Geller foi alvo de operação da PF nas primeiras horas desta sexta-feira

Preso na manhã desta sexta-feira (9) em Rondonópolis em decorrência da “Operação Capitu”, deflagrada pela Polícia Federal, o deputado federal eleito Neri Geller (PP), é acusado de receber valores mensais estimados em R$ 250 mil no período em que exerceu mandato de deputado federal e quando comandou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os valores supostamente recebidos, eram pagos pelo grupo JBS com o objetivo de eliminar a concorrência e manter o monopólio no mercado de proteínas animal. Os executivos da JBS Joesley Batista, Ricardo Saud e Demilton de Castro também foram presos na operação.

Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, que pertencem aos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Até o final da manhã, 15 pessoas já haviam sido presas. Ao todo, 19 mandados de prisão temporária foram expedidos. Todo o esquema no Mapa, segundo a polícia, teria ocorrido durante os anos de 2014 e 2015, no Governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

A operação é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, que pertencem aos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Os envolvidos deverão ser indiciados pelos crimes de constituição e participação em organização criminosa, obstrução de justiça, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, dentre outros.   Caso haja condenação, as penas máximas poderão variar entre 3 e 120 anos de prisão, proporcionalmente à participação de cada investigado.  

 

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