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O Documento - Aliados de Temer negam que emendas visam derrubar denúncias

CRISE POLÍTICA

Aliados de Temer negam que emendas visam derrubar denúncias

Por: Silvana Bazani
Fonte: Especial para o Documento
Para o senador Medeiros (PSD), acusações sobre compra de apoio partiram de deputados da oposição
Para o senador Medeiros (PSD), acusações sobre compra de apoio partiram de deputados da oposição

Parlamentares mato-grossenses de partidos aliados ao presidente da República Michel Temer (PMDB) não associam pagamentos de emendas à busca de apoio presidencial para rechaçar investigação sobre corrupção. Durante a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada, veio à tona novas declarações de que Temer potencializou os pagamentos de emendas para reverter a possibilidade de ser investigado e ter o mandato cassado.

De acordo com levantamento da ONG Contas Abertas, foram liberados R$ 134 milhões em emendas a 38 dos 40 deputados favoráveis ao arquivamento da investigação contra Temer. O jornal O Estado de São Paulo noticiou nesse domingo (16) que dos 40 deputados que se posicionaram a favor de Temer, 39 deles asseguraram R$ 266 milhões em emendas empenhadas desde junho até à véspera da votação. A delação à Procuradoria Geral da República (PGR) de Joesley Batista, um dos sócios da holding J&F e que gravou o presidente Temer negociando pagamento de propina, foi divulgada em maio.

Para o senador José Medeiros (PSD) as acusações sobre a tentativa do presidente de “comprar apoio” são infundadas e partiram de deputados da oposição. “Essa é uma ilação desproposital, porque as emendas que foram liberadas foram emendas impositivas”, rebateu.

De acordo com o deputado Nilson Leitão (PSDB), desde a posse de Temer como presidente os pagamentos de emendas, convênios, repasses aos Estados e municípios tem sido cumpridos rigorosamente. “Uma rotina adotada há um ano. (...) Acho que a diferença é que antes conveniava e não pagava”.

 

 

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